sábado, março 09, 2013

O Papel dos Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade


O Papel dos Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade

Mariana Monteiro
Das 8,7 milhões de espécies descobertas no nosso planeta, cerca de 16 000 encontram-se em perigo de extinção. Os Zoos são espaços desenhados para garantir o bem-estar animal, e ao mesmo tempo espaços que oferecem atividades ao ar livre e momentos de puro lazer para o público em geral. Conservar, educar e proteger, são os elementos chave do papel dos Jardins Zoológicos na conservação da biodiversidade.

Tradicionalmente, um Jardim Zoológico é um local que se destina a acolher animais domesticados e selvagens a fim de os exibir para o público. E, para muitos cidadãos, o zoo é apenas isso: um parque onde é engraçado ir de vez em quando ver animais de espécies exóticas. Todavia, um Zoo é muito mais do que um sítio para passar o dia: o zoo desempenha um papel de extrema importância no desenvolvimento da educação ambiental e na conservação da biodiversidade.
Das 8,7 milhões de espécies descobertas no nosso planeta, cerca de 16 000 encontram-se em perigo de extinção, número que vai crescendo de dia para dia, devido em grande parte à atividade humana. À medida que a atividade e ocupação antrópica vai crescendo, maiores são os impactes sobre o ambiente condicionando negativamente as populações. Por consequência, o número de espécies ameaçadas ou mesmo extintas está a crescer. Contudo, devido a iniciativas apoiadas por jardins zoológicos em todo o mundo, algumas espécies estão lentamente a recuperar ao seu “normal” e as suas populações estão a voltar a para a natureza.
Dos cerca de 12 000 Zoos em todo o mundo, uma parte significativa desenvolve um trabalho árduo em restaurar espécies de diferentes origens que se encontram em perigo. São criados processos de recuperação de espécies e esses procedimentos são árduos, longos e até educativos na medida em que para criar o ambiente perfeiro para uma espécie poder crescer e reproduzir-se, é necessário estudar bastante a espécie em questão.
Esses processos apoiados pelos jardins zoológicos relacionam-se com programas que gerem cuidadosamente a vida de uma determinada espécie em perigo. O objetivo deste tipo de programas é manter uma população saudável e auto-suficiente que é geneticamente diversificada e demograficamente estável. Por outras palavras, que uma população seja “forte” o suficiente para sobreviver na natureza sem a ajuda humana.
Todavia, estes processos de restauração de espécies não são simples, sobretudo no que diz respeito ao controlo (e sucesso) da sua reprodução. Contudo, são inúmeros os casos em que as espécies morrem porque por serem bastante sensíveis, e por não conseguirem sobreviver em cativeiro. Manter a integridade genética da espécie em causa também não é fácil. Mas, manter a diversidade genética tem o seu custo, e nem todos os Zoos têm orçamento para tal manutenção. Não obstante, a criação de redes e parcerias entre Zoos, Universidades e ONG’s, não só permite criar sinergias e dar resposta às necessidades, como vai de encontro aos reais problemas associados à conservação das espécies a nível local. Corroborando, os biólogos Dalia Conde[i] e Alexander Scheruerlein afirmam que “embora seja verdade que o número de espécies em perigo e animais individuais em qualquer zoo seja pequeno, se várias instituições se juntarem, os Jardins Zoológicos apresentarão um potencial considerável em reproduzir espécies de animais em perigo de extinção.”.
Sendo os Zoos desenhados para garantir o bem-estar animal, são ao mesmo tempo espaços que atividades ao ar livre e momentos de puro lazer para o público em geral. Deste modo, poder-se-á que há três elementos chave no papel dos Jardins Zoológicos: Conservar, educar e proteger. Deste modo, os Jardins Zoológicos apresentam um papel ativo na gestão de iniciativas que visam a recuperação de espécies em perigo, sendo que através desses programas participam ativamente na conservação da biodiversidade.


[i] Bióloga do Instituto Max Planck, uma das autoras de um artigo sobre o papel dos Zoos na conservação das espécies publicado na revista Science. Consultado online em http://ipevs.org.br/blog/?tag=zoologicos.

Zoos: porta de comunição com a vida selvagem. Os zoos, atualmente, desempenham um papel fulcral na proteção das espécies.


Zoos: porta de comunição com a vida selvagem
Os zoos, atualmente, desempenham um papel fulcral na proteção das espécies.
Carolina Madeira Fonseca. Colégio Valsassina. Lisboa

A biodiversidade do Planeta está agora mais ameaçada do que em qualquer outro período histórico. Cada vez mais, os Zoos já não são meros locais de entretenimento, são um recurso valioso, em matéria de educação do público, de conservação das espécies e de investigação científica. Atuam junto à sociedade e à natureza, não apenas interagindo como museus vivos para apresentar sua coleção de animais ao público visitante, mas também colaborando com a conservação ex situ das espécies que abrigam.

