domingo, julho 27, 2008

Vais viajar?

Aproveita as férias para te conheceres melhor!...

Sabes qual é o teu impacto no planeta Terra?



Sabias que...

  • O rótulo ecológico europeu é um sistema de certificação ambiental aplicado também aos serviços de alojamento turístico e aos parques de campismo que apresentem uma política ambiental.
  • A Chave-Verde é um galardão internacional de educação ambiental que promove o turismo sustentável através do reconhecimento de boas práticas.

Quando fores de férias está atento aos locais onde ficas alojado!

sábado, julho 26, 2008

Nas férias...

São os pequenos gestos de todos que nos permitem acreditar num futuro sustentável:

Ainda a saída ao Geoparque...

Sobre a saída de campo ao primeiro Geoparque português não deixem de consultar o texto de António Grilo na edição online da Forum Estudante.

quinta-feira, julho 03, 2008

Ecovalsassina - cenário para 2008/09

Como cidadãos, as crianças e os jovens devem aprender a tomar decisões relativas ao ambiente e a estar conscientes relativamente à tomada de certas decisões políticas que podem ter consequências ambientais. As experiências educativas de projectos de temática ambiental, recorrendo ao trabalho dentro e fora da sala de aula, utilizando o ambiente como recurso e integrando saberes e métodos de pesquisa de diferentes áreas disciplinares, podem contribuir para a formação integral dos alunos e para a construção de uma cidadania participativa e consciente (in Educação Ambiental, Guia anotado de recursos, IIE, 2001).

Com base no trabalho desenvolvido ao longo dos últimos 5 anos consideramos fundamental continuar a implementar a metodologia do Programa Eco-Escolas no próximo ano lectivo no Colégio Valsassina. Este projecto só terá razão de ser se se desenvolver a longo prazo. Só assim conseguiremos:
  • Dar seguimento ao trabalho desenvolvido neste ano lectivo;
  • Reforçar as parcerias estabelecidas;
  • Envolver cada vez mais professores e funcionários no domínio da Educação Ambiental;
  • Motivar cada vez mais alunos, utilizando como estímulo o trabalho e os resultados obtidos;
  • Melhorar o desempenho ambiental do Colégio Valsassina.
  • Conduzir a uma efectiva mudança de atitudes.

Relativamente aos temas que provavelmente serão abordados no futuro, pensamos dar seguimento ao trabalho desenvolvido nos últimos anos. Sendo assim todos os temas propostos pelo Programa Eco-Escolas serão tratados no Colégio Valsassina.
Em 2008/09 o tema das alterações climáticas continuará a ter um destaque no plano de acção através do nosso projecto Gestão Voluntária de Carbono. Áreas como a eficiência energética e a mobilidade sustentável terão assim um tratamento prioritário, de modo a desenvolver esforços para reduzir as emissões de CO2 do Colégio.

Pretendemos em 2008/09 reduzir em 2% a pegada Carbónica do Colégio Valsassina, tendo por base o ano de referência 2006/07.

Pegada Carbónica do Colégio Valsassina

Para mais informações carregar aqui.

Ecovalsassina: Monitorização ambiental - alguns dados...

Balanço 2007/08

segunda-feira, junho 30, 2008

Candidatura ao Galardão Bandeira Verde 2007/08

No final de mais um ano lectivo é altura para fazer um balanço das actividades e proceder à candidatura ao Galardão Bandeira Verde.
O Relatório de Actividades já está concluído e pronto para ser consultado por todos os interessados.

Tendo por base o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos consideramos fundamental continuar a implementar a metodologia do Programa Eco-Escolas no próximo ano lectivo no Colégio Valsassina. Este projecto só terá razão de ser se se desenvolver a longo prazo. Só assim conseguiremos:
  • Dar seguimento ao trabalho desenvolvido nos últimos anos;

  • Reforçar as parcerias estabelecidas;

  • Sensibilizar a comunidade educativa para a adopção de estratégias promotoras de um desenvolvimento sustentável, contribuindo para a consciencialização ecológica e ética;

  • Envolver cada vez mais professores e funcionários no domínio da Educação Ambiental;

  • Motivar cada vez mais alunos, utilizando como estímulo o trabalho e os resultados obtidos;
    Melhorar o desempenho ambiental do Colégio Valsassina.

Após cinco anos de trabalho Eco-Valsassina é hoje o centro de uma rede de projectos desenvolvidos no Colégio Valsassina. Desta forma as actividades propostas assumem um carácter de maior interdisciplinaridade e transversalidade ao longo dos níveis de ensino.
Por outro lado, a opção pela abordagem do trabalho de projecto justifica-se por este ter como principio um método de trabalho que requer o empenhamento de cada indivíduo, dentro do grupo, de acordo com as suas capacidades, com vista ao estudo de um problema e à procura de soluções para o mesmo. Proporciona situações em que é fundamental trocar opiniões para decidir o que fazer, facilitando deste modo a socialização, e, particularmente, a apropriação ou internalização, em sentido lato, de valores democráticos indispensáveis ao estilo ambiental de educação.


terça-feira, junho 10, 2008

YOUNG REPORTERS FOR THE ENVIRONMENT - Awards 2008 - 1º prémio para alunos do Valsassina

A foto-reportagem dos alunos André Correia (11º1A); Carlos Ruivo (11º1A); e Joana Magalhães da Silva (11º1A) foi eleita a melhor deste ano lectivo a nível internacional.
Para mais informações consultar a página oficial dos "youngreporters for the environment".

Workshop "A caminho de uma low carbon school"

As conclusões dos grupos de discussão estão disponíveis para consulta - carregar aqui.
Estamos agora em condições de poder concluir, até meados de Julho, o documento que servirá de base à Estratégia e Política Low Carbon School do Colégio Valsassina.
Estamos à espera do vosso contributo para ecovalsassina@hotmail.com

Participação do Colégio Valsassina nas Olimpíadas do Ambiente: 3 vencedores nos últimos 4 anos

As Olimpíadas do Ambiente (OA) são uma iniciativa da QUERCUS e da Escola Superior de Biotecnologia do Porto e têm por objectivo a mobilização e sensibilização da comunidade escolar em prol da protecção do Ambiente e da Conservação da Natureza.
Este projecto estabelece duas categorias distintas de acordo com o nível de ensino a que os alunos pertencem; assim, na categoria A concorrem os alunos do 3º Ciclo (7º ao 9º ano) e na categoria B concorrem os alunos do Secundário (do 10º ao 12º ano).
As OA têm por objectivos fundamentais: incentivar o interesse pela temática ambiental; desenvolver e aprofundar o conhecimento sobre a situação ambiental portuguesa; promover o contacto com situações experimentais concretas e resolução de problemas específicos; estimular a capacidade de expressão oral e escrita; recompensar o espírito científico; e estimular a dinâmica de grupo e o espírito de equipa.
As OA incluem duas eliminatórias locais e uma final nacional. As provas escritas são individuais e sem consulta. As questões abrangem 7 grandes áreas temáticas: conservação da natureza; recursos naturais; poluição; estilos de vida; ameaças globais; política ambiental; realidade portuguesa.

Relativamente à participação do Colégio nas Olimpíadas tem-se constatado um crescente interesse e adesão dos alunos a iniciativas deste tipo. A participação tem permitido aos alunos trabalharem de uma forma autónoma sendo um meio privilegiado para se adquirirem certas competências, e ao mesmo tempo, contribuir para adquirir, certos valores que incluam um vivo interesse pelo ambiente e uma motivação suficientemente forte para participarem activamente na protecção e na melhoria da qualidade do ambiente.

É com elevada satisfação e orgulho que verificamos que nos últimos quatro anos três alunos do Colégio venceram a categoria B, designadamente: Francisco Silveira, em 2004/05; Pedro Silva, em 2005/06; e António Grilo, em 2007/08.

Em forma de balanço considerámos interessante recolher algumas opiniões junto destes alunos. Nos três casos encontramos pontos comuns: a motivação; o empenho; a humildade e exigência em querer aprender sempre mais; e a responsabilidade individual acrescida com a conquista do primeiro prémio.

Qual o principal motivo que levou a participar nas OA?
Francisco Silveira (FS) - Os temas sempre me disseram muito, são assuntos pelos quais sempre me interessei e dos quais sempre tentei saber mais e melhor. Sempre fui interessado em temas como biologia, ecologia, ambiente, desde pequeno. Devo realçar a importância do papel dos pais em fomentar e alimentar este interesse. Os meus pais, por exemplo, sempre me ofereceram livros bons e nunca livros infantis, o que certamente me estimulou.
Pedro Silva (PS) - Como a protecção do meio ambiente era algo em que eu, já no sétimo ano, me empenhava e era um assunto sobre o qual me mantinha informado, foi muito fácil começar a participar nas OA, nesse mesmo ano. Como ia tendo sucessivamente melhores resultados, decidi continuar, até por ter adorado a atmosfera da final que foi passada em S. Pedro do Sul, em 2005.
António Grilo (AG) - Depois de conhecer as OA foi o entusiasmo que a escola me incutiu pelas questões ambientais que me levou a participar nas OA. Depois da eliminatória final do ano passado ganhei ainda mais ânimo para voltar.

