A grande finalidade do Projecto Educativo do Colégio Valsassina é a de uma Educação globalizante, para a diferença e para a mudança. Como Eco-Escola toda a comunidade participa em torno do mesmo objectivo: um melhor ambiente! Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova veneração face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.
domingo, abril 21, 2013
Dias Verdes 2013
17 a 26 Abril 2013
17 abril
Workshop: Produção de velas a partir de óleo alimentar
usado
22 Abril
Iniciativa: Acenda uma vela pelo planeta
Sessões temáticas
23 e 24 abril
Ateliers:
- Atividades
desenvolvidas por alunos do 3º ciclo e secundário para os colegas do
jardim de infância e 1º ciclo
22, 23 e 24 Abril
Jogos ambientais (apoio da CML)
- Problemas ambientais
- Eco-Pólis
Visionamento e análise de filmes/documentários
Exposições
·
“Planeta Energia”
·
Concurso e exposição de fotografia
(cidadania ambiental)
Olimpíadas da Biologia (2ª elim.)
Olimpíadas da Biotecnologia (2ª elim.)
Participação no Prémio Criatividade e Inovação UNESCO 2013:
“Água e património”
Campanha de sensibilização na escola
Jovens Repórteres em Ação
Ecomostra
Divulgação do poster Eco-Código 2013
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semana verde
quarta-feira, março 13, 2013
Conselho Eco-Escola
Conselho Eco-Escola
Colégio Valsassina
2ª Reunião - 2012/2013
15 Março 2013
Auditório, 12h05
Ordem de Trabalhos
1. Informações
2. Plano
Acção
3. Avaliação
4. Semana
Verde / Dia Eco-Escola
5. Outros
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sábado, março 09, 2013
O Papel dos Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade
O Papel dos
Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade
Mariana Monteiro
Das 8,7 milhões de espécies
descobertas no nosso planeta, cerca de 16 000 encontram-se em perigo de extinção.
Os Zoos são espaços desenhados para garantir o bem-estar animal, e ao mesmo
tempo espaços que oferecem atividades ao ar livre e momentos de puro lazer para
o público em geral. Conservar, educar e proteger, são os elementos chave do
papel dos Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade.
Tradicionalmente, um Jardim
Zoológico é um local que se destina a acolher animais domesticados e selvagens
a fim de os exibir para o público. E, para muitos cidadãos, o zoo é apenas
isso: um parque onde é engraçado ir de vez em quando ver animais de espécies
exóticas. Todavia, um Zoo é muito mais do que um sítio para passar o dia: o zoo
desempenha um papel de extrema importância no desenvolvimento da educação
ambiental e na conservação da biodiversidade.
Das 8,7 milhões de espécies
descobertas no nosso planeta, cerca de 16 000 encontram-se em perigo de
extinção, número que vai crescendo de dia para dia, devido em grande parte à
atividade humana. À medida que a atividade e ocupação antrópica vai crescendo, maiores
são os impactes sobre o ambiente condicionando negativamente as populações. Por
consequência, o número de espécies ameaçadas ou mesmo extintas está a crescer.
Contudo, devido a iniciativas apoiadas por jardins zoológicos em todo o mundo,
algumas espécies estão lentamente a recuperar ao seu “normal” e as suas
populações estão a voltar a para a natureza.
Dos cerca de 12 000 Zoos em todo
o mundo, uma parte significativa desenvolve um trabalho árduo em restaurar
espécies de diferentes origens que se encontram em perigo. São criados
processos de recuperação de espécies e esses procedimentos são árduos, longos e
até educativos na medida em que para criar o ambiente perfeiro para uma espécie
poder crescer e reproduzir-se, é necessário estudar bastante a espécie em
questão.
Esses processos apoiados pelos
jardins zoológicos relacionam-se com programas que gerem cuidadosamente a vida
de uma determinada espécie em perigo. O objetivo deste tipo de programas é
manter uma população saudável e auto-suficiente que é geneticamente
diversificada e demograficamente estável. Por outras palavras, que uma população
seja “forte” o suficiente para sobreviver na natureza sem a ajuda humana.
Todavia, estes processos de
restauração de espécies não são simples, sobretudo no que diz respeito ao
controlo (e sucesso) da sua reprodução. Contudo, são inúmeros os casos em que
as espécies morrem porque por serem bastante sensíveis, e por não conseguirem
sobreviver em cativeiro. Manter a integridade genética da espécie em causa
também não é fácil. Mas, manter a diversidade genética tem o seu custo, e nem
todos os Zoos têm orçamento para tal manutenção. Não obstante, a criação de
redes e parcerias entre Zoos, Universidades e ONG’s, não só permite criar
sinergias e dar resposta às necessidades, como vai de encontro aos reais
problemas associados à conservação das espécies a nível local. Corroborando, os
biólogos Dalia Conde[i]
e Alexander Scheruerlein afirmam que “embora seja verdade que o número de
espécies em perigo e animais individuais em qualquer zoo seja pequeno, se
várias instituições se juntarem, os Jardins Zoológicos apresentarão um
potencial considerável em reproduzir espécies de animais em perigo de
extinção.”.