É hoje reconhecido que a biodiversidade do Planeta está agora mais ameaçada do que em qualquer outro período histórico, estimando-se mesmo que cerca de onze mil espécies de plantas e animais corram o risco de extinção iminente num futuro próximo
O problema da redução da biodiversidade, não sendo novo, assumiu no século XX – e sobretudo nas suas últimas décadas - proporções nunca antes atingidas, conforme resulta do relatório “Global Diversity Assessment”, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA).
Para diminuir ou evitar a perda da Biodiversidade é necessário preservar umas e de conservar outras espécies. Para tal é necessário criar mecanismos de proteção das espécies, principalmente das em risco de extinção.
Da lista de mecanismos fazem parte, o armazenamento de sementes ou de embriões, manutenção de alguns indivíduos em zoológicos, terrários, aquários e viveiros, até a criação de áreas protegidas e de preservação, que conservam não só as espécies, mas também os ecossistemas onde estas se inserem.
Estes locais permitem que as espécies se reproduzam num ambiente semelhante ao seu habitat natural, e mais tarde, quando preparados para uma vida autónoma os animais são desenvolvidos ao local de origem. A troca de animais entre zoos impede o cruzamento de indivíduos da mesma espécie, evita a consanguinidade e pode promover a variabilidade genética das espécies o que, pelo menos potencialmente, contribuiu para assegurar a sua sobrevivência,.
De acordo com um estudo publicado pela revista Science (em 18 de março de 2011), os Jardins Zoológicos tornaram-se numa peça fundamental para a protecção e conservação dos animais ameaçados de extinção.
De que se alimentam os macacos? Será verdade que os elefantes vêm a preto e branco? Em que ambiente vivem os koalas? Por vezes deparamo-nos com questões a cerca da vida selvagem às quais não conseguimos dar resposta, respostas estas que chegam até nós através dos zoos.
Eles estão presentes em todo o mundo, são acessíveis a uma grande parte da população e mantêm sob seus cuidados uma significativa quantidade e biodiversidade de animais. Deste modo, atuam junto à sociedade e à natureza, não apenas interagindo como museus vivos para apresentar sua coleção de animais ao público visitante, mas também colaborando com a conservação ex situ das espécies que abrigam e in situ, por exemplo, através de uma rede de parcerias e de projetos de investigação.
Atuam de várias formas na conservação das espécies, promovendo a criação em cativeiros, realizando pesquisas em zoologia e biologia das espécies cativas, muitas vezes em parceria com instituições de pesquisas nacionais e internacionais, participam da libertação de animais e também realizam atividades em educação ambiental, aumentando o interesse, afeição e conhecimento do público em geral sobre a fauna silvestre.
Os Jardins Zoológicos apresentam-se como uma forma de incentivar o interesse das pessoas pelo mundo natural, muito para além das grandes cidades e da vida urbana. Direta ou indiretamente, estes locais contribuem para o combate às alterações climáticas e a consequente conservação da natureza e biodiversidade. Ao sensibilizar os visitantes dos problemas que afetam os animais e plantas, estão a contribuir para a sensibilização das pessoas a tomarem atitudes mais responsáveis e ecológicas. Com isto, as pessoas tendem a preocupar-se com a natureza em prol da sobrevivência dos animais. Assim, tende a demonstrar o papel que a ação humana tem na conservação das espécies.
Hoje em dia, os Zoos já não são meros locais de entretenimento, são um recurso valioso, em matéria de educação do público, de conservação das espécies e de investigação científica. 

Zoos: Educação, Conservação e Diversão


Zoos: Educação, Conservação e Diversão
Ana Catarina Pauleta
Colégio Valsassina
Fevereiro 2013
O Jardim Zoológico de Lisboa foi criado em 1884. Este foi o primeiro parque deste tipo a ser fundado na Península ibérica, sendo atualmente um local onde é possível aliar a conservação e a educação. Os Parques Zoológicos têm apostado e esforçado em reproduzir animais em cativeiro e devem assumir-se como um elemento chave para a conservação quer in situ, quer ex situ das espécies que abrigam, contribuindo assim para o combate à redução na biodiversidade.

