terça-feira, fevereiro 27, 2007

Ecologia e Respeito Social

Desde alguns anos a esta parte, a ecologia tem andado na ribalta como se, de repente, nos lembrasse-mos de que temos um planeta e de que se queremos lega-lo aos nossos descendentes convém preservá-lo.

Há, no entanto, ao nível social, uma questão que deve ser resolvida antes da preocupação ecológica. Essa é a eterna questão do respeito. Isto é, por exemplo: antes de educar a população a separar os resíduos em diferentes caixotes com vista à sua melhor gestão, é necessário disciplinar a população no sentido de que o lixo se coloca no caixote e não no chão. Do mesmo modo, antes de se ensinar que se devem substituir as lâmpadas de incandescência por lâmpadas economizadoras de energia é necessário transmitir o valor da energia, porque sem ele não se vê, de facto, qualquer necessidade em substituir as lâmpadas. Sem se explicar quais os efeitos, aliás nefastos, que uma simples pilha pode ter no ambiente porque não colocá-la no lixo dito normal? Sem saber qual o caminho seguido pelos lixos separados e não separados porque não juntar tudo, o que, aliás, é bem mais fácil? O que quero dizer é que antes de nos empenharmos em educar ambientalmente os cidadãos (tarefa que aliás julgo ser de extrema importância) devemos emprenhar-nos em mostrar-lhes quais as bases que estão por detrás dessa educação. Trata-se, no fundo, de uma questão de respeito: respeito pelas gerações futuras, respeito pelas gerações actuais, respeito pelos demais cidadãos, da mesma forma que respeitamos os membros do nosso agregado familiar. Sim, porque não creio que algum de nós deite lixo para o chão em sua casa, beatas de tabaco sobre os sofás, ou queime o chão. Se assim é, porquê fazê-lo na nossa grande casa, que é o nosso planeta? Não é o que vemos todos os dias? Não vemos cidadãos, ou ditos cidadãos, a fazer tudo isto ao nosso planeta? Urge por isso uma tomada de posição para que a educação ambiental sofra duas alterações que, na minha forma de ver, dificultam em larga escala o trabalho de qualquer professor: em primeiro lugar devemos ver a ecologia (que aliás é a ciência que trata das interacções entre seres) como uma questão de respeito nas relações entre os cidadãos e destes com o meio que os rodeia. A segunda alteração é o descer desta forma de educação a todas as camadas sociais. Isto é: em vez da educação ambiental ser motivo de aulas nas escolas e universidades, conferências restritas, congressos elitistas e debates incompreensíveis deveria ser um tema tornado público com papel interventivo dado aos cidadãos e divulgado copiosamente nos meios de comunicação.

Em conclusão a ecologia e a educação ambiental não devem ser áreas de elitismo para os profissionais ou interessados nessa temática mas antes uma área de acção de toda a população e acima de tudo a nova forma de respeito social, nas sociedades sustentáveis do século XXI.

António Grilo
11º 1A

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Olimpíadas do Ambiente - Alunos apurados para a 2ª eliminatória

As XII Olimpíadas do Ambiente (OA) são um concurso de problemas e questões dirigido aos alunos do 7º ao 12º ano de escolaridade do ensino diurno e nocturno de escolas públicas, privadas ou do ensino cooperativo no território nacional, incluindo as regiões autónomas da Madeira e dos Açores. Esta iniciativa é coordenada por uma equipa multidisciplinar composta por elementos da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza e do Zoomarine - Mundo Aquático SA.

Objectivos fundamentais:

• incentivar o interesse pela temática ambiental;

• aprofundar o conhecimento sobre a situação ambiental portuguesa e mundial;

• estimular a capacidade oral e escrita;

• promover o contacto com situações experimentais concretas;

• desenvolver o espírito e curiosidade científica;

• estimular a dinâmica de grupo e espírito de equipa, assim como a cooperação.

Áreas temáticas

• Conservação da Natureza

• Recursos naturais

• Poluição

• Estilos de vida

• Ameaças globais

• Política ambiental

• Realidade portuguesa

Categorias

• Categoria A - do 7º ao 9º ano de escolaridade

• Categoria B - do 10º ao 12º ano de escolaridade


A primeira eliminatória realizou-se no passado dia 11 de Janeiro.

Do Colégio Valsassina foram apurados para a 2ª eliminatória, que se irá realizar no próximo dia 15 de Março, 22 alunos (9 na categoria A e 13 na categoria B).