Importância a nível pessoal da participação nas OA?
FS - Nunca pensei ganhar. Há sempre essa aspiração mas no meu caso sempre me pareceu um objectivo distante. Acho que é a tendência natural de todos pensar assim. Participei pelo menos três vezes, uma das quais ganhei, noutra passei à segunda fase e noutra ainda estive muito perto de passar mas não consegui por um ou dois pontos percentuais. Acho que o participar e ter algum sucesso é fundamental porque nos ajuda a ter confiança, pensar que se pode ir mais longe. A nível pessoal é sempre importante ser premiado e saber que alguém reconhece o nosso valor, para além de ser algo que posso dizer com orgulho e que fica bem num currículo. Penso que isso é o principal.
PS - Na minha passagem pelas OA aprendi muito sobre ambiente, percebi que há problemas ambientais mais complexos do que parecem, e que não estão a ser devidamente resolvidos, que as nossas pequenas acções têm no seu conjunto grandes consequências, pelo que nas nossas escolhas recai uma grande responsabilidade.
Na final conheci novas pessoas e fiz muitas amizades, naquela atmosfera fantástica, descontraída e estimulante em que, durante longas caminhadas e boas refeições também discutíamos problemas ambientais. As amizades também incluem alguns dos meus amigos do Valsassina que foram comigo à final.
AG -Uma das coisas que mais me agradas nestas olimpíadas é a forte componente pessoal que desenvolve. A par com um enorme desenvolvimento técnico e de apresentação oral no imediato de algo que nos era até então desconhecido somos convidados a um enorme convívio com todos os participantes de ambas as categorias o que possibilita também um grande desenvolvimento das competências pessoais individuais de cada finalistas. Como sou um enorme apologista das relações humanas e de tudo o que elas trazem de benéfico à sociedade e a cada indivíduo acho que as olimpíadas gozam de uma harmonia perfeita entre a componente cognitiva e pedagógica e a componente social e pessoal.

O que mudou após a vitória?
FS - Fiquei muito orgulhoso e como eu, os meus pais, familiares, amigos e professores. Não estava nada à espera de ganhar e foi uma excelente surpresa. Mais do que os prémios recebidos, ganhar umas Olimpíadas do Ambiente a nível nacional, nas quais participam milhares de estudantes é muito bom.
PS - Assim que percebi que tinha ganho, fiquei muito contente e também muito confuso, não queria acreditar.
Mais tarde vim a perceber que ganhara também uma responsabilidade acrescida para com as pessoas à minha volta: tornei-me ainda mais activo na protecção do ambiente e passei a seguir a actualidade ambiental nacional e internacional com renovado interesse.
A minha vida pessoal não se alterou.
AG - A nível pessoal acho que a única coisa que mudou foi a responsabilidade que tenho perante todos os concorrentes e demais cidadãos na defesa e conhecimento sobre a temática ambiental na qual tento manter-me sempre actualizado.

E o papel da escola, que influência teve nos resultados obtidos nesta competição?
FS - A escola, representada principalmente pelo meu professor de Biologia e Geologia que era quem seguia estes processos mais de perto, teve um papel fulcral. O professor João Gomes deu-nos todo o apoio que pôde e sempre nos incentivou a participar, algo que se provou e continua a provar útil tendo em conta que os alunos do colégio têm tido boas prestações nas Olimpíadas do Ambiente.
PS - A escola sempre apoiou todos os alunos que participaram nas OA, quer financeiramente quer moralmente. Em particular, o professor João Gomes, motivou-nos e acompanhou-nos até à final, fornecendo-nos um excelente dossier de informação e testes de outros anos, tirando dúvidas e dando sempre conselhos, inclusivamente na preparação dos trabalhos individuais que foram necessários na segunda fase, há alguns anos.
O seu apoio, pelo qual estou muito grato, foi muito importante e sentiu-se até durante a final, na qual estávamos, obviamente, por nossa conta.
AG - A escola tem, ou teve no meu caso, o papel primordial na participação nas OA. Foi a escola que me colocou em contacto com as OA e que me mostrou o que era a prova e as vantagens que estas têm a nível pessoal e de conhecimento. Foi a escola que, em grande parte me formou como cidadão ambientalmente consciente que hoje me considero e é a escola que em grande medida me mantém actualizado nesta temática. É por isso à escola que agradeço a minha participação nas OA.

Em apenas 5 palavras como descreves a tua passagem pelas OA:
FS – Não consigo responder com clareza…
PS - 1. Séria; 2. Divertida; 3. Marcante; 4. Estimulante; 5. Responsabilizadora
AG - 1. Companheirismo; 2. Conhecimento; 3. Amizade; 4. Competição; 5. Vitória

Há algo que queiras acrescentar?
FS - Tentei definir a minha participação em 5 palavras mas é difícil. Foi claramente um momento feliz, aquele em que ganhei principalmente. Senti que tinha cumprido o meu dever e que tinha provado alguma coisa a mim e aos outros. Encorajo todos os alunos do colégio a participar nestas Olimpíadas e noutras e a interessarem-se por temas que gostem, a serem empenhados em saber mais do que é preciso para os testes, a tentarem superarem-se e a serem sempre melhores. Cada vez mais a selecção de pessoas aperta e eu acredito plenamente que quem procura a excelência faz a diferença. Não é preciso ser um génio para se ser bom, é preciso é ter vontade de trabalhar e garra para enfrentar os desafios.
AG - Que continuaria a participar nas OA por tudo o que elas são a nível do desenvolvimento de cidadãos.