            O Jardim Zoológico de Lisboa foi criado em 1884. Este foi o primeiro parque deste tipo a ser fundado na Península ibérica. Nele habitam mais de 360 espécies de todo o reino animal. Destas, 54 são EEP’s (the European Endangered species Programme). Atualmente, o Jardim Zoológico de Lisboa é um local onde é possível aliar a conservação e a educação. É também uma fonte de entretenimento e diversão visitado diariamente por centenas de pessoas dos 0 aos 80 anos.
           Um estudo do Governo Alemão e da Comissão Europeia durante a presidência alemã do G8 aponto que a diminuição da biodiversidade pode reduzir para metade os recursos das populações mais pobres do mundo. Também prevê uma descida de 7% no PIB mundial até 2050 causado pela degradação da natureza.
           Uma das formas mais evidentes de redução da biodiversidade é a extinção das espécies. Esta é, muitas vezes, uma consequência de problemas ambientais, políticos, sociais e/ou culturais. O aumento do efeito de estufa, a destruição de habitats, a caça mortífera, as alterações em ecossistemas, são alguns fatores que contribuem para esta diminuição.
Neste contexto, os Jardins Zoológicos assumem cada vez mais um papel de extrema importância no combate à redução da biodiversidade. Estes possuem em cativeiro animais (muitos dos quais em perigo de extinção) e proporcionam lhes um habitat estável e com todas as condições para se reproduzirem. “Um animal feliz no Zoo é aquele que consegue reproduzir muitas vezes.”. Atuam assim na conservação das espécies, promovendo a criação em cativeiros, realizando pesquisas em zoologia e biologia das espécies cativas (com frequência em parceria com instituições de pesquisas nacionais e internacionais). Ao longo dos anos, os Zoos têm apostado e esforçado em reproduzir animais em cativeiro para que os descendestes tenham uma maior possibilidade de sobreviver. Deste modo, os zoos podem, e devem, assumir-se como um elemento chave para a conservação quer in situ, quer ex situ das espécies que abrigam.
Os jardins zoológicos possuem equipas multidisciplinares, com veterinários, zoólogos e biólogos, tratadores, que acompanham todos os animais de modo a conseguir que estes sobrevivam e se reproduzam com sucesso. Há um especial cuidado para tornar o sítio onde os animais vivem o mais parecido possível com a realidade, ou seja, é semelhante aos habitats naturais e são desenvolvidos mecanismos para que os animais tenham os mesmos regimes alimentares como no estado selvagem. Desta forma, os animais não ficam domesticados, podendo, potencialmente, um dia mais tarde voltarem ao mundo selvagem.
Os Zoos também têm como papel fundamental relembrar as pessoas que há milhares de espécies de animais no mundo e que muitas estão em perigo. Permitem uma verdadeira viagem pelo mundo. Estes dão a conhecer os animais a milhares de pessoas, permitindo uma certa interação, de forma a conhece-los e assim sentirem-se sensibilizadas a respeitar a vida animal, contribuindo para aumentar a sua consciência ecológica.
Em suma, os Jardins Zoológicos, não só têm um importante papel na parte da educação, como na parte de conservação de pequenas relíquias do mundo, os animais. Ir a um Jardim Zoológico não só é uma forma de diversão e entretenimento como um adquirir de conhecimentos sobre cada espécie e do mundo, contribuindo assim para o combate à redução na biodiversidade. Com menor diversidade de espécies a vida na Terra torna-se mais sujeita a alterações ambientais. Pelo contrário, quanto mais rica é a diversidade biológica maior é a oportunidade para descobertas no âmbito da medicina, da alimentação, do desenvolvimento económico e de serem encontradas respostas adaptativas a essas alterações ambientais. Como tal, os Jardins Zoológicos assumem-se como um dos pilares fundamentais para a conservação das espécies.

Drenagem ácida condiciona biodiversidade na Ribeira de Águas Fortes em Aljustrel








A drenagem ácida é muito comum nas minas de pirite, e é gerada quando minerais, que se encontram a grande profundidades e que contêm sulfetos, são expostos a ambientes abertos e entram em contacto com oxigénio e água, gerando sulfatos (substâncias ácidas). Estes, quando não controlados, podem contaminar as águas subterrâneas e os cursos de água que circundam a mina.
Uma investigação a um troço da Ribeira das Águas Fortes, uma linha adjacente à Mina de Aljustrel, procurou detectar a presença de macroinvertebrados. Estes, devido á sua sensibilidade aos fatores do meio, podem ser utilizados como um possível bioindicador do estado de linhas de água (Harmitage et. al, 1983 in Alba-Tercedor & Sánchez-Ortega, 1988). Após a recolha de amostras ao longo de uma extensão de 1000m (com amostras de 200 em 200 metros, com início a cerca de 500 metros da sua nascente) e posterior análise, não foi encontrado nenhum macroinvertebrado.
De acordo com a aplicação do índice BMWP[1], a este dado, o resultado final é 0.
Este, segundo esse índice, é indicativo de que o estado da água da ribeira de Águas Fortes é de classe V, ou seja “águas fortemente contaminadas” (Alba-Tercedor & Sánchez-Ortega, 1988).
Relativamente à biodiveridade vegetal na área envolvente da linha de água estudada, constatou-se ser reduzida, encontrando-se principalmente duas espécies, a Lavandula stoechase e a Cistus ladanifer. Esta última é uma planta tipicamente mediterrânea e bem adaptada a solos pouco desenvolvidos (Batista et al., 2012), como é o caso do solo em questão.
Esta mesma espécie apresenta capacidades para se desenvolverem em locais degradados pela atividade mineira, com baixo conteúdo em nutrientes e com elevados teores de chumbo (Pb) no solo, sem apresentarem evidentes sinais exteriores de stress (Abreu et al. 2012). Talvez seja por uma as poucas plantas aqui identificadas por isso mesmo, por ser das poucas que aqui consegue sobreviver.

