
A grande finalidade do Projecto Educativo do Colégio Valsassina é a de uma Educação globalizante, para a diferença e para a mudança. Como Eco-Escola toda a comunidade participa em torno do mesmo objectivo: um melhor ambiente! Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova veneração face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.
terça-feira, janeiro 22, 2008
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Grifos na Web - acompanha o dia-a-dia desta espécie...
sábado, janeiro 19, 2008
Rock in Rio «Escola solar»: Colégio Valsassina apresenta projecto a concurso

Somos todos responsáveis e como tal não podemos ficar à espera que "os outros" encontrem solução para este problema. “Marvila em acção contra o carbono” é o nome de um projecto que pretende, ao nível local, combater as alterações climáticas e pôr em prática políticas sustentáveis na área da energia e transportes.
Os seus promotores são o Colégio Valsassina (http://www.cvalsassina.pt/) em conjunto com a Junta de Freguesia de Marvila, a CERCI e a APEDV.
Pretende-se elaborar e implementar um sistema de Gestão de Carbono associado às actividades do Colégio Valsassina de forma a integrar as diversas questões ambientais onde o Colégio tem impacto, sobre uma capa que abranja as Alterações Climáticas, a mais premente e actual ameaça ambiental, com importantes repercurssões económicas e sociais.
Integrando a componente energia e carbono, reduzindo o consumo energético e consequentemente as emissões de Gases com Efeito de Estufa pela implementação de medidas de redução de emissões, o Colégio Valsassina estará no caminho de se constituir como uma Low Carbon School, ou seja, uma Escola onde as preocupações com o impacte da sua actividade no clima foi integrada na gestão quotidiana, levando à determinação de acções de gestão da actividade que reduzem o seu impacte no clima.
Através da Junta de Freguesia de Marvila será criada uma rede de parcerias, de modo que o combate às alterações climáticas seja uma realidade na área de influência da autarquia. Assim, o Colégio Valsassina será o pólo dinamizador de um conjunto de acções que procurará junto de algumas organizações do 3º sector, a nível local, reduzir o consumo energético e/ou aplicar medidas de compensação das emissões. Pretendemos desenvolver metodologias que conduzam a uma participação activa da população local. Em paralelo pretende-se dotar os elementos dessas organizações de conhecimentos e competências necessários para agir nas suas organizações.
Transversal às vertentes anteriores está a questão da comunicação. Pretendemos criar instrumentos de divulgação do trabalho realizado não só como forma de dar transparência ao projecto mas, acima de tudo, como forma de informar/envolver toda comunidade local.
No final do projecto pensamos ser possível obter benefícios ambientais e sociais para a comunidade local e, dessa forma, contribuir para uma melhoria das condições de vida assim como para uma utilização mais racional dos recursos naturais, nomeadamente da energia.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Olimpiadas do Ambiente
3º Frederico Toulson (34)
5º Maria Teresa Douwens (34)
6º Frederico Vilante (33)
7º Gonçalo Louro (30)
8º Salvador Freire (29)
9º Diogo Rézio Martins (29)
10º Hugo Mourão Bento (29)
11º Ana Teresa Silveira (29)
13º Vitor Rui da Silva (28)
14º Luis Filipe Luzio (28)
16º João Fernandes Fernandes (27)
17º Gonçalo Lourenço (27)
18º Sofia Medeiros Queiroz (27)
19º Bruno Deyos (26)
20º António Alvarez (26)
21º Diogo Ralha Bentes (26)
22º José de Sousa Pereira (25)
23º Ana Mónica Silveira (24)
24º Miguel Alarcão (24)
25º Fernando Ferro (24)
26º Miguel Tonnies (24)
27º Ana Carolina Duarte (24)
28º Ana Catarina Belo (23)
29º João Pedro de Jesus (23)
30º Ricardo Nascimento (23)
31º João Nuno Pedro (23)
32º Mariana Martinho (23)
33º Beatriz Prisca Ferreira (22)
34º Francisco Barros (21)
35º Hugo Silva (21)
36º Miguel Marques (21)
37º Carolina Chaves (20)
38º Bernardo Silva (12)
quarta-feira, janeiro 02, 2008
sexta-feira, dezembro 21, 2007
terça-feira, dezembro 04, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
Trabalho dos jovens repórteres publicado no Jornal de Leiria
Algumas notícias, elaboradas durante os dois dias do seminário, foram publicadas no Jornal de leira. Para consultar carregar aqui.