Agradecimentos: António Grilo; Francisco Silveira; Pedro Silva.

domingo, junho 08, 2008

Blogues escolares sobre ambiente no PÚBLICO na Escola de Maio

Em diversos estabelecimentos de ensino, há blogues que se têm revelado muito úteis para promover uma educação ambiental. O Boletim PÚBLICO na Escola de Maio apresenta alguns desses exemplos que vale a pena seguir
A educação ambiental é hoje empreendida na generalidade dos estabelecimentos de ensino, que promovem, constantemente, as mais diversificadas iniciativas. Para ajudar nesse trabalho, surge, não raras vezes, a ideia de criar um blogue, que se revela sempre de uma enorme utilidade. É que os blogues permitem que a comunidade escolar (e não só) acompanhe o que se vai fazendo, ficando mais sensível em relação a determinados problemas e aprendendo como se deve fazer para os minorar ou resolver.
in Publico.pt

quinta-feira, junho 05, 2008

Um novo cancro ecológico: o ataque das espécies invasoras

“Antes de os seres humanos começarem a deslocar-se pelo planeta, as espécies movimentavam-se a um ritmo geológico. Actualmente, estas movimentam-se cada vez mais depressa e para mais longe do que alguma vez fariam ou poderiam deslocar-se na natureza.”(Jim Carlton, 2005)
Praticamente em todas as regiões e ecossistemas do planeta, animais e plantas que evoluiram noutros lugares estão a aparecer onde não são desejados: foram transportados pelos seres humanos inadvertida ou intencionalmente, estabelecendo-se em novas zonas do globo. Estas espécies, inicialmente apenas exóticas, isto é não nativas da região onde se encontram, evoluem, frequentemente, expandindo-se natural e rapidamente em meios onde habitualmente não pertencem: transformam-se em bio-invasores que, pelas suas fortes capacidades de adaptação e competição, interferem com o desenvolvimento natural dos ecossistemas, pondo em risco comunidades indígenas.
De acordo com Marchante, H. (2001), em Portugal, o número de espécies vegetais exóticas sofreu um aumento considerável de mais de 1000% ao longo dos dois últimos séculos. Enquanto em 1800 eram listadas 33 espécies subespontâneas, actualmente contam-se cerca de 500. Destas, quase 40% são actualmente consideradas invasoras ou potenciais invasoras, incluindo infestantes agrícolas e invasoras de habitats naturais; 7% são classificadas com invasoras perigosas no território português.
A proliferação de exóticas induz, muitas vezes, alterações no ténue equilíbrio dos ecossistemas, quer pela alteração da sua estrutura e funcionamento, quer pelo aumento da competição, e alteração dos recursos disponíveis, provocando danos significativos em populações endémicas.
O ecologista E.O.Wilson coloca as espécies invasoras na segunda posição da lista dos responsáveis pela destruição de habitats e pela perda de biodiversidade, devido à magnitude da ameaça.
Ao removermos barreiras naturais à movimentação das espécies, alteramos a natureza dos ecossistemas, substituindo gradualmente comunidades únicas, por comunidades monoespecíficas ou com reduzida variabilidade: um mundo empobrecido de generalistas robustos, onde os mais aptos se repetem, num processo de “uniformização global”.
“Enquanto sociedade, adoptámos um modo de agir exclusivamente reactivo”, diz David Lodge, da Universidade de Notre Dame. “As espécies invasoras não são iguais a outras formas de poluição: não param de alastrar só porque deixamos de libertá-las no ambiente. Elas vão crescendo de forma contínua e acelerada. Não fazer nada para o travar é uma política especialmente prejudicial.”
O controlo deste problema antropogénico peturbador exige rapidez e dinheiro, numa estratégia cujas fases são indissociáveis: a prevenção, quer pela divulgação do problema, quer pela criação de medidas reguladoras (entre as quais os princípios da precaução e do “poluidor-pagador”); a erradicação, pela aplicação de estratégias de eliminação direccionada; e o controlo, assente na monotorização das áreas com elevado interesse biológico.
Muitos ecossitemas estão tão mudados que não são reconhecíveis: para eles, o caminho da recuperação já não é possível.
No entanto, ainda possuímos bens infinitamente preciosos. Ficar de braços cruzados e assistir à sua destruição seria bem pior do que um gesto louco: as gerações futuras chamar-lhe-iam imperdoável.

Bibliografia:
McGrath, S.; Farlow, M. (2005). O ataque das espécies invasoras; National Geographic, nº48, 93-117.
http://pensaraterra.blogspot.com/ (24.05.2008)
http://www.naturlink.pt/ (17.05.2008)
http://www.ci.uc.pt/ (17.05.2008)


Ana Filipa Louro, 11º1A

Dia Mundial do Ambiente


A não perder o "alfabeto" do Dia Mundial do Ambiente!

quarta-feira, maio 28, 2008

Aluno do Colégio Valsassina em Missão no Rock in Rio

Jovens Repórteres para o Ambiente na Cidade do Rock
Missão: investigar as preocupações de sustentabilidade do Rock in Rio-Lisboa 2008!