Francisco Paim, Henrique Avelar. Colégio Valsassina

Agradecimentos: Este trabalho não teria sido possível de se realizar sem a colaboração de Filipe de Avelar, por toda a disponibilidade e apoio, em particular por ter permitido a realização do trabalho de campo na sua propriedade.

Alba-Tercedor, J. & Sánchez-Ortega, A. (1988). Un Método rápidp y simple para evaluar la calidad biológica de las águas corrientes basado en el de Hellawell (1978). Limnética, 4: 51-56 (1988). Asociación Española de Limnologia. Madrid. Spain.
Batista, M. J. ; Abreu, A. A ; Pinto, M. S. (2006) Contribuição do Cistus ladanifer L. para a atenuação dos efeitos da exploração em algumas minas da Faixa Piritosa Ibérica. Évora. [s.n.], 2006. il., 1 figura e 2 tabelas ; Sep. de: VII Congresso Nacional de Geologia : Livro de Resumos, II, 2006, p. 447-450.
Abreu, M.M.; Santo E.S.; Anjos C.; Magalhães M.C.F.; Nabais, C. (2012). Capacidade de absorção do chumbo por plantas do género Cistus espontâneas em ambientes mineiros. Revista de Ciências Agrárias. Disponível online em http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rca/v32n1/v32n1a16.pdf . consultado em 13/10/12.



[1] http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/Macroinvertebrados%20-
%20protocolo.pdf e http://www.cienciaviva.pt/rede/oceanos/1desafio/Macroinvertebrados%20-%20tabela%20familias%20A4.pdf, consultados a 17/11/12.

Centro mineiro de Aljustrel apresenta um elevado potencial económico e social. Vertente ambiental deve mais ser desenvolvida.


Centro mineiro de Aljustrel apresenta um elevado potencial económico e social. Vertente ambiental deve mais ser desenvolvida.







A Faixa Piritosa Ibérica (FPI), onde se encontra a região do Baixo Alentejo, constitui o maior distrito mineiro europeu, estendendo-se por uma faixa de aproximadamente 250 km que atravessa o sul da Península Ibérica, onde são conhecidas várias dezenas de minas.
A mina de Aljustrel localiza-se nessa Faixa, mundialmente reconhecida pela sua riqueza em jazigos de sulfuretos maciços vulcanogénicos, vulgarmente conhecidos por pirites. Esta província metalogenética forma um arco com uma extensão de 250 km de comprimento e 30 a 60 km de largura, que abrange parte do Alentejo, do Algarve e da Andaluzia.
No centro mineiro de Aljustrel conhecem-se reservas superiores a 250 milhões de toneladas de pirite o que faz desta mina uma das maiores da Faixa, a par de Neves Corvo (mina em atividade localizada próximo de Almodôvar), e de Rio Tinto, Los Frailes-Aznalcollar, Tharsis, La Zarza e Sotiel-Migollas (áreas mineiras atualmente abandonadas e situadas em Espanha).
“As minas são tudo, são a nossa vida”. É assim que, Gisela Ramos, habitante na Vila de Aljustrel, descreve a importância que a Mina de Aljustrel representa na economia local.
Mas apesar da sua importância verifica-se igualmente um contributo negativo: o impacto, quer visual quer ambiental, do processo mineiro na região é bastante notório condicionando a qualidade de vida da população devido à contaminação de solos, sedimentos e águas.
Um dos impactes ambientais evidentes neste local é fenómeno conhecido por drenagem ácida. A cor vermelho-acastanhada, evidente na imagem, é bem característica deste problema.
Esta é muito comum nas minas de pirite, e é gerada quando minerais, que se encontram a grande profundidades e que contêm sulfetos, são expostos a ambientes abertos e entram em contacto com oxigénio e água, gerando sulfatos (substâncias ácidas). Estes, quando não controlados (por exemplo, devido a escombreiras ou ao abandono de algumas instalações), podem contaminar as águas subterrâneas e os cursos de água que circundam a mina.
A vila de Aljustrel depende económica e socialmente desta mina, pelo que é necessário procurar um equilíbrio entre a vertente económica, e a vertente social e ambiental.