XIII Olimpíadas do Ambiente 2007/08

Para mais informações consultar: http://www.esb.ucp.pt/twt/olimpiadas//
sexta-feira, novembro 23, 2007
quarta-feira, novembro 21, 2007
Seminário JRA - Um grande incentivo para grandes reportagens
sábado, novembro 17, 2007
quarta-feira, novembro 14, 2007
Libertação de aves...

O Colégio foi convidado a estar presente nesta acção, sendo representado por 6 alunos e um professor.
quarta-feira, novembro 07, 2007
A changing school in a changing world: the way for a Low Carbon School
The integration of the carbon and energy elements makes it possible to reduce the energy consumption and therefore the greenhouse effect gas emissions. Schools shall then be on the path of becoming Low Carbon Schools. We consider this an utterly important way ether pedagogical to build environmental citizenship awareness or in fighting climate change, the most urgent current environmental threat which has serious social and economic consequences.
We mean to show what can be done to fight to reduce what has already been referred to as the greatest challenge of 21th century, climate change.
Os Jovens Repórteres para o Ambiente: Ana Filipa Louro (11º); André Correia (11º); António Grilo (12º); Carlos Ruivo (11º); Joana Magalhães da Silva (11º); Marta Magalhães da Silva (9º); Pedro Silva (12º).
Jovens Repórteres para o Ambiente

O projecto JOVENS REPÓRTERES PARA O AMBIENTE é um projecto de Educação Ambiental promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa, Secção Portuguesa da Fundação de Educação Ambiental (FEE).
A nível internacional encontram-se envolvidos neste projecto alunos e professores de 17 países que constituem a actual rede Young Reporteres for the Environment (YRE).
Este Projecto que decorre em Portugal desde 1994, destina-se fundamentalmente aos estudantes do Ensino Secundário, pretendendo contribuir para uma preparação dos jovens para o exercício de uma cidadania activa na defesa do Ambiente, através da sua participação nos processos de decisão.
Os estudantes investigam e interpretam questões ambientais relevantes a nível local como se fossem jornalistas, reforçando os seus conhecimentos no domínio do Ambiente, das línguas estrangeiras e das novas tecnologias e técnicas de comunicação.
Um dos aspectos interessantes deste Projecto reside na possibilidade de se estabelecerem laços entre os JOVENS REPÓRTERES PARA O AMBIENTE, quer ao nível nacional quer ao nível internacional. Nesse sentido é mantida actualizada uma homepage http://www.youngreporters.org/ de âmbito europeu e outra nacional http://www.abae.pt/, que funcionarão como portas de acesso à informação do Projecto.
Pela primeira vez o Colégio Valsassina irá participar neste projecto com uma equipa de 10 elementos (7 alunos e 3 professores). As alterações climáticas é o tema escolhido. O trabalho a desenvolver enquadra-se no nível 2 (nível internacional), o que implica que o Colégio terá de cooperar via internet e em língua inglesa com outras escolas da rede.
terça-feira, novembro 06, 2007
segunda-feira, novembro 05, 2007
Turismo vs. Biodiversidade
No caso concreto da nossa costa algarvia, espécies com interesse para conservação são, por exemplo, os mamíferos: musaranho (Crocidura russula), gineta (Genetta genetta), lontra (Lutra lutra), fuinha (Martes foina), raposa (Vulves vulves); as aves: mergulhão-de-crista (Podiceps cristatus), galinha-sultana (Porphyrio porfyrio) cegonha preta (Ciconia nigra), andorinha-do-mar-anã (Sterna albifrons) o maçarico-de-bico-direito (Limosa limosa); os peixes: dourada (Sparus aurata) ou o sargo (Diclodus sargus); os répteis: cágado-de-caparaça-estriada (Emys orbicularis), camaleão (Chamaleo chamaleon), cobra-cega (Blanus cireneus), cobra-de-capuz (Macroprotodon cucullatus), lagartixa-do-mato-ibérica (Psammodromus hispanicus) ou víbora-cornuda (Vipera latastei); os anfíbios como o sapo-parteiro-ibérico (Alytes cistemasii) ou o tritão-de-ventre-laranja (Triturus boscai); as plantas como o zambujo (Olea europea), o medronheiro (Arbutus unedo) o rosmaninho (Lavancula pedunculata lusitanica) ou a erva-ursa (Thymus lotocephalus). Estas são apenas algumas razões para proteger o nosso litoral.
O Algarve é pequeno de mais para a nossa sede de dinheiro, para os nossos hábitos consumistas e para as espécies que lá habitam poderem viver bem. Só que elas chegaram lá antes de nós…
Por outro lado a dependência de uma actividade – o turismo – e, ainda pior, de uma região não são saudáveis para a economia portuguesa. Devemos virar-nos para outras regiões e começar a explorá-las tendo em vista o seu potencial turístico e tendo também em conta a sustentabilidade da exploração.
sexta-feira, novembro 02, 2007
Participação no London International Youth Science Forum 2007

De 15 de Julho a 8 de Agosto realizou-se em Londres um encontro internacional de estudantes da área da ciência, do ensino secundário e universitário, no qual participei, juntamente com três mais Portugueses, a convite da fundação Calouste Gulbenkian, à qual estou profundamente agradecido por nos ter inscrito e por ter patrocinado gentilmente a nossa inscrição, viagem e estadia. Cada um de nós ganhou uma das Olimpíadas Portuguesas: o Afonso Bandeira ganhou as da Matemática, o André Pinto as da Informática, o Flávio Coelho as da Física e eu as do Ambiente.
Juntámo-nos aos cerca de 250 jovens participantes de 61 países dos 5 continentes neste evento que nos proporcionou uma oportunidade de conhecer o papel da ciência no mundo e a interacção entre cientistas, professores, investigadores e engenheiros com os decisores políticos e económicos, contactar com os progressos recentes da ciência e tecnologia, mas também aprender mais Matemática, Biologia, Química e Física.
Exceptuando os fins-de-semana, os quais dedicámos a visitar Londres, e também, um pouco por toda a Inglaterra, Stonehenge, vila e a catedral de Salisbury, o palácio e os jardins de Hampton Court e o castelo de Windsor, diariamente pelo menos uma conferência estava agendada. Os oradores eram conceituados e oriundos de inúmeros países, à semelhança do seu público que ocupava um auditório do University College London, o que resultou em abordagens rigorosas, criativas, e divertidas, redobrando o interesse nas demonstrações teóricas e experimentais (e impedindo-nos de adormecer por mais cedo que nos tivéssemos levantado) de temas como os seguintes: “Química da luz”,”Cor, um fenómeno psíquico e físico-químico”, “As propriedades das bolhas de sabão em problemas de optimização rodoviária”, ”Formas e Dimensões Fractais e Sistemas Dinâmicos”, ”Medicina Forense”, ”O sistema Imunitário”,”Células de combustível de Hidrogénio”, “Engenharia de tecidos” e ”Quadrados Musicais”
O Aquecimento global foi o tema deste ano, motivando uma palestra sobre a suas causas, seguida por uma série de debates sobre como minimizar os seus impactos inevitáveis e sobre as possíveis soluções, nas frentes da energia, água, agricultura, defesa costeira, bem como na educação para a sustentabilidade e mudança social.
Uma vez que o ambiente é um dos meus principais interesses, este dia teve um significado especial para mim pois pude aprender muito e partilhar o que já aprendera.
O programa do fórum incluiu também visitas ao Laboratório Nacional de Física (onde aprendemos sobre acústica e identificação biométrica), à célula inglesa da Airbus, em Bristol (onde se testam os materiais para as asas, os sistemas informáticos e de travagem dos novos aviões), ao departamento de química da Universidade de Oxford, ao Museu de História Natural e ao Museu da Ciência, em Londres. Além destas visitas, foram organizadas actividades sociais e culturais: um espectáculo de talentos e outro onde cantámos canções nacionais, a grande corrida do metro londrino e visitas ao teatro e a discotecas.
Assim tornámos nossos os principais objectivos deste fórum: criámos amizades que duram para além daquela quinzena, convivemos com pessoas de diferentes culturas e realidades de todo o mundo que nos surpreenderam pela quer originalidade e imprevisibilidade quer pelo tanto que temos em comum, o que só foi possível porque todos nós tínhamos uma mentalidade aberta e um espírito de nos conhecermos e de discutir pontos de vista. Gerámos portanto muitos debates entre nós (por exemplo sobre a energia nuclear, a situação económica europeia e os conflitos do médio oriente e mediterrâneo). Falávamos sempre em inglês, excepto quando ensinávamos a nossa língua ou aprendíamos uma nova.