CATEGORIA A (3º CICLO)


  • Marta Magalhães da Silva, 8º A
  • João Eduardo Ferreira, 9º C
  • José Vaz Pato, 9º C
  • Ana Catarina Nunes, 8º C
  • Pedro Fonseca, 9º C
  • Rita Robalo, 8º D
  • Catarina Macedo, 8º B
  • José Sequeira, 8º D
  • Joana Guerreiro, 8º D

CATEGORIA B (SECUNDÁRIO)

  • Joana Magalhães da Silva, 10º 1A
  • Ana Filipa Louro, 10º 1A
  • António Lima Grilo, 11º 1A
  • Pedro Manuel da Silva, 11º 1A
  • Francisco Sousa, 11º 1B
  • Gonçalo Correia Pinto, 10º 1A
  • Joana Catarina da Silva, 11º 1A
  • Inês Serrão, 10º 1A
  • Vera Carvalho, 11º 1A
  • João Pedro Palma, 10º 1A
  • Isabel Campos Pinto, 10º 1A
  • Luís Pedro Oliveira, 11º 1B
  • João Miguel Bezelga, 11º 1B

Dos 22 alunos apurados para a 2ª eliminatória, 16 fazem parte dos 200 melhores a nível nacional.



Para mais informções, consultar: http://www.esb.ucp.pt/olimpiadas/

sábado, fevereiro 24, 2007

Primeira actividade Neutra em Carbono do Colégio Valsassina

No Colégio Valsassina pretendemos ter um contributo efectivo no combate às alterações climáticas.

Uma forma de o conseguir é, incluir, voluntariamente, a gestão das emissões de carbono na estratégia de sustentabilidade desenvolvida na nossa escola.

Através do nosso parceiro estratégico Ecoprogresso iremos compensar as emissões resultantes de certas actividades, como por exemplo visitas de estudo, através de investimento em Projectos de Redução de Carbono, ou seja, através de mecanismos de compensação de emissões.

Para concretizar este objectivo foi criada a “Taxa de Carbono”, ou seja, uma parte do pagamento das visitas será aplicada em projectos de redução de carbono.

A primeira iniciativa Neutra em Carbono foi a visita de estudo às Pegadas de Dinossauros na Serra D’ Aire e ás Grutas de Sto António, que teve lugar no passado dia 9 de Fevereiro, com a participação dos alunos das turmas 7ºC e 7ºD.

A quantidade (estimada) de Dióxido de Carbono emitido nessa visita foi de 1 tonelada de CO2e.


A visita às Pegadas de Dinossauro da Serra D’Aire e às Grutas de Sto António foi:

O mecanismo de compensação associado a esta actividade foi um Projecto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo de pequena escala, localizado no Estado de Karnataka, Índia.

Por ser a primeira actividade neutra em carbono todos os alunos participantes receberam fitas porta-chaves, oferecidas pela ecoprogresso, com algumas dicas de eficiência energética, e uma brochura sobre alterações climáticas, oferecida pelo Instituto de Ambiente.

Alguns comentários dos alunos após a visita:

Qual é a tua opinião por esta actividade ser "Neutra em Carbono"?

Acho que esta iniciativa é muito importante e muito boa, pois acho que, neste momento todos devemos fazer um esforço para não poluir.

Mafalda Silva, 7º D

Acho que nos devíamos preocupar mais, pois este é um problema importante que nos afecta a todos.

Ana Duarte, 7º D

Acho muito melhor fazermos visitas assim. Faz-nos sentir melhor.

Beatriz Ferreira, 7º D

Acho que é muito boa ideia.

Pedro Sá, 7º C

Acho que é óptimo para o planeta Terra.

Madalena Castro, 7º C

Acho que é boa ideia porque todos temos que nos preocupar com o ambiente.

Leonor Pais, 7º C

Acho que é bom e que é um exemplo a seguir.

Jorge Roque, 7º C


Queremos desenvolver, de forma efectiva, uma gestão e estratégia de sustentabilidade e desta forma dar razão à expressão

“PENSAR GLOBALMENTE, AGIR LOCALMENTE”

Contamos com todos (pais, alunos, professores, colaboradores, etc) para o conseguir…

terça-feira, fevereiro 06, 2007

NorteSulEsteOeste

O "The Climate Group" e a Agência Fotