quarta-feira, maio 14, 2008

IV Congresso Infanto Juvenil sobre Sustentabilidade

Pelo quarto ano consecutivo vai realizar-se o Congresso Infanto Juvenil sobre Sustentabilidade que decorrerá este ano no dia 30 Maio, no Tagus Park.
A organização está cargo do Centro de Orientação e Ocupação de Tempos Livres (Linda-a-Velha).
A exemplo das três edições anteriores o Colégio Valsassina vai apresentar uma comunicação no painel Educação Ambiental. Desta vez a tarefa está a cargo dos alunos de 5 anos que irão apresentar o seu trabalho no âmbito do Ano Polar Internacional.
Brevemente daremos mais informações.

Concurso de Construções Ecológicas - CML/DESS

A Câmara Municipal de Lisboa através da Divisão de Educação e Sensibilização Sanitária dinamizou mais uma vez um Concurso de Construções Ecológicas.
Tendo em conta o nosso trabalho no Colégio Valsassina não podíamos deixar de estar presentes. Na edição deste ano foi enviado para concurso:
- um Ecoponto azul "O Zezão". Trabalho colectivo de um grupo de alunos do 8º ano;
- "os animais dos pólos - um pinguim e uma foca" . Trabalho colectivo dos 5 anos, turma A, e dos colegas do 7º ano.
- Mascote do projecto do Rock in Rio. Elaborado por utentes da CERCI Lisboa, na sequência da parceria estabelecida para o projecto "Marvila em acção contra o carbono".
Todos os trabalhos irão estar expostos no Parque Ecológico de Monsanto entre 15 e 25 de Maio.
A não perder...

segunda-feira, maio 12, 2008

A Biodiversidade no Geopark Naturtejo da Meseta Meridional

Um dos aspectos mais fascinantes da vida na Terra é o número extraordinário de espécies existentes. Basta um rápido olhas sobre as diferentes paisagens para nos darmos conta de que o número de espécies diferentes que se podem encontrar numa determinada área, aquilo a que os ecologistas apelidam de “biodiversidade”, diminui à medida que passamos das zonas tropicais para as temperadas, até chegar aos pólos.
Nos dias 11,12 e 13 de Abril visitámos o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional. Este representa uma área limitada que contém um grande número de locais não só de interesse geológico mas também de interesse biológico e histórico-cultural, isto porque reporta consigo vestígios de uma Terra ancestral, funcionando como testemunhas-chave da História da Terra que é necessário preservar.
Os objectivos da criação de um parque com estas condições são a conservação, a educação (por forma a divulgar a sua relevância) e o turismo rural (promovendo um desenvolvimento sustentável).
O seu interesse biológico traduz-se na diversidade de organismos que habitam o parque, ou seja, da sua biodiversidade.
A biodiversidade, ou seja, a diversidade de vida, é constituída pela maravilhosa variedade de organismos que habitam no nosso planeta e pelas suas relações com características do meio ambiente, como o clima ou a presença de água, que influenciam a sua existência.
Esta variação é uma característica fundamental da Natureza. Em geral, emprega-se o termo biodiversidade para referir a diversidade de espécies, isto é, a quantidade de espécies distintas num ecossistema específico. Uma redução na biodiversidade significa, pois, uma redução no número de espécies que habitam determinada área.
A redução no número de espécies (extinção) é causada pela actividade humana, que cada vez se acentua mais e mais problemas tem causado. A extinção de uma espécie representa uma perda irreversível de códigos genéticos inigualáveis, que prejudicam o desenvolvimento de medicamentos, a produção de alimentos e diversas actividades económicas e, portanto, um prejuízo incalculável.
É também de referir que são as plantas que nos fornecem o oxigénio, essencial à vida humana.
A biodiversidade actua, também, como uma protecção relativamente às variações bruscas do clima.
O Homem prejudica gravemente a biodiversidade nas suas diversas actividades como a pesca, a caça, a agricultura, a industria, os transportes e as urbanizações. Claro que todas estas actividades se podem realizar até porque a utilização da biodiversidade é, para nós, fundamental mas tudo tem que ser limitado e não excessivo. É de referir que 80% das necessidades mundiais dependem de recursos biológicos e que quando estamos a utilizar excessivamente estes mesmos recursos, estamos a por em risco a nossa própria vida.
No decorrer da visita observamos várias espécies da flora autóctone. Destacamos assim: o pinheiro, a azinheira e o sobreiro. Mas existe outra vegetação como o carvalho negral, a oliveira, o lódão bastardo e o castanheiro. Em termos de matagal podemos encontrar o medronheiro, o zimbro, a esteva, o rosmaninho, o alecrim, a ro­selha-grande, o tamujo, a aroeira, o lentisco, a murta e a urze. Existe ainda uma grande variedade de plantas arbustivas, ou seja, vegetais do grupo das angiospermas dicotiledóneas lenhosas, que se ramificam desde o solo e que têm menor porte relacionando com as árvores.
Isabel Pinto; Mariana Fragoso; Teresa Braga; Guilherme Fonseca. Colégio Valsassina. 11º1 Biologia e Geologia

sábado, maio 10, 2008

"Tarântulas" na Neve

Ponto mais alto de Portugal Continental foi local de descoberta...