Sendo os Zoos desenhados para garantir o bem-estar animal, são ao mesmo
tempo espaços que atividades ao ar livre e momentos de puro lazer para o
público em geral. Deste modo, poder-se-á que há três elementos chave no papel
dos Jardins Zoológicos: Conservar, educar e proteger. Deste modo, os
Jardins Zoológicos apresentam um papel ativo na gestão de iniciativas que visam
a recuperação de espécies em perigo, sendo que através desses programas
participam ativamente na conservação da biodiversidade.
[i] Bióloga do Instituto Max Planck, uma das autoras de um artigo
sobre o papel dos Zoos na conservação das espécies publicado na revista
Science. Consultado online em http://ipevs.org.br/blog/?tag=zoologicos.
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jovens cientistas e investigadores,
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Zoos: porta de comunição com a vida selvagem. Os zoos, atualmente, desempenham um papel fulcral na proteção das espécies.
Os zoos, atualmente, desempenham um papel fulcral na proteção
das espécies.
Carolina Madeira Fonseca. Colégio
Valsassina. Lisboa
A biodiversidade do
Planeta está agora mais ameaçada do que em qualquer outro período histórico.
Cada vez mais, os Zoos já não são meros locais
de entretenimento, são um recurso valioso, em matéria de educação do público,
de conservação das espécies e de investigação científica. Atuam junto à
sociedade e à natureza, não apenas interagindo como museus vivos para
apresentar sua coleção de animais ao público visitante, mas também colaborando
com a conservação ex situ das espécies que abrigam.
É hoje reconhecido que a biodiversidade do Planeta está
agora mais ameaçada do que em qualquer outro período histórico, estimando-se
mesmo que cerca de onze mil espécies de plantas e animais corram o risco de
extinção iminente num futuro próximo
O problema da redução da biodiversidade, não sendo novo,
assumiu no século XX – e sobretudo nas suas últimas décadas - proporções nunca
antes atingidas, conforme resulta do relatório “Global Diversity Assessment”,
promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA).
Para
diminuir ou evitar a perda da Biodiversidade é necessário preservar umas e de
conservar outras espécies. Para tal é necessário criar mecanismos de proteção das
espécies, principalmente das em risco de extinção.
Da lista
de mecanismos fazem parte, o armazenamento de sementes ou de embriões,
manutenção de alguns indivíduos em zoológicos, terrários, aquários e viveiros,
até a criação de áreas protegidas e de preservação, que conservam não só as
espécies, mas também os ecossistemas onde estas se inserem.
Estes
locais permitem que as espécies se reproduzam num ambiente semelhante ao seu
habitat natural, e mais tarde, quando preparados para uma vida autónoma os
animais são desenvolvidos ao local de origem. A troca de animais entre zoos
impede o cruzamento de indivíduos da mesma espécie, evita a consanguinidade e
pode promover a variabilidade genética das espécies o que, pelo menos
potencialmente, contribuiu para assegurar a sua sobrevivência,.
De
acordo com um estudo publicado pela revista
Science (em 18 de março de 2011), os Jardins Zoológicos tornaram-se numa peça
fundamental para a protecção e conservação dos animais ameaçados de extinção.
De que
se alimentam os macacos? Será verdade que os elefantes vêm a preto e branco? Em
que ambiente vivem os koalas? Por vezes deparamo-nos com questões a cerca da
vida selvagem às quais não conseguimos dar resposta, respostas estas que chegam
até nós através dos zoos.
Eles
estão presentes em todo o mundo, são acessíveis a uma grande parte da população
e mantêm sob seus cuidados uma significativa quantidade e biodiversidade de
animais. Deste modo, atuam junto à sociedade e à natureza, não apenas
interagindo como museus vivos para apresentar sua coleção de animais ao público
visitante, mas também colaborando com a conservação ex situ das espécies
que abrigam e in situ, por exemplo, através de uma rede de parcerias e
de projetos de investigação.
Atuam de
várias formas na conservação das espécies, promovendo a criação em cativeiros,
realizando pesquisas em zoologia e biologia das espécies cativas, muitas vezes
em parceria com instituições de pesquisas nacionais e internacionais,
participam da libertação de animais e também realizam atividades em educação
ambiental, aumentando o interesse, afeição e conhecimento do público em geral
sobre a fauna silvestre.