Carolina Fonseca, Francisco Paim, Henrique Avelar. Colégio Valsassina


Garrano: um património biológico e cultural a preservar


Vidoal (cerca de 1300/1400 m de altitude), Parque Nacional da Peneda-Gerês


O Garrano é um cavalo autóctone peninsular que vive, geralmente, em liberdade. É a figura mais emblemática da biodiversidade milenária de algumas zonas do Noroeste de Portugal.
De acordo com Maria do Mar Oom, professora assistente da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e embaixadora da candidatura da raça a Património Nacional, a raça autóctone Garrana, para além da sua relevância a nível histórico e cultural, é um importante reservatório de variabilidade genética nacional, pelo que os esforços desenvolvidos no sentido da sua conservação e no apoio aos criadores, individuais ou colectivos, são fundamentais, garantindo a utilização sustentada deste recurso genético no meio rural montanhoso do norte de Portugal, onde permanece desde o Paleolítico.
Na imagem é possível observar alguns dos animais que fazem parte do atual núcleo de garranos do Parque Nacional da Peneda-Gerês, fazendo parte da sua fauna autóctone. No total são 15 animais, diz António Rebelo, técnico desta área protegida,.
Pelo seu enquadramento legal, o Parque Nacional da Peneda-Gerês possui, potencialmente, condições para a conservação deste importante recurso biológico, de uma forma holística integrando perspetivas genéticas, ambientais, sociais e culturais.


Agradecimentos: A realização deste trabalho não teria sido possível sem a colaboração da Prof. Maria do Mar Oom, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e de António Rebelo, técnico do Parque Nacional da Peneda-Gerês, pelo tempo e apoio disponibilizados para a realização deste projeto.


Catarina Caçote, Gonçalo Pereira, Joana Duarte. Colégio Valsassina

Spartina maritima: uma solução para remediar a poluição

Sapal do Rio Tejo. Parque Tejo, Lisboa


A permanente pressão antrópica das cidades costeiras tem feito chegar aos ecossistemas aquáticos quantidades crescentes de poluentes nomeadamente, de metais pesados. Neste contexto, merecem destaque as zonas estuarinas e em particular as suas margens. Por apresentarem baixo dinamismo, desenvolvem-se sapais, formados por vegetação herbácea ou arbustiva, sujeita a inundações periódicas como consequência das flutuações do nível das massas de água adjacentes.
As plantas halófitas (tolerantes a níveis médio-altos de salinidade) que aí existem a colonizar os sapais, têm capacidade para reter e/ou fitorremediar os metais, impedindo-os de entrar na cadeia trófica e de ameaçarem o ambiente e saúde pública.
A morraça (Spartina marítima) é uma das plantas existente no sapal do Tejo e é um exemplo de uma planta que tem a capacidade de absorver e acumular metais pesados nos seus tecidos.  Ao promover estes processos, impede-se a entrada de metais pesados na cadeia trófica e a sua ameaça para o ambiente e para a saúde pública.  Por serem bastante benéficos para as populações, deve-se motivar esforços no sentido de conservar as zonas estuarinas e de sapal.

Ana Catarina Pauleta, Beatriz Chagas, Mariana Monteiro. 11º1A. Colégio Valsassina

Garranos bravios do Parque Nacional da Peneda-Gerês: análises coprológicas apontam para uma elevada infeção de parasitas (estrongilídeos)

Encosta do Pisco, Serra do Gerês (cerca de 700 m de altitude). Parque Nacional da Peneda-Gerês

     O Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), considerado pela UNESCO como Reserva Natural da Biosfera e o único parque nacional em Portugal, recebeu a sua classificação em 1971.
Uma das espécies que mais se destaca no âmbito da fauna do Parque Nacional Peneda Gerês são os cavalos Garranos, os quais fazem da fauna autóctone do PNPG. Esta raça de cavalos é bastante antiga e tem conservado a sua morfologia ao longo da história. É comum ser criado em liberdade, sendo portanto um cavalo tendencialmente semi-selvagem dada a mínima intervenção do ser humano na sua criação.
       Em termos morfológicos, o cavalo garrano é um ser de pequeno porte, com altura média de cerca de 1,35 m, com pelagem castanha comum ou castanha escura, sendo mais clara no focinho. As crinas são mais escuras, pretas por vezes, tal como a cauda, com pelos encrespados. São animais que exprimem um temperamento geralmente receoso para com o ser humano quando não criado por si ou na sua presença. Caso estas últimas condições se verifiquem são animais bastante dóceis e ideias para famílias e crianças. É um animal muito resistente, adaptando-se com bastante facilidade a terrenos ingremes, podendo também, quando domesticado, percorrer longas distâncias com cargas consideráveis, sendo um animal ideal para executar tarefas agrícolas.

     Um grupo de alunos do Colégio Valsassina está a desenvolver um estudo que incide, essencialmente, sobre o parasitismo gastrintestinal dos Garranos Bravios do PNPG. A compreensão deste elemento pode contribuir não só para aumentar o conhecimento sobre este grupo de animais, mas acima de tudo pode fornecer dados que visem uma melhor gestão e conservação de um importante património natural autóctone.
     Os primeiros exames coprológicos (análise dos dejetos dos animais recolhidos durante o mês de janeiro) revelam a presença uma elevada prevalência de animais infectados, sendo que os mais comuns são os nemátodes da família Strongylidae, designados vulgarmente por estrongilídeos. Embora ainda provisórios, os resultados obtidos parecem apontar para a necessidade de um regular acompanhamento desta população, visando a avaliação do estado seu sanitário.