Fruto do desenvolvimento de uma parceria entre a Organização do Rock in Rio-Lisboa 2008 e a Foundation for Environmental Education em Portugal (FEE Portugal- Associação Bandeira Azul da Europa), um conjunto de 14 jovens de diversas escolas secundárias e profissionais de norte a sul do país, terão a oportunidade de vestir a camisola de Jovens Repórteres, durante a realização do evento Rock in Rio-Lisboa 2008, aplicando a metodologia deste programa de Educação Ambiental ao longo dos 5 dias do evento.
A parceria agora anunciada integra-se no contexto do Projecto Social do Rock in Rio-Lisboa 2008 que adopta como tema as “Alterações Climáticas”. Dando continuidade à proposta das três últimas edições do Rock in Rio, em que se visava mobilizar as pessoas em prol de “Um Mundo Melhor”, o evento de 2008 tem como objectivo chamar a atenção das pessoas e sensibilizá-las para que contribuam para a melhoria das condições sociais através de atitudes quotidianas.
O Programa Jovens Repórteres para o Ambiente, no qual estão envolvidos 17 países da FEE, conta em Portugal com a participação de cerca de 75 escolas do ensino secundário e profissional, disseminadas pelo território nacional. Durante o ano lectivo o Jovem Repórter realiza investigações locais e divulga na internet e nos media ao seu alcance as reportagens ambientais. A participação em Missões, como acontece agora durante o Rock in Rio-Lisboa 2008, constitui uma das actividades que integram o projecto que anualmente premeia não só os melhores trabalhos jornalísticos em português e inglês mas também os alunos mais empenhados que são enviados em “missão jornalística” para diferentes locais em Portugal ou no estrangeiro a fim de realizarem reportagens de carácter ambiental.
Os jovens agora seleccionados para acompanhar o evento, candidataram-se a esta “Missão” fazendo investigação prévia de alguns dos temas que procurarão reportar no local do evento. Aspectos como a responsabilidade social ou a minimização da pegada carbónica através de várias acções como a utilização de energias renováveis, a articulação com a rede de transportes públicos ou a separação de resíduos, são alguns dos exemplos.
Os trabalhos que serão realizados durante o evento com o acompanhamento de elementos da Fee Portugal e de jornalistas do Rock in Rio serão publicados e divulgados em diversos locais, incluindo a Internet. Esta Missão conta ainda com o apoio do Colégio Valsassina que acolherá os Jovens Repórteres, uma Eco-Escola e escola JRA localizada nas imediações da cidade do Rock e premiada no Concurso Rock in Rio Escola Solar e da ERP Portugal.

Mais informações em: www.abae.pt/programa/JRA.

Texto: Margarida Gomes, Coordenadora pedagógica da ABAE

Equipa do Projecto "Escola Solar" Rock in Rio

Fotografia "Agência Zero"

Foto-reportagem da sessão de entrega de prémios do concurso escola solar

"Escola Solar" do Rock in Rio inaugura paineis fotovoltaicos no Colégio Valsassina

Alunos autores do projecto acompanhados por Roberta Medina (Rock in Rio), Rui Lobo (administrador da Lobosolar) e João Valsassina (Director Pedagógico do Colégio).
Fotografia "Agência Zero"


Fotografia "Agência Zero"