Os Jardins Zoológicos apresentam-se como uma forma de incentivar o
interesse das pessoas pelo mundo natural, muito para além das grandes cidades e
da vida urbana. Direta ou indiretamente, estes locais contribuem para o combate
às alterações climáticas e a consequente conservação da natureza e
biodiversidade. Ao sensibilizar os visitantes dos problemas que afetam os
animais e plantas, estão a contribuir para a sensibilização das pessoas a
tomarem atitudes mais responsáveis e ecológicas. Com isto, as pessoas tendem a
preocupar-se com a natureza em prol da sobrevivência dos animais. Assim, tende
a demonstrar o papel que a ação humana tem na conservação das espécies.
Hoje em dia, os Zoos já não são meros locais de entretenimento, são
um recurso valioso, em matéria de educação do público, de conservação das
espécies e de investigação científica.
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Zoos: Educação, Conservação e Diversão
Ana Catarina Pauleta
Colégio Valsassina
Fevereiro 2013
O Jardim Zoológico de
Lisboa foi criado em 1884. Este foi o primeiro parque deste tipo a ser fundado na
Península ibérica, sendo atualmente um local onde é possível aliar a
conservação e a educação. Os Parques Zoológicos têm apostado e esforçado em
reproduzir animais em cativeiro e devem assumir-se como um elemento chave para
a conservação quer in situ, quer ex situ das espécies que
abrigam, contribuindo assim para o combate à redução na biodiversidade.
O
Jardim Zoológico de Lisboa foi criado em 1884. Este foi o primeiro parque deste
tipo a ser fundado na Península ibérica. Nele habitam mais de 360 espécies de
todo o reino animal. Destas, 54 são EEP’s (the European Endangered species
Programme). Atualmente, o Jardim Zoológico de Lisboa é um local onde é possível
aliar a conservação e a educação. É também uma fonte de entretenimento e
diversão visitado diariamente por centenas de pessoas dos 0 aos 80 anos.
Um estudo do Governo Alemão e da Comissão Europeia durante a presidência alemã do G8 aponto que a diminuição da biodiversidade pode reduzir para metade os recursos das populações mais pobres do mundo. Também prevê uma descida de 7% no PIB mundial até 2050 causado pela degradação da natureza.
Uma das formas mais evidentes de redução da biodiversidade é a extinção das espécies. Esta é, muitas vezes, uma consequência de problemas ambientais, políticos, sociais e/ou culturais. O aumento do efeito de estufa, a destruição de habitats, a caça mortífera, as alterações em ecossistemas, são alguns fatores que contribuem para esta diminuição.
Um estudo do Governo Alemão e da Comissão Europeia durante a presidência alemã do G8 aponto que a diminuição da biodiversidade pode reduzir para metade os recursos das populações mais pobres do mundo. Também prevê uma descida de 7% no PIB mundial até 2050 causado pela degradação da natureza.
Uma das formas mais evidentes de redução da biodiversidade é a extinção das espécies. Esta é, muitas vezes, uma consequência de problemas ambientais, políticos, sociais e/ou culturais. O aumento do efeito de estufa, a destruição de habitats, a caça mortífera, as alterações em ecossistemas, são alguns fatores que contribuem para esta diminuição.
Neste contexto, os Jardins Zoológicos assumem
cada vez mais um papel de extrema importância no combate à redução da
biodiversidade. Estes possuem em cativeiro animais (muitos dos quais em perigo
de extinção) e proporcionam lhes um habitat estável e com todas as condições
para se reproduzirem. “Um animal feliz no Zoo é aquele que consegue reproduzir
muitas vezes.”. Atuam assim na conservação
das espécies, promovendo a criação em cativeiros, realizando pesquisas em
zoologia e biologia das espécies cativas (com frequência em parceria com
instituições de pesquisas nacionais e internacionais).
Ao longo dos anos, os Zoos têm apostado e esforçado em reproduzir animais em
cativeiro para que os descendestes tenham uma maior possibilidade de
sobreviver. Deste modo, os zoos podem, e devem, assumir-se como um elemento
chave para a conservação quer in situ, quer ex situ das
espécies que abrigam.
Os jardins zoológicos possuem equipas
multidisciplinares, com veterinários, zoólogos e biólogos, tratadores, que
acompanham todos os animais de modo a conseguir que estes sobrevivam e se
reproduzam com sucesso. Há um especial cuidado para tornar o sítio onde os
animais vivem o mais parecido possível com a realidade, ou seja, é semelhante
aos habitats naturais e são desenvolvidos mecanismos para que os animais tenham
os mesmos regimes alimentares como no estado selvagem. Desta forma, os animais
não ficam domesticados, podendo, potencialmente, um dia mais tarde voltarem ao
mundo selvagem.