Agradecimentos: A realização deste trabalho não teria sido possível sem a colaboração da Prof. Maria do Mar Oom, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e de António Rebelo, técnico do Parque Nacional da Peneda-Gerês, pelo tempo e apoio disponibilizados para a realização deste projeto.

Catarina Caçote, Gonçalo Pereira, Joana Duarte. Colégio Valsassina

domingo, dezembro 02, 2012

No Valsassina os resíduos são bem tratados


No Valsassina os resíduos são bem tratados

Continuamos a receber:
·       Medicamentos fora de uso (no âmbito do concurso “Corrida de sacos” da ValorMed) – até final de abril de 2013
·         Radiografias
·         Resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE)
·         Rolhas de cortiça
·         Tinteiros
·         Óleo alimentar usado
      ·         Pilhas e baterias 

      A  turma que maior quantidade de resíduos recolher é a vencedora do concurso ecoTurma 2012/2013.

Contamos com todos, Por uma geração ecoValsassina…

Peditório Nacional de pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (I.P.O.)



Peditório Nacional de pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (I.P.O.)

A Ecopilhas está a realizar pela 4ª vez em Portugal o Peditório Nacional de pilhas e baterias usadas que irá reverter a favor do Instituto Português de Oncologia (I.P.O.), através da doação de um aparelho de tratamento para doentes oncológicos.
A Ecopilhas é parceira do Colégio Valsassina no âmbito do projeto ecoValsassina.
As pilhas e baterias recolhidas serão contabilizadas no concurso ecoTurma dinamizado no Valsassina.
Contamos com todos para mais uma campanha.




terça-feira, novembro 06, 2012

Concurso «ecoTurma» 2012/2013


Dia Internacional Eco-Escolas no Valsassina

7 Novembro 2012 - Dia Internacional das Eco-Escolas/ World Days of Action

Em mais de 20 países, crianças e jovens em ação por um mundo mais sustentável

No próximo dia 7 de novembro celebra-se aquele que é o primeiro de muitos Dias Mundiais de Ação, em que as crianças de estabelecimentos de ensino que fazem parte do Programa Eco-Escolas, se juntam numa jornada global de contribuição ativa para a construção de mundo melhor. Das Bahamas ao Cazaquistão, do Quênia ao Japão , jovens vão participar em ações lideradas por estudantes para um mundo mais sustentável.

Este dia é concebido para capacitar crianças e jovens para a mudança necessária a um mundo mais sustentável, envolvendo-os em aprendizagens ativas e orientadas para a ação.

O Colégio Valsassina, como Eco-Escola há 10 anos irá assinalar este dia através de várias ações, entre as quais destacamos:

- Hastear da Bandeira Verde 2012, 10h30, entrada principal.

Desafiamos todos para trazer:
- uma Peça de Roupa Verde
- algo que simbolize o esforço em prol de um mundo mais sustentável. Exemplos: um REEE (resíduo de equipamento elétrico e eletrónico) para reciclagem; pilhas usadas, tinteiros usados, medicamentos fora de uso

Mais informações AQUI.

Obrigado
Por um mundo mais sustentável, por uma geração ecoValsassina

domingo, novembro 04, 2012

“O poder do Sol e da vitória”

"O poder do Sol e da Vitória"



Turanor Planetsolar. O maior barco solar alguma vez construído, com 31 m de comprimento e 15 de largura. Faz parte de um projeto que pretendeu dar a volta ao mundo utilizando unicamente energia sustentável, captada por 825 módulos solares. Mesmo que o Sol desaparecesse, a sua autonomia permitir-lhe-ia navegar ainda durante três dias.
A primeira viagem decorreu entre setembro de 2010 e janeiro de 2011. Em 9/9/2012 encontrava-se atracado na marina do Mónaco, onde foi tirada a fotografia.
Turanor, que significa "o poder do sol e da vitória", mostra como é possível caminhar para um mundo livre de energia fóssil.

Trabalho apresentado por Duarte Silva ao concurso internacional 10Action.
Para consultar a página dos trabalho finalistas carregar AQUI.

sexta-feira, novembro 02, 2012

Hastear da Bandeira Verde 2012

Hastear da Bandeira Verde 2012
7 Novembro 2012
10h30


Desafios/atividades:

Traz uma peça de roupa verde
Deixa a tua mensagem: Para um mundo melhor comprometo-me ...
Campanha de recolha (medicamentos, resíduos

7 Novembro 2012 - Dia Internacional Eco-Escolas



quinta-feira, setembro 27, 2012

Prémios de Educação - Reconhecimento Social: Valsassina, A caminho de uma Carbon School


Na edição de 2011 dos prémios de educação "Ensino do Futuro" apresentámos a concurso o projeto "Valsassina: A caminho de uma Low Carbon School".