Sexta-feira, 2 de Maio, Seia foi ponto de encontro para 72 jovens oriundos de todo o pais. O motivo para albicastrenses, bracaraugustanos, escalabitanos, picuenses, farenses e madeirenses, entre outros, se reunirem durante um fim-de-semana foi para por à prova os seus conhecimentos sobre Ambiente. A passagem pelo concelho onde se situa o ponto mais alto de Portugal Continental deveu-se à Grande Final Nacional da 13ª edição das Olimpíadas do Ambiente.

As Olimpíadas do Ambiente são um desafio de âmbito nacional proposto aos alunos do 7º ao 12 º anos de escolaridade. A participação activa dos professores permitiu que a 13ª edição do projecto fosse dinamizada, desde Outubro 2007, em cerca de 400 escolas. Os finalistas tiveram que ultrapassar duas eliminatórias para alcançar o fim-de-semana mais esperado do ano.
A recepção dos finalistas contou com a apresentação do programa da Final Nacional e dinâmicas de grupo para que todos rapidamente se familiarizassem, entre si, e com o programa do fim de semana.
O Sábado começou cedo no topo da Serra da Estrela. Apesar do vento frio, os participantes puderam desfrutar do Sol, que fazia sobressair o amarelo dos narcisos e o verde dos líquenes. Foi notório o divertimento de alguns finalistas que tiveram pela primeira vez contacto com a neve. Técnicos do Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) conduziram os participantes por um trilho interpretativo que partiu da Torre. Ao longo do trajecto, foi abordado o efeito da última glaciação na paisagem, o impacto da poluição nos ecossistemas e a dificuldade de conservação de espécies na área protegida. Avistaram-se zimbrais, cervunais e turfeiras, flora típica do Parque Natural, e alguns jovens puderam observar a lagartixa-da-montanha (Lacerta monticola monticola), uma subespécie endémica da Estrela, e aranhas da família Lycosidae.
Ainda no sábado e depois de um piquenique no CISE, retemperador da caminhada, os finalistas visitaram os museus do Pão e do Brinquedo. No final da tarde, assistiram a uma palestra sobre a recuperação de aves e os comportamentos humanos que as colocam em risco, que terminou ao pôr-do-sol, com a devolução de dois peneireiros comuns (Falco tinnunculus) e duas corujas-do-mato (Strix aluco). Após o jantar, decorreram as provas orais que consistiram em defender, em grupo, temas ambientais actuais, onde foi premiada a criatividade, a capacidade de argumentação, a postura e os conhecimentos.
No Domingo, os finalistas realizaram individualmente uma prova escrita e de seguida participaram em diversas experiências, onde tiveram a oportunidade de conhecer o processo de formação da chuva, a importância da cobertura dos solos, a possibilidade de avaliar a qualidade da água através das espécies de fauna que nela habita, as fragilidades e complexidades das relações inter-especificas e as metodologias de avaliação do ruído e da qualidade do ar. Os participantes tiveram ainda a oportunidade de visitar as exposições do CISE.
O fim-de-semana das Olimpíadas do Ambiente terminou com a Sessão Final, já na presença de encarregados de educação e de professores. A Arquitecta Maria da Paz Moura, do Parque Natural da Serra da Estrela, oradora convidada, apresentou a área protegida e o trabalho de sensibilização ambiental realizado pela instituição e concluiu com curiosidades sobre a geometria das paisagens serranas.
A seguir ao debate foram divulgados os vencedores das XIII Olimpíadas do Ambiente e entregues os prémios.
Os finalistas galardoados foram:

Categoria A (7º ao 9º ano)
  • Grande Vencedor: Joana Vaz Freitas Botelho Cardoso (8º ano), Escola Sophia de Mello Breyner, Vila Nova de Gaia
  • Menção Honrosa: João António Costa (8º ano), ES/3 da Batalha, Batalha
  • Menção Honrosa: Duarte Chambel Ribeiro (8º ano), Colégio Campo de Flores, Almada

Categoria B (10º ao 12º ano)

  • Grande Vencedor: António Lima Grilo (12º ano), Colégio Valsassina, Lisboa
  • Menção Honrosa: Inês Homem de Melo Marques (11º ano), Colégio Luso-Francês, Porto
  • Menção Honrosa: Ana Sofia Miguel da Cunha (12º ano), ES S. Pedro, Vila Real

A Comissão Organizadora das XIII Olimpíadas do Ambiente agradece o empenho dos professores, encarregados de educação e alunos que acompanharam a iniciativa ao longo de todas as fases.

Contamos convosco para as XIV Olimpíadas do Ambiente!

O Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva e os honrosos apoios da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica - Ciência Viva e da Fundação Luso-Americana foram essenciais para o desenvolvimento do projecto.
As Olimpíadas do Ambiente são uma iniciativa do Instituto INTERVIR MAIS da Universidade Católica Portuguesa, da Quercus-ANCN e do Zoomarine, contando ainda este ano com a colaboração da Câmara Municipal de Seia, na organização da Final Nacional.
Todas as informações relativas à iniciativa podem ser consultadas no site oficial das Olimpíadas do Ambiente www.esb.ucp.pt/olimpiadas.