Os Zoos também têm como papel fundamental
relembrar as pessoas que há milhares de espécies de animais no mundo e que
muitas estão em perigo. Permitem uma verdadeira viagem pelo mundo. Estes dão a
conhecer os animais a milhares de pessoas, permitindo uma certa interação, de
forma a conhece-los e assim sentirem-se sensibilizadas a respeitar a vida
animal, contribuindo para aumentar a sua consciência ecológica.
Em suma, os Jardins Zoológicos, não só têm um
importante papel na parte da educação, como na parte de conservação de pequenas
relíquias do mundo, os animais. Ir a um Jardim Zoológico não só é uma forma de
diversão e entretenimento como um adquirir de conhecimentos sobre cada espécie
e do mundo, contribuindo assim para o combate à redução na biodiversidade. Com menor diversidade de espécies a vida na Terra torna-se mais sujeita a alterações ambientais. Pelo contrário, quanto mais rica é a diversidade biológica maior é a oportunidade para descobertas no âmbito da medicina, da alimentação, do desenvolvimento económico e de serem encontradas respostas adaptativas a essas alterações ambientais. Como tal, os Jardins Zoológicos assumem-se como um dos pilares fundamentais para a conservação das
espécies.
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Drenagem ácida condiciona biodiversidade na Ribeira de Águas Fortes em Aljustrel
A drenagem ácida é muito comum nas
minas de pirite, e é gerada quando minerais, que se
encontram a grande profundidades e que contêm sulfetos, são expostos a
ambientes abertos e entram em contacto com oxigénio e água, gerando sulfatos
(substâncias ácidas). Estes, quando não controlados, podem
contaminar as águas subterrâneas e os cursos de água que circundam a mina.
Uma investigação a um troço da
Ribeira das Águas Fortes, uma linha adjacente à Mina de Aljustrel, procurou
detectar a presença de macroinvertebrados. Estes, devido á sua sensibilidade aos fatores do meio, podem
ser utilizados como um possível bioindicador do estado de linhas de água
(Harmitage et. al, 1983 in Alba-Tercedor & Sánchez-Ortega, 1988). Após a recolha de amostras ao longo de uma
extensão de 1000m (com amostras de 200 em 200 metros, com início a cerca de 500
metros da sua nascente) e posterior análise, não foi encontrado nenhum
macroinvertebrado.
De
acordo com a aplicação do índice BMWP[1], a
este dado, o resultado final é 0.
Este,
segundo esse índice, é indicativo de que o estado da água da ribeira de Águas
Fortes é de classe V, ou seja “águas fortemente contaminadas” (Alba-Tercedor &
Sánchez-Ortega, 1988).
Relativamente à biodiveridade vegetal na área envolvente da linha de
água estudada, constatou-se ser reduzida, encontrando-se principalmente
duas espécies, a Lavandula stoechase e a Cistus ladanifer. Esta última é uma planta tipicamente mediterrânea e bem adaptada a solos pouco desenvolvidos (Batista et al., 2012), como é o caso do solo em questão.
Esta
mesma espécie apresenta capacidades para se desenvolverem em locais degradados
pela atividade mineira, com baixo conteúdo em nutrientes e com elevados teores
de chumbo (Pb) no solo, sem apresentarem evidentes sinais exteriores de stress
(Abreu et al. 2012). Talvez seja por uma as poucas plantas aqui
identificadas por isso mesmo, por ser das poucas que aqui consegue sobreviver.
Francisco Paim,
Henrique Avelar. Colégio Valsassina
Agradecimentos: Este trabalho não teria sido possível de
se realizar sem a colaboração de Filipe de Avelar, por toda a disponibilidade e
apoio, em particular por ter permitido a realização do trabalho de campo na sua
propriedade.
Alba-Tercedor, J. & Sánchez-Ortega, A. (1988). Un
Método rápidp y simple para evaluar la calidad biológica de las águas
corrientes basado en el de Hellawell (1978). Limnética, 4:
51-56 (1988). Asociación Española de Limnologia. Madrid. Spain.
Batista, M. J.
; Abreu, A. A ; Pinto, M. S. (2006) Contribuição do Cistus ladanifer L. para
a atenuação dos efeitos da exploração em algumas minas da Faixa Piritosa
Ibérica. Évora. [s.n.], 2006. il., 1
figura e 2 tabelas ; Sep. de: VII Congresso Nacional de Geologia : Livro de
Resumos, II, 2006, p. 447-450.