Nunca esquecerei esta quinzena. Foi a melhor da minha vida.
Pedro Silva 12º1A
Escola Solar

Gestão Voluntária de Carbono (GVC) no Colégio Valsassina
É mais um projecto em que o Conselho Eco-Escola espera poder contar com todos para que possa ser executado com sucesso.
terça-feira, outubro 30, 2007
Dia Mundial da Poupança: 31 de Outubro
A Caixa Geral de Depósitos convida os jovens de todo o país a entrar no passatempo “O Ciclo da Poupança”.
Trata-se de uma espécie de jogo da glória gigante em que, os jogadores avançam em direcção à meta se responderem acertadamente às perguntas que, nas áreas do Ambiente e da Economia, lhes vão sendo colocadas.
Tendo em conta o trabalho que o Colégio tem desenvolvido em prol de um melhor ambiente desafiamos todos a participar neste concurso.
Por um melhor ambiente, por uma geração ecovalsassina…
segunda-feira, outubro 29, 2007
GEO4

domingo, outubro 28, 2007
EcoValsassina - Cinco anos
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos de uma criança
António Gedeão, A Pedra Filosofal
Estas três componentes foram unidas e integradas no projecto EcoValsassina. Agora que penso nisso, já lá vão cinco anos! Cinco anos passaram desde que, no meu oitavo ano, me apresentaram o projecto Eco-Valsassina e o programa Eco-Escolas. Lembro-me de que ao longo desse ano o professor de ciências teimava em passar trabalhos para este novo projecto cuja metodologia própria tentava também transmitir. Ao princípio parecia repetitivo: todas as aulas havia coisas para falar, para aprender, para trabalhar, para debater, novos desafios para enfrentar no âmbito deste novo projecto. Na altura foi um pouco…porque sim. Decidi fazer parte desta embarcação. De uma embarcação que naquela altura tinha tripulação mas ainda procurava o rumo. O rumo foi fácil de encontrar: trabalhar. Trabalhámos todos afincadamente. Demos o nosso melhor. Foi-se evidenciando a importância mas sobretudo os ideais e princípios em que se sustenta o EcoValsassina. Entendi, finalmente, a importância da Educação Ambiental como meio de formação de novos e melhores cidadãos. Passou a ser para mim uma dupla oportunidade: uma oportunidade de aprender muito sobre preservação ambiental e uma oportunidade para poder actuar, para poder tomar medidas, para poder fazer alguma coisa no sentido da preservação do Planeta Azul. O professor de ciências tinha razão.
No final do ano recebemos o primeiro prémio – a bandeira verde! Ficámos todos muito orgulhosos quando soubemos que o nosso trabalho tinha sido avaliado com nota máxima. O EcoValsassina, que há cinco anos dava os primeiros passos, evoluiu e todas as acções que desenvolvemos tiveram algum resultado, conseguindo, mansamente, melhorar a nossa escola e formar ambientalmente a nossa comunidade escolar, por um melhor ambiente. Hoje a tripulação, já experimentada, é comandada por um respeitado almirante e é magnífico reparar que o nosso colégio está melhor. Os resultados devem-se ao esforço conjunto da comunidade e de uma equipa: o Conselho Eco-Escolas. Esta equipa continuou, continua e continuará a trabalhar como fez nos últimos cinco anos, e é um orgulho ver que continuamos a ser premiados com bandeiras verdes sucessivas, ano após ano, e que o nosso projecto é actualmente uma referência nacional e começa a ser também reconhecido internacionalmente. É gratificante constatar que alguns colegas mais novos começam agora a apostar neste projecto e se interessam por ele. A todos desejo que tenham o mesmo gosto que eu tenho e que se entusiasmem por estar a trabalhar no sentido do bem comum, agindo localmente mas pensando globalmente. Espero que esta equipa possa continuar a contar com todos: alunos, professores, pais, funcionários e direcção para que o Homem possa continuar a sonhar, o mundo possa continuar a pular e as crianças possam continuar a brincar.
sábado, outubro 27, 2007
Livros: novidades a não perder...

Aconselhamos toda a geração EcoValsassina a não perder dois livros lançados recentemente em Portugal.