Na edição deste ano do prémio os projetos de 2011 estão sujeitos a uma categoria especial, "Reconhecimento Social". Será distinguido o projeto que tiver mais comentários/participações no fórum de discussão.

Assim, pedimos a colaboração de todos, participando com um breve comentário/mensagem no fórum sobre o NOSSO projeto.

Categoria "Ambiente e Sustentabilidade"


(Para deixar comentários é preciso fazer o registo no site).

Obrigado pela participação…

segunda-feira, julho 23, 2012

Eco-Escolas e JRA no MEO Kanal


O canal das Eco-Escolas e JRA na Meo: Canal nº 229193 – Eco-Escolas e JRA no MEO Kanal.


Prime o botão verde do comando MEO e insere o nº 229193 para ver o canal "Eco-Escolas e JRA"

Colégio Valsassina distinguido com o Galardão Bandeira Verde 2011/2012.


O trabalho desenvolvido pelo Colégio Valsassina no ano letivo 2011/2012 foi distinguido com o Galardão Bandeira Verde 2011/2012.

Este Galardão certifica a coerência e qualidade do trabalho desenvolvido nas Eco-Escolas.
A entrega da Bandeira Verde está agendada para o próximo dia 10 de outubro em Gondomar.






O ano letivo 2012/2013 marca os 10 anos do Colégio Valsassina na rede Eco-Escolas.

É com orgulho e com uma enorme responsabilidade que olhamos para o trabalho desenvolvido desde 2003/04. 

Por uma Geração ecoValsassina, por um Melhor Futuro...

Aluno do Colégio Valsassina distinguido com uma Menção Honrosa na categoria sénior das XVII Olimpíadas do Ambiente

A final nacional das XVII Olimpíadas do Ambiente realizou-se, em Lisboa, entre os dias 20 e 22 de julho.
De acordo com a organização, no total, participaram este ano cerca de 25000 jovens de todo o país, do 3º ciclo e secundário.
A final nacional contou com a presença de cerca de 60 finalistas nas categorias júnior (3º ciclo) e sénior (secundário), entre os quais os alunos do Colégio Valsassina, Filipa Verdasca (10º1A), Gonçalo Pereira (10º1A) e Pedro Leal (10º1A).

Em cada categoria foram atribuídos três prémios, o 1º lugar e duas menções honrosas (equivalentes ao 2º lugar).

O aluno Pedro Leal foi distinguido com uma Menção Honrosa na categoria sénior.



Os nossos parabéns pelo excelente desempenho.


sexta-feira, julho 13, 2012

Trabalhos do Valsassina premiados no concurso nacional "Jovens Repórteres para o Ambiente"

No âmbito do concurso nacional "Jovens Repórteres para o Ambiente" foram distinguidos os seguintes trabalhos do Valsassina:

Artigo
2º lugar - Professores envolvidos no Programa Eco-Escolas revelam uma atitude positiva na utilização da energia

Vídeo
1º lugar - Drenagem  ácida afeta rede hidrográfica da região de Aljustrel ácida


Fotorreportagem

1º lugar - Drenagem Ácida


Os nossos parabéns aos alunos autores/responsáveis pelos trabalhos.

Trabalhos do Colégio Valsassina distinguidos no projeto Eco-Repórter


No âmbito das “Escolas com energia” foi dinamizado o desafio, para as Eco-Escolas e JRA: eco-repórter da energia.
A proposta é a da realização de um conjunto de investigações (inquéritos, entrevistas, recolha de informação) em torno da eficácia e eficiência com que utilizamos a energia. Os enfoques poderão ser diversos: das energias renováveis, aos hábitos de consumo; dos hábitos de mobilidade às implicações do consumo de energias no aquecimento global.
Os trabalhos jornalísticos de temática ambiental e energética deverão investigar uma realidade concreta ou local, integrando entrevistas e dados factuais. Deverão igualmente ser compostos por peças escritas com fotografias e/ou por peças em vídeo e/ou áudio, de acordo com duas modalidades: Artigo/reportagem e Vídeo.~

Foi apresentado a concurso um artigo em cada categoria (3º ciclo e secundário).

Os trabalhos submetidos foram distinguidos com o 1º lugar:

1º Escalão (3º ciclo)Telhados verdes


Concurso de recolha REEE

No âmbito da campanha de recolha de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE), projeto Geração Depositrão, foi dinamizado um concurso Inter-Turmas.

A grande vencedora foi a Turma B do 5º ano que recolheu 1046 kg de REEE.

Os nossos parabéns a todos os alunos e suas famílias pelo excelente desempenho.

domingo, junho 17, 2012

Professores envolvidos no Programa Eco-Escolas revelam uma atitude positiva na utilização de energia. Estudo envolveu 649 participantes de todo o país.