Abreu, M.M.; Santo E.S.; Anjos C.; Magalhães M.C.F.; Nabais, C. (2012). Capacidade
de absorção do chumbo por plantas do género Cistus espontâneas em ambientes
mineiros. Revista de Ciências Agrárias. Disponível online em
http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rca/v32n1/v32n1a16.pdf . consultado em 13/10/12.
[1]
http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/Macroinvertebrados%20-
%20protocolo.pdf e http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/Macroinvertebrados%20-%20tabela%20familias%20A4.pdf,
consultados a 17/11/12.
Centro mineiro de Aljustrel apresenta um elevado potencial económico e social. Vertente ambiental deve mais ser desenvolvida.
Centro
mineiro de Aljustrel apresenta um elevado potencial económico e social. Vertente
ambiental deve mais ser desenvolvida.
A Faixa Piritosa Ibérica (FPI), onde se encontra a região do Baixo Alentejo, constitui o maior distrito mineiro europeu, estendendo-se por uma faixa de aproximadamente 250 km que atravessa o sul da Península Ibérica, onde são conhecidas várias dezenas de minas.
A mina de Aljustrel localiza-se nessa Faixa, mundialmente reconhecida pela sua riqueza em jazigos de sulfuretos maciços vulcanogénicos, vulgarmente conhecidos por pirites. Esta província metalogenética forma um arco com uma extensão de 250 km de comprimento e 30 a 60 km de largura, que abrange parte do Alentejo, do Algarve e da Andaluzia.
A mina de Aljustrel localiza-se nessa Faixa, mundialmente reconhecida pela sua riqueza em jazigos de sulfuretos maciços vulcanogénicos, vulgarmente conhecidos por pirites. Esta província metalogenética forma um arco com uma extensão de 250 km de comprimento e 30 a 60 km de largura, que abrange parte do Alentejo, do Algarve e da Andaluzia.
No centro mineiro de Aljustrel conhecem-se reservas
superiores a 250 milhões de toneladas de pirite o que faz desta mina uma das
maiores da Faixa, a par de Neves Corvo (mina em atividade localizada próximo de
Almodôvar), e de Rio Tinto, Los Frailes-Aznalcollar, Tharsis, La Zarza e
Sotiel-Migollas (áreas mineiras atualmente abandonadas e situadas em Espanha).
“As minas são tudo, são a nossa vida”. É assim que, Gisela
Ramos, habitante na Vila de Aljustrel, descreve a importância que a Mina de
Aljustrel representa na economia local.
Mas apesar da sua importância verifica-se igualmente um
contributo negativo: o impacto, quer visual quer ambiental, do processo mineiro
na região é bastante notório condicionando a qualidade de vida da população
devido à contaminação de solos, sedimentos e águas.
Um dos impactes ambientais evidentes neste local é
fenómeno conhecido por drenagem ácida. A cor
vermelho-acastanhada, evidente na imagem, é bem característica deste problema.
Esta é muito comum nas minas de pirite, e é gerada quando
minerais, que se encontram a grande profundidades e que contêm sulfetos, são
expostos a ambientes abertos e entram em contacto com oxigénio e água, gerando
sulfatos (substâncias ácidas). Estes, quando não controlados (por exemplo,
devido a escombreiras ou ao abandono de algumas instalações), podem
contaminar as águas subterrâneas e os cursos de água que circundam a mina.
A vila de Aljustrel depende económica
e socialmente desta mina, pelo que é necessário procurar um equilíbrio entre a
vertente económica, e a vertente social e ambiental.
Carolina Fonseca, Francisco Paim,
Henrique Avelar.
Colégio Valsassina
Garrano: um património biológico e cultural a preservar
Vidoal (cerca de 1300/1400 m de altitude), Parque Nacional da Peneda-Gerês
O Garrano é um cavalo autóctone peninsular que vive, geralmente, em liberdade. É a figura mais emblemática da biodiversidade milenária de algumas zonas do Noroeste de Portugal.
De acordo com Maria do Mar Oom, professora assistente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e embaixadora da candidatura da raça a Património Nacional, a raça autóctone Garrana, para além da sua relevância a nível histórico e cultural, é um importante reservatório de variabilidade genética nacional, pelo que os esforços desenvolvidos no sentido da sua conservação e no apoio aos criadores, individuais ou colectivos, são fundamentais, garantindo a utilização sustentada deste recurso genético no meio rural montanhoso do norte de Portugal, onde permanece desde o Paleolítico.