O dia 27 de Maio ficará marcado na história do Colégio como o dia que foi inaugurado o sistema fotovoltaico no âmbito do passatempo Escola Solar Rock in Rio. O grupo de alunos do Colégio Valsassina apresentou o projecto e mostrou porque razão esta foi uma das escolas vencedoras.
O desafio lançado pela organização do Rock in Rio-Lisboa previa a criação de um projecto que incluísse a utilização de energias alternativas de forma integrada nas comunidades locais. Com o projecto - Marvila em acção contra o carbono, este projecto visa "tornar o colégio numa instituição de baixas emissões de carbono e, a curto prazo, caminhar para uma comunidade de baixo carbono", referem os alunos que fazem parte do grupo Eco-Valsassina.
Com este projecto, os alunos pretendem elaborar e implementar um sistema de Gestão de Carbono associado às actividades do Colégio Valsassina de forma a integrar as diversas questões ambientais onde a escola tem impacto. Reduzindo o consumo energético e consequentemente as emissões de gases com efeito de estufa pela implementação de medidas de redução de emissões, o Colégio Valsassina estará no caminho de se constituir como uma Low Carbon School, ou seja, uma escola onde as preocupações com o impacto da sua actividade no clima foram integradas na sua gestão quotidiana, levando à realização de acções que reduzem o seu impacto no clima.
José Sá Fernandes, vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Lisboa, gostou de ouvir os alunos e enalteceu a necessidade de sestas parcerias público-privadas para a criação de medidas pró-ambientais. "Este é o caminho. Estamos todos no mesmo barco e agora é remarmos todos na mesma direcção", disse Sá Fernandes.
O vereador diz ainda que a autarquia está em vias de aprovação o novo regulamento de edificações com vista à tomada de medidas que incluam a utilização de energias renováveis. Uma das grandes apostas de Sá Fernandes é a "união dos parques transformando-os em corredores verdes". Se conseguirmos fazer isso, adianta, "vamos perceber aos poucos que Lisboa é uma cidade verde. Tenho esperança que em Agosto de 2009 já vamos perceber isso e em 2010 já será uma certeza", disse o vereador.
Os painéis fotovoltaicos são instalados nas escolas pela Lobosolar, parceira do Rock in Rio neste projecto. Rui Lobo, administrador da Lobosolar, garante que a empresa "vai continuar a apoiar todos aqueles que se mostrem interessados na promoção desta tecnologia que começa a ser competitiva mesmo quando comparada com outras fontes mais tradicionais e utilizando combustíveis poluentes de geração de energia eléctrica".
A BP, um dos patrocinadores sociais do Rock in Rio-Lisboa, em conjunto com a Controlinveste, olha para as preocupações manifestadas pelos jovens com o ambiente "com muita satisfação". Quem o diz é o presidente da BP, António Comprido que recorda ainda que a empresa "foi a primeira empresa na indústria que alertou para as alterações climáticas e voluntariou-se a ela própria para reduzir as suas emissões. O que conseguiu fazer".
Sobre o desafio lançado por José Sá Fernandes, que pediu para a empresa investir mais, António Comprido lembra que a BP tem participado em várias iniciativas de reflorestação e vê com bons olhos novas oportunidades desde que elas se enquadrem nos nossos planos de negócios e haja capacidade financeira para suportá-las".Nesta apresentação esteve também presente Roberta Medina, Vice-Presidente do Rock in Rio, João Valsassina, Director do Colégio Valsassina, Joaquim Oliveira, Presidente da Controlinveste, Teresa Evaristo, Sub-Directora da DGIDC, António Gonçalves Henriques, Presidente da Associação Portuguesa do Ambiente, António Perdigoto, Director Geral da DGEG.

quarta-feira, maio 21, 2008

Menção honrosa no concurso de Construções ecológicas da CML - DESS

O "Zezão" - ecoponto Azul, de um grupo de alunas do 8º ano, foi o trabalho premiado.

quarta-feira, maio 14, 2008

IV Congresso Infanto Juvenil sobre Sustentabilidade

Pelo quarto ano consecutivo vai realizar-se o Congresso Infanto Juvenil sobre Sustentabilidade que decorrerá este ano no dia 30 Maio, no Tagus Park.
A organização está cargo do Centro de Orientação e Ocupação de Tempos Livres (Linda-a-Velha).
A exemplo das três edições anteriores o Colégio Valsassina vai apresentar uma comunicação no painel Educação Ambiental. Desta vez a tarefa está a cargo dos alunos de 5 anos que irão apresentar o seu trabalho no âmbito do Ano Polar Internacional.
Brevemente daremos mais informações.

Concurso de Construções Ecológicas - CML/DESS

A Câmara Municipal de Lisboa através da Divisão de Educação e Sensibilização Sanitária dinamizou mais uma vez um Concurso de Construções Ecológicas.
Tendo em conta o nosso trabalho no Colégio Valsassina não podíamos deixar de estar presentes. Na edição deste ano foi enviado para concurso:
- um Ecoponto azul "O Zezão". Trabalho colectivo de um grupo de alunos do 8º ano;
- "os animais dos pólos - um pinguim e uma foca" . Trabalho colectivo dos 5 anos, turma A, e dos colegas do 7º ano.
- Mascote do projecto do Rock in Rio. Elaborado por utentes da CERCI Lisboa, na sequência da parceria estabelecida para o projecto "Marvila em acção contra o carbono".
Todos os trabalhos irão estar expostos no Parque Ecológico de Monsanto entre 15 e 25 de Maio.
A não perder...