Texto: Comissão Organizadora das XIII Olimpíadas do Ambiente

sexta-feira, maio 09, 2008

Foto-reportagem - saída de campo ao Geoparque da Meseta Meridional

Íngremes encostas erguem-se sobre o Tejo, inspirando lendas de reis e amores imortalizados na pedra.
O Sol prateia a água que corre, e o rio vence, pouco a pouco a serra que o desafiou: as portas abrem-se, talhadas por uma disputa que continua até aos dias de hoje.
Fotografia e texto de Filipa Louro, 11º1A


Fotografia de João Pedro Palma, 11º1A




Fotografia de Isabel Pinto, 11º1A

quarta-feira, maio 07, 2008

Olimpíadas do Ambiente

Em resposta ao pedido feito por alguns leitores deste blog, por via electrónica ou pessoal, volto à escrita para explicar um pouco mais sobre as Olimpiadas do Ambiente.
As Olimpiadas surgiram há treze anos como fruto de um esforço conjunto entre a Universidade Católica e a Quercus bem como, desde do ano passado, do Zoomarine.
A prova decorre em 3 fases. A primeira eliminatória decorre ao nível local e consiste em 50 perguntas de escolha múltipla e numa pergunta de desenvolvimento.
A segunda eliminatória é realizada a nível distrital e consiste em 50 perguntas de escolha múltipla, que valem 50 pontos cada, e em duas perguntas de desenvolvimento que valem 25 pontos cada.
A final Nacional consiste num fim de semana passado numa área protegida com um fantástico e muito saudável convívio entre todos os finalistas. As provas dividem-se em dois grupos. A prova oral é feita em grupo a cada grupo é dado um tema que deverá ser preparado em 3o minutos e apresentado ao juri aos colegas olimpicos da mesma categoria. A prova escrita, com a duração de 60 minutos, consiste em 50 perguntas de escolha múltipla. No final ganha aquele que no total das provas somar melhor pontuação.

De referir que, na eliminatória final, o que mais marca e o mais importante é o convívio e o conhecimento de mais uma área protegida do nosso país.

segunda-feira, maio 05, 2008

Aluno do Colégio Valsassina vencedor das XIII Olimpíadas do Ambiente 2007/08

É com enorme satisfação e orgulho que informamos que o aluno António Grilo foi o grande vencedor das XIII Olimpíadas do Ambiente 2007/08 (cat. b).
A final decorreu em Seia no Centro de Interpretação da Serra da Estrela entre 2 e 4 Maio.


terça-feira, abril 22, 2008

A nossa escola tem mais cor...

Os trabalhos expostos foram elaborados com a participação de todos os alunos dos 3 anos até ao 6º ano (2º ciclo).

22 Abril

22 Abril
Dia da Terra e Dia Eco-Escola

Todos os alunos, dos 3 anos ao 6º ano, participaram com os seus desenhos, com a sua alegria e motivação em paineis colectivos.


Pretendemos "dar cor" à nossa Eco-Escola e assinalar 5 anos neste programa de educação ambiental.


Procura-os pelo recreio...

segunda-feira, abril 21, 2008

Peça de Teatro - «Os Pólos da Nossa Terra»

Integrado na programação das Semanas Verdes 2008 foi apresentada, pelo espaço CATIVAR, a peça de teatro «Os Pólos da Nossa Terra».

De referir que esta peça foi desenvolvida no âmbito do Ano Polar Internacional e a consultadoria científica ficou a cargo de cientistas polares portugueses (Comité Português para o Ano Polar Internacional).

Não podemos deixar de dar um agradecimento especial ao:


Final Nacional das XIII Olimpíadas do Ambiente

É com enorme satisfação e orgulho que 5 alunos do Colégio Valsassina foram apurados para a final nacional das XIII Olimpíadas do Ambiente.
Categoria A (3º ciclo)
  • Marta Magalhães da Silva, 9ºA

Categoria B (secundário)

  • Joana Magalhães da Silva, 11º 1A
  • Ana Filipa Louro, 11º 1A
  • António Grilo, 12º 1A
  • Vera Carvalho, 12º 1A
A prova realizar-se-á no fim-de-semana de 2 a 4 de Maio no CISE - Centro de Interpretação da Serra da Estrela.
Para mais informações carregar aqui.

quinta-feira, abril 17, 2008

22 Abril - Dia da Terra e Dia Eco-Escola

5 anos de Eco-Escola...
Dia 22 de Abril o Colégio vai ficar mais colorido!...

Saída de Campo ao Geoparque da Meseta Meridional

Rota dos Fósseis - Penha Garcia


Aldeia Monsanto
(subida ao Castelo pelos Penedos Juntos)




Portas do Ródão

Semanas Verdes 2008

Conferência sobre Biotecnologia



Eco-Mostra
(comércio justo - Ecos do Sul)


Exposição de trabalhos (do Jardim-de-Infância ao secundário)


Horta pedagógica, 3 Anos