De acordo com Maria do Mar Oom, professora assistente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e embaixadora da candidatura da raça a Património Nacional, a raça autóctone Garrana, para além da sua relevância a nível histórico e cultural, é um importante reservatório de variabilidade genética nacional, pelo que os esforços desenvolvidos no sentido da sua conservação e no apoio aos criadores, individuais ou colectivos, são fundamentais, garantindo a utilização sustentada deste recurso genético no meio rural montanhoso do norte de Portugal, onde permanece desde o Paleolítico.
Na imagem é possível observar alguns dos animais que
fazem parte do atual núcleo de garranos do Parque Nacional da Peneda-Gerês,
fazendo parte da sua fauna autóctone. No total são 15 animais, diz António
Rebelo, técnico desta área protegida,.
Pelo seu enquadramento legal, o Parque Nacional da
Peneda-Gerês possui, potencialmente, condições para a conservação deste
importante recurso biológico, de
uma forma holística integrando perspetivas genéticas, ambientais, sociais e
culturais.
Agradecimentos: A realização deste trabalho não teria sido
possível sem a colaboração da Prof. Maria
do Mar Oom, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e de António
Rebelo, técnico do Parque Nacional da Peneda-Gerês, pelo tempo e apoio
disponibilizados para a realização deste projeto.
Catarina Caçote,
Gonçalo Pereira, Joana Duarte. Colégio Valsassina
Spartina maritima: uma solução para remediar a poluição
Sapal do Rio Tejo. Parque Tejo, Lisboa
A permanente pressão antrópica das cidades costeiras tem feito chegar aos
ecossistemas aquáticos quantidades crescentes de poluentes nomeadamente, de
metais pesados. Neste contexto, merecem destaque as zonas estuarinas e em
particular as suas margens. Por apresentarem baixo dinamismo, desenvolvem-se
sapais, formados por vegetação herbácea ou arbustiva, sujeita a inundações
periódicas como consequência das flutuações do nível das massas de água
adjacentes.
As plantas halófitas (tolerantes a níveis médio-altos de salinidade) que aí
existem a colonizar os sapais, têm capacidade para reter e/ou fitorremediar os
metais, impedindo-os de entrar na cadeia trófica e de ameaçarem o ambiente e
saúde pública.
A morraça (Spartina marítima)
é uma das plantas existente no sapal do Tejo e é um exemplo de uma planta que
tem a capacidade de absorver e acumular metais pesados nos seus tecidos. Ao promover estes processos,
impede-se a entrada de metais pesados na cadeia trófica e a sua ameaça para o
ambiente e para a saúde pública. Por serem
bastante benéficos para as populações, deve-se motivar esforços no sentido de
conservar as zonas estuarinas e de sapal.
Ana Catarina
Pauleta, Beatriz Chagas, Mariana Monteiro. 11º1A. Colégio
Valsassina
Garranos bravios do Parque Nacional da Peneda-Gerês: análises coprológicas apontam para uma elevada infeção de parasitas (estrongilídeos)
Encosta do Pisco, Serra do Gerês (cerca de 700 m de altitude). Parque Nacional da Peneda-Gerês
O Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG),
considerado pela UNESCO como Reserva Natural da Biosfera e o único parque
nacional em Portugal, recebeu a sua classificação em 1971.
Uma das espécies que mais se destaca no
âmbito da fauna do Parque Nacional Peneda Gerês são os cavalos Garranos, os
quais fazem da fauna autóctone do PNPG. Esta raça de cavalos é bastante antiga
e tem conservado a sua morfologia ao longo da história. É comum ser criado em
liberdade, sendo portanto um cavalo tendencialmente semi-selvagem dada a mínima
intervenção do ser humano na sua criação.
Em termos morfológicos, o cavalo
garrano é um ser de pequeno porte, com altura média de cerca de 1,35 m, com
pelagem castanha comum ou castanha escura, sendo mais clara no focinho. As
crinas são mais escuras, pretas por vezes, tal como a cauda, com pelos
encrespados. São animais que exprimem um temperamento geralmente receoso para
com o ser humano quando não criado por si ou na sua presença. Caso estas
últimas condições se verifiquem são animais bastante dóceis e ideias para
famílias e crianças. É um animal muito resistente, adaptando-se com bastante
facilidade a terrenos ingremes, podendo também, quando domesticado, percorrer
longas distâncias com cargas consideráveis, sendo um animal ideal para executar
tarefas agrícolas.
Um grupo de alunos
do Colégio Valsassina está a desenvolver um estudo que incide, essencialmente, sobre o parasitismo gastrintestinal dos Garranos Bravios do PNPG. A compreensão
deste elemento pode contribuir não só para aumentar o conhecimento sobre este
grupo de animais, mas acima de tudo pode fornecer dados que visem uma melhor
gestão e conservação de um importante património natural autóctone.