segunda-feira, maio 12, 2008

A Biodiversidade no Geopark Naturtejo da Meseta Meridional

Um dos aspectos mais fascinantes da vida na Terra é o número extraordinário de espécies existentes. Basta um rápido olhas sobre as diferentes paisagens para nos darmos conta de que o número de espécies diferentes que se podem encontrar numa determinada área, aquilo a que os ecologistas apelidam de “biodiversidade”, diminui à medida que passamos das zonas tropicais para as temperadas, até chegar aos pólos.
Nos dias 11,12 e 13 de Abril visitámos o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional. Este representa uma área limitada que contém um grande número de locais não só de interesse geológico mas também de interesse biológico e histórico-cultural, isto porque reporta consigo vestígios de uma Terra ancestral, funcionando como testemunhas-chave da História da Terra que é necessário preservar.
Os objectivos da criação de um parque com estas condições são a conservação, a educação (por forma a divulgar a sua relevância) e o turismo rural (promovendo um desenvolvimento sustentável).
O seu interesse biológico traduz-se na diversidade de organismos que habitam o parque, ou seja, da sua biodiversidade.
A biodiversidade, ou seja, a diversidade de vida, é constituída pela maravilhosa variedade de organismos que habitam no nosso planeta e pelas suas relações com características do meio ambiente, como o clima ou a presença de água, que influenciam a sua existência.
Esta variação é uma característica fundamental da Natureza. Em geral, emprega-se o termo biodiversidade para referir a diversidade de espécies, isto é, a quantidade de espécies distintas num ecossistema específico. Uma redução na biodiversidade significa, pois, uma redução no número de espécies que habitam determinada área.
A redução no número de espécies (extinção) é causada pela actividade humana, que cada vez se acentua mais e mais problemas tem causado. A extinção de uma espécie representa uma perda irreversível de códigos genéticos inigualáveis, que prejudicam o desenvolvimento de medicamentos, a produção de alimentos e diversas actividades económicas e, portanto, um prejuízo incalculável.
É também de referir que são as plantas que nos fornecem o oxigénio, essencial à vida humana.
A biodiversidade actua, também, como uma protecção relativamente às variações bruscas do clima.
O Homem prejudica gravemente a biodiversidade nas suas diversas actividades como a pesca, a caça, a agricultura, a industria, os transportes e as urbanizações. Claro que todas estas actividades se podem realizar até porque a utilização da biodiversidade é, para nós, fundamental mas tudo tem que ser limitado e não excessivo. É de referir que 80% das necessidades mundiais dependem de recursos biológicos e que quando estamos a utilizar excessivamente estes mesmos recursos, estamos a por em risco a nossa própria vida.
No decorrer da visita observamos várias espécies da flora autóctone. Destacamos assim: o pinheiro, a azinheira e o sobreiro. Mas existe outra vegetação como o carvalho negral, a oliveira, o lódão bastardo e o castanheiro. Em termos de matagal podemos encontrar o medronheiro, o zimbro, a esteva, o rosmaninho, o alecrim, a ro­selha-grande, o tamujo, a aroeira, o lentisco, a murta e a urze. Existe ainda uma grande variedade de plantas arbustivas, ou seja, vegetais do grupo das angiospermas dicotiledóneas lenhosas, que se ramificam desde o solo e que têm menor porte relacionando com as árvores.
Isabel Pinto; Mariana Fragoso; Teresa Braga; Guilherme Fonseca. Colégio Valsassina. 11º1 Biologia e Geologia

sábado, maio 10, 2008

"Tarântulas" na Neve

Ponto mais alto de Portugal Continental foi local de descoberta...

Sexta-feira, 2 de Maio, Seia foi ponto de encontro para 72 jovens oriundos de todo o pais. O motivo para albicastrenses, bracaraugustanos, escalabitanos, picuenses, farenses e madeirenses, entre outros, se reunirem durante um fim-de-semana foi para por à prova os seus conhecimentos sobre Ambiente. A passagem pelo concelho onde se situa o ponto mais alto de Portugal Continental deveu-se à Grande Final Nacional da 13ª edição das Olimpíadas do Ambiente.

As Olimpíadas do Ambiente são um desafio de âmbito nacional proposto aos alunos do 7º ao 12 º anos de escolaridade. A participação activa dos professores permitiu que a 13ª edição do projecto fosse dinamizada, desde Outubro 2007, em cerca de 400 escolas. Os finalistas tiveram que ultrapassar duas eliminatórias para alcançar o fim-de-semana mais esperado do ano.
A recepção dos finalistas contou com a apresentação do programa da Final Nacional e dinâmicas de grupo para que todos rapidamente se familiarizassem, entre si, e com o programa do fim de semana.
O Sábado começou cedo no topo da Serra da Estrela. Apesar do vento frio, os participantes puderam desfrutar do Sol, que fazia sobressair o amarelo dos narcisos e o verde dos líquenes. Foi notório o divertimento de alguns finalistas que tiveram pela primeira vez contacto com a neve. Técnicos do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) conduziram os participantes por um trilho interpretativo que partiu da Torre. Ao longo do trajecto, foi abordado o efeito da última glaciação na paisagem, o impacto da poluição nos ecossistemas e a dificuldade de conservação de espécies na área protegida. Avistaram-se zimbrais, cervunais e turfeiras, flora típica do Parque Natural, e alguns jovens puderam observar a lagartixa-da-montanha (Lacerta monticola monticola), uma subespécie endémica da Estrela, e aranhas da família Lycosidae.
Ainda no sábado e depois de um piquenique no CISE, retemperador da caminhada, os finalistas visitaram os museus do Pão e do Brinquedo. No final da tarde, assistiram a uma palestra sobre a recuperação de aves e os comportamentos humanos que as colocam em risco, que terminou ao pôr-do-sol, com a devolução de dois peneireiros comuns (Falco tinnunculus) e duas corujas-do-mato (Strix aluco). Após o jantar, decorreram as provas orais que consistiram em defender, em grupo, temas ambientais actuais, onde foi premiada a criatividade, a capacidade de argumentação, a postura e os conhecimentos.
No Domingo, os finalistas realizaram individualmente uma prova escrita e de seguida participaram em diversas experiências, onde tiveram a oportunidade de conhecer o processo de formação da chuva, a importância da cobertura dos solos, a possibilidade de avaliar a qualidade da água através das espécies de fauna que nela habita, as fragilidades e complexidades das relações inter-especificas e as metodologias de avaliação do ruído e da qualidade do ar. Os participantes tiveram ainda a oportunidade de visitar as exposições do CISE.
O fim-de-semana das Olimpíadas do Ambiente terminou com a Sessão Final, já na presença de encarregados de educação e de professores. A Arquitecta Maria da Paz Moura, do Parque Natural da Serra da Estrela, oradora convidada, apresentou a área protegida e o trabalho de sensibilização ambiental realizado pela instituição e concluiu com curiosidades sobre a geometria das paisagens serranas.
A seguir ao debate foram divulgados os vencedores das XIII Olimpíadas do Ambiente e entregues os prémios.
Os finalistas galardoados foram:

Categoria A (7º ao 9º ano)
  • Grande Vencedor: Joana Vaz Freitas Botelho Cardoso (8º ano), Escola Sophia de Mello Breyner, Vila Nova de Gaia
  • Menção Honrosa: João António Costa (8º ano), ES/3 da Batalha, Batalha
  • Menção Honrosa: Duarte Chambel Ribeiro (8º ano), Colégio Campo de Flores, Almada

Categoria B (10º ao 12º ano)

  • Grande Vencedor: António Lima Grilo (12º ano), Colégio Valsassina, Lisboa
  • Menção Honrosa: Inês Homem de Melo Marques (11º ano), Colégio Luso-Francês, Porto
  • Menção Honrosa: Ana Sofia Miguel da Cunha (12º ano), ES S. Pedro, Vila Real

A Comissão Organizadora das XIII Olimpíadas do Ambiente agradece o empenho dos professores, encarregados de educação e alunos que acompanharam a iniciativa ao longo de todas as fases.

Contamos convosco para as XIV Olimpíadas do Ambiente!

O Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva e os honrosos apoios da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica - Ciência Viva e da Fundação Luso-Americana foram essenciais para o desenvolvimento do projecto.
As Olimpíadas do Ambiente são uma iniciativa do Instituto INTERVIR MAIS da Universidade Católica Portuguesa, da Quercus-ANCN e do Zoomarine, contando ainda este ano com a colaboração da Câmara Municipal de Seia, na organização da Final Nacional.
Todas as informações relativas à iniciativa podem ser consultadas no site oficial das Olimpíadas do Ambiente www.esb.ucp.pt/olimpiadas.

Texto: Comissão Organizadora das XIII Olimpíadas do Ambiente

sexta-feira, maio 09, 2008

Foto-reportagem - saída de campo ao Geoparque da Meseta Meridional

Íngremes encostas erguem-se sobre o Tejo, inspirando lendas de reis e amores imortalizados na pedra.
O Sol prateia a água que corre, e o rio vence, pouco a pouco a serra que o desafiou: as portas abrem-se, talhadas por uma disputa que continua até aos dias de hoje.
Fotografia e texto de Filipa Louro, 11º1A


Fotografia de João Pedro Palma, 11º1A




Fotografia de Isabel Pinto, 11º1A

quarta-feira, maio 07, 2008

Olimpíadas do Ambiente

Em resposta ao pedido feito por alguns leitores deste blog, por via electrónica ou pessoal, volto à escrita para explicar um pouco mais sobre as Olimpiadas do Ambiente.
As Olimpiadas surgiram há treze anos como fruto de um esforço conjunto entre a Universidade Católica e a Quercus bem como, desde do ano passado, do Zoomarine.
A prova decorre em 3 fases. A primeira eliminatória decorre ao nível local e consiste em 50 perguntas de escolha múltipla e numa pergunta de desenvolvimento.
A segunda eliminatória é realizada a nível distrital e consiste em 50 perguntas de escolha múltipla, que valem 50 pontos cada, e em duas perguntas de desenvolvimento que valem 25 pontos cada.
A final Nacional consiste num fim de semana passado numa área protegida com um fantástico e muito saudável convívio entre todos os finalistas. As provas dividem-se em dois grupos. A prova oral é feita em grupo a cada grupo é dado um tema que deverá ser preparado em 3o minutos e apresentado ao juri aos colegas olimpicos da mesma categoria. A prova escrita, com a duração de 60 minutos, consiste em 50 perguntas de escolha múltipla. No final ganha aquele que no total das provas somar melhor pontuação.

De referir que, na eliminatória final, o que mais marca e o mais importante é o convívio e o conhecimento de mais uma área protegida do nosso país.