A maioria dos professores envolvidos no programa Eco-Escolas refere evitar o uso de ferro de engomar em casos pontuais; usa programas de baixa temperatura na máquina de lavar roupa e opta pela compra de eletrodomésticos mais eficientes. Estes são alguns dos dados de um estudo que decorreu em janeiro e fevereiro, deste ano, e que envolveu 649 elementos. A generalidade dos inquiridos tem um conhecimento médio-alto sobre o uso eficiente e poupança de energia e uma atitude “positiva” face à conservação de energia. No entanto, há dados que motivam reflexão, tal como o facto de uma parte significativa dos participantes ainda deixar equipamentos, como as televisões, em stand-by.

A Educação para a Sustentabilidade é particularmente importante perante a atual crise e a escola desempenha um papel fundamental. Neste contexto, foi desenvolvido, em janeiro e fevereiro de 2012, um estudo, através do qual se pretendeu identificar comportamentos relacionados com o consumo de energia. Contou com a participação de 504 professores envolvidos no programa Eco-Escolas (EE) e 145 elementos do Colégio Valsassina (CV), uma Eco-Escola há 9 anos.
Quando questionados sobre quais os principais comportamentos relacionados com o consumo de energia, os inquiridos demonstraram que, de uma forma global, têm um desempenho ambiental de nível médio bom. Por exemplo, a maioria dos participantes (92% EE; 93/CV) afirma: evitar o uso de ferro de engomar em casos pontuais; optar (sempre ou muitas vezes) pela compra de eletrodomésticos mais eficientes (89% EE; 86% CV); assim como pela compra de lâmpadas economizadoras (93% EE; 92% CV). A maioria (88% EE; 81%CV) usa (sempre ou muitas vezes) programas de baixa temperatura na máquina de lavar roupa. Por sua vez, considerando as respostas “sempre” e “muitas vezes” 97% dos participantes refere apagar sempre as luzes de uma divisão quanto esta está vazia.
Por outro lado, no Colégio Valsassina, 21% dos participantes declara (sempre ou muitas vezes) deixar os carregadores de telemóveis ligados depois da bateria estar completamente carregada; na rede EE, apenas 41% dos participantes desligam sempre os equipamentos no próprio aparelho.
Parece verificar-se que a generalidade dos inquiridos tem um conhecimento médio-alto sobre o uso eficiente e poupança de energia e uma atitude “positiva” face à conservação de energia. Este resultado pode ser justificado pelo envolvimento dos participantes no programa EE e pela temática deste, o que estará relacionado com motivação e conhecimento para atuar.
Este estudo envolveu maioritariamente mulheres, o que, de certa forma, está de acordo com o facto destas estarem em maior número na atividade docente. Corroborando, um estudo publicado pela Revista Climatização (Maio/Junho 2011), demonstra que é o público masculino, em geral, quem demonstra estar menos sensibilizado para esta temática”.


Funcionários do Colégio Valsassina numa ação de informação e sensibilização sobre eficiência energética. Este tipo de iniciativas são frequentes nas Eco-Escolas e, tal como afirma Luís Cássio, funcionário do Colégio Valsassina, “contribuem para uma postura mais pró-ativa na gestão dos recursos”.


Os resultados obtidos encontram semelhança na investigação Energyprofiler[1] que revelou que, a generalidade dos portugueses possui um conhecimento “médio-alto” sobre o uso eficiente de energia e que a maioria das pessoas considera importante poupar energia. Também o estudo realizado pelo Observa[2] revela que muitos portugueses optam por uma postura pró-activa, sobretudo em sua casa, no sentido de uma maior eficiência na gestão dos recursos.
De uma forma geral este estudo revela que os professores envolvidos no programa Eco-Escolas apresentam uma atitude que se pode considerar positiva face ao consumo de energia. Contudo, sugere também a necessidade de desenvolver certas ações, como por exemplo: combater o “stand-by”; e promover a adoção de práticas de monitorização de consumos em casa.


Carolina Fonseca, Catarina Pauleta, Catarina Soares, Diogo Oliveira, Diogo Silva, Gonçalo Pereira, Joana Duarte, Júlia Sales Estaca, Manuel Portela, Maria João Sancho, Maria Inês Ferrão, Patrícia Nascimento, Pedro Leal, Vasco Diogo.
Jovens Repórteres para o Ambiente. Colégio Valsassina


[1] http://www.energyprofiler.info/sobre.php. Investigação realizada em Janeiro de 2010, da responsabilidade da Energaia e financiada pela ERSE. . Consistiu na  realização de um inquérito telefónico à escala nacional a mais de 1000 agregados familiares. Este consistiu num estudo e análise de perceções, atitudes, competências e padrões de utilização de energia por parte do sector residencial.
[2] Disponível on line em http://ecoline.ics.ul.pt. Este estudo envolveu 700 inquéritos em todas as regiões do país.