Os primeiros exames
coprológicos (análise dos dejetos dos animais recolhidos durante o mês de
janeiro) revelam a presença uma elevada prevalência de animais infectados,
sendo que os mais comuns são os nemátodes da família Strongylidae, designados vulgarmente por estrongilídeos. Embora ainda provisórios, os resultados obtidos parecem apontar para a necessidade de um regular
acompanhamento desta população, visando a avaliação do estado seu sanitário.
Agradecimentos: A
realização deste trabalho não teria sido possível sem a colaboração da Prof. Maria do Mar Oom, da Faculdade de
Ciências da Universidade de Lisboa, e de António Rebelo, técnico do Parque
Nacional da Peneda-Gerês, pelo tempo e apoio disponibilizados para a realização
deste projeto.
Catarina Caçote, Gonçalo Pereira,
Joana Duarte. Colégio Valsassina
sábado, dezembro 22, 2012
domingo, dezembro 02, 2012
No Valsassina os resíduos são bem tratados
No Valsassina
os resíduos são bem tratados
Continuamos a receber:
· Medicamentos fora de uso (no âmbito do concurso “Corrida
de sacos” da ValorMed) – até final de abril de 2013
· Radiografias
· Resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE)
· Rolhas de cortiça
· Tinteiros
· Óleo alimentar usado
· Radiografias
· Resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE)
· Rolhas de cortiça
· Tinteiros
· Óleo alimentar usado
· Pilhas e baterias
A turma que maior quantidade de
resíduos recolher é a vencedora do concurso ecoTurma 2012/2013.
Contamos com todos, Por uma
geração ecoValsassina…
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Peditório Nacional de pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (I.P.O.)
Peditório
Nacional de pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto
Português de Oncologia (I.P.O.)
A
Ecopilhas está a realizar pela 4ª vez em Portugal o Peditório Nacional de
pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto Português de
Oncologia (I.P.O.), através da doação de um aparelho de tratamento para doentes
oncológicos.
A
Ecopilhas é parceira do Colégio Valsassina no âmbito do projeto ecoValsassina.
As
pilhas e baterias recolhidas serão contabilizadas no concurso ecoTurma
dinamizado no Valsassina.
Contamos
com todos para mais uma campanha.
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quarta-feira, novembro 14, 2012
sábado, novembro 10, 2012
Dia Internacional Eco-Escolas no Valsassina
Dia Internacional Eco-Escolas na página internacional: http://www.eco-schools.org/wda/2012/11/celebrating-the-international-eco-school-day-valsassina-school-2/
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World Days of Action
terça-feira, novembro 06, 2012
Dia Internacional Eco-Escolas no Valsassina
7 Novembro 2012 - Dia Internacional das Eco-Escolas/ World Days of Action
Em mais de 20 países, crianças e jovens em ação por um mundo mais sustentável
No próximo dia 7 de novembro celebra-se aquele que é o primeiro de muitos Dias Mundiais de Ação, em que as crianças de estabelecimentos de ensino que fazem parte do Programa Eco-Escolas, se juntam numa jornada global de contribuição ativa para a construção de mundo melhor. Das Bahamas ao Cazaquistão, do Quênia ao Japão , jovens vão participar em ações lideradas por estudantes para um mundo mais sustentável.
Este dia é concebido para capacitar crianças e jovens para a mudança necessária a um mundo mais sustentável, envolvendo-os em aprendizagens ativas e orientadas para a ação.
O Colégio Valsassina, como Eco-Escola há 10 anos irá assinalar este dia através de várias ações, entre as quais destacamos:
- Hastear da Bandeira Verde 2012, 10h30, entrada principal.
Desafiamos todos para trazer:
- uma Peça de Roupa Verde
- algo que simbolize o esforço em prol de um mundo mais sustentável. Exemplos: um REEE (resíduo de equipamento elétrico e eletrónico) para reciclagem; pilhas usadas, tinteiros usados, medicamentos fora de uso
Mais informações AQUI.
Obrigado
Por um mundo mais sustentável, por uma geração ecoValsassina
Em mais de 20 países, crianças e jovens em ação por um mundo mais sustentável
No próximo dia 7 de novembro celebra-se aquele que é o primeiro de muitos Dias Mundiais de Ação, em que as crianças de estabelecimentos de ensino que fazem parte do Programa Eco-Escolas, se juntam numa jornada global de contribuição ativa para a construção de mundo melhor. Das Bahamas ao Cazaquistão, do Quênia ao Japão , jovens vão participar em ações lideradas por estudantes para um mundo mais sustentável.