«Seis Graus - O Nosso Futuro num Planeta em Aquecimento»
Mark Lynas
Num relato quase fotográfico, o novo livro de Mark Lynas apresenta um possível futuro da nossa civilização se o actual ritmo do aquecimento global persistir.
Por muito surrealista que pareça, esta obra não é ficção científica nem sensacionalista. Os seis graus do título referem-se à possibilidade assustadora de as temperaturas médias subirem cerca de seis graus nos próximos cem anos. Os contrastes ambientais serão desmedidos: haverá, por um lado, rios dez vezes maiores do que o Amazonas, mas, por outro, mais de metade da população mundial sofrerá os efeitos da seca. No entanto, apesar de uma visão quase apocalíptica, o autor termina com a apresentação de diversas estratégias que permitem contornar o problema do aquecimento global. Com um pouco de antevisão, alguma estratégia e sorte, podemos pelo menos deter o rumo catastrófico no qual nos temos deixado levar. Mas a altura de agir é agora!
Mark Lynas é um autor britânico, jornalista e activista ambiental focado nas mudanças climatéricas. Colabora para as revistas New Statesman, Ecologist, Granta e Geographical, e para os jornais The Guardian e The Observer no Reino Unido. É licenciado em História e Política pela Universidade de Edimburgo. Nasceu em 1973 e mora em Oxford, na Inglaterra.
Alan Weisman
Best-seller do New York Times, um livro fundamental para salvar o Planeta.
Numa altura em que vivemos tão preocupados e ansiosos com os efeitos do nosso impacto sobre o clima e o ambiente, este livro oportuno permite-nos ter uma ideia do que deixaríamos realmente como legado da nossa passagem por este planeta.
Regressaria o clima ao que era antes de ligarmos os nossos motores? Conseguiria a Natureza apagar todos os vestígios da civilização humana, incluindo as miríades de produtos sintéticos e de plástico? Por que razão certos edifícios, certas pontes, resistiriam mais à usura do tempo do que outros? O que ficaria da nossa arte? Que animais prosperariam e que raças se extinguiriam?
Alan Weisman convida-nos a uma instrutiva viagem à volta à Terra… sem nós!
sexta-feira, outubro 26, 2007
Conselho Eco-Escola: primeira reunião 2007/08
A força motriz do EcoValsassina é o conselho Eco-Escolas.
É o espaço por excelência para o exercício da cidadania ambiental dos elementos da comunidade escolar. O conselho é constituído por professores, funcionários, alunos, estando acima de tudo, aberta a participação de todos quantos desejem fazer algo mais pela nossa escola. Procuramos partilhar ideias, debater estratégias, juntar esforços e organizar actividades acreditando que no final o resultado é maior do que a soma das partes. Trabalhamos para um futuro melhor.
A primeira reunião do conselho 2007/08 teve lugar no passado dia 24 de Outubro e contou com a presença de cerca de 45 elementos da comunidade escolar. Entre as “principais novidades” para este ano destacamos a presença de todos os delegados e/ou subdelegados de turma do 5º ao 12º ano. Por outro lado, foi uma oportunidade para dinamizar métodos interactivos que possibilitaram, um efectivo encontro e troca de ideias/experiências entre os vários actores da escola, o que contribuiu para a criação do chamado capital intelectual e social e, em simultâneo, para o aparecimento de soluções colaborativas (que muitas vezes se revelam inovadoras).
As mais valias criadas por esta metodologia são de extrema importância pois além de poderem identificar soluções mais adequadas, co-responsabilizam os participantes e constroem parcerias criando maiores oportunidades para a implementação de medidas de gestão (Vasconcelos, 2000).
Para além disso, pensamos que desta forma foi possível melhorar a comunicação entre os vários elementos da comunidade educativa, permitir uma melhor aceitação das decisões colectivas e, acima de tudo, aumentar a união desses elementos em torno de uma causa comum.
Bibliografia:
Vasconcelos, L. T. (2000). News Ways in Shaping Local Agendas - the Experience in Implementing Sustainability at the Municipal Level. ACSP Nov 2-5, 2000, Atlanta, Georgia, USA
Vasconcelos, L.T. (2001). O Envolvimento do Cidadão na Conservação da Biodiversidade - Rumo à Democracia Deliberativa. 2º Congresso Nacional da Conservação.
João Gomes