Este dia é concebido para capacitar crianças e jovens para a mudança necessária a um mundo mais sustentável, envolvendo-os em aprendizagens ativas e orientadas para a ação.
O Colégio Valsassina, como Eco-Escola há 10 anos irá assinalar este dia através de várias ações, entre as quais destacamos:
- Hastear da Bandeira Verde 2012, 10h30, entrada principal.
Desafiamos todos para trazer:
- uma Peça de Roupa Verde
- algo que simbolize o esforço em prol de um mundo mais sustentável. Exemplos: um REEE (resíduo de equipamento elétrico e eletrónico) para reciclagem; pilhas usadas, tinteiros usados, medicamentos fora de uso
Mais informações AQUI.
Obrigado
Por um mundo mais sustentável, por uma geração ecoValsassina
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World Days of Action
domingo, novembro 04, 2012
“O poder do Sol e da vitória”
"O poder do Sol e da Vitória"
Para consultar a página dos trabalho finalistas carregar AQUI.
Turanor Planetsolar. O maior barco solar alguma vez
construído, com 31 m de comprimento e 15 de largura. Faz parte de um projeto
que pretendeu dar a volta ao mundo utilizando unicamente energia sustentável, captada
por 825 módulos solares. Mesmo que o Sol desaparecesse, a sua autonomia permitir-lhe-ia navegar
ainda durante três dias.
A primeira viagem decorreu entre setembro de 2010 e janeiro de 2011. Em 9/9/2012 encontrava-se atracado na marina do Mónaco, onde foi tirada a fotografia.
Turanor, que significa "o poder do sol e da vitória", mostra como é possível caminhar para um mundo livre de energia fóssil.
Trabalho apresentado por Duarte Silva ao concurso internacional 10Action.A primeira viagem decorreu entre setembro de 2010 e janeiro de 2011. Em 9/9/2012 encontrava-se atracado na marina do Mónaco, onde foi tirada a fotografia.
Turanor, que significa "o poder do sol e da vitória", mostra como é possível caminhar para um mundo livre de energia fóssil.
Para consultar a página dos trabalho finalistas carregar AQUI.
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Eco-Escolas,
ecoValsassina
sexta-feira, novembro 02, 2012
Hastear da Bandeira Verde 2012
Hastear da Bandeira Verde 2012
7 Novembro 2012
10h30
Desafios/atividades:
Traz uma peça de roupa verde
Deixa a tua mensagem: Para um mundo melhor comprometo-me ...
Campanha de recolha (medicamentos, resíduos
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ecoValsassina
quinta-feira, setembro 27, 2012
Prémios de Educação - Reconhecimento Social: Valsassina, A caminho de uma Carbon School
Na
edição de 2011 dos prémios de educação "Ensino do Futuro"
apresentámos a concurso o projeto "Valsassina: A caminho de uma Low Carbon
School".
Na
edição deste ano do prémio os projetos de 2011 estão sujeitos a uma categoria
especial, "Reconhecimento Social". Será distinguido o projeto que
tiver mais comentários/participações no fórum de discussão.
Assim,
pedimos a colaboração de todos, participando com um breve comentário/mensagem
no fórum sobre o NOSSO projeto.
Categoria
"Ambiente e Sustentabilidade"
(Para
deixar comentários é preciso fazer o registo no site).
Obrigado pela participação…
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Eco-Escolas,
low carbon school,
Responsabilidade Social
segunda-feira, julho 23, 2012
Eco-Escolas e JRA no MEO Kanal
O canal das Eco-Escolas
e JRA na Meo: Canal nº 229193 –
Eco-Escolas e JRA no MEO Kanal.
Prime o botão verde do comando MEO e insere o nº 229193 para ver o canal "Eco-Escolas e JRA"
Prime o botão verde do comando MEO e insere o nº 229193 para ver o canal "Eco-Escolas e JRA"
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Eco-Escolas
Colégio Valsassina distinguido com o Galardão Bandeira Verde 2011/2012.
O trabalho desenvolvido pelo Colégio Valsassina no ano
letivo 2011/2012 foi distinguido com o Galardão Bandeira Verde 2011/2012.
Este
Galardão certifica a coerência e qualidade do trabalho desenvolvido nas
Eco-Escolas.
A
entrega da Bandeira Verde está agendada para o próximo dia 10 de outubro em
Gondomar.
O
ano letivo 2012/2013 marca os 10 anos do Colégio Valsassina na rede
Eco-Escolas.
É
com orgulho e com uma enorme responsabilidade que olhamos para o trabalho
desenvolvido desde 2003/04.
Por uma Geração ecoValsassina, por um Melhor Futuro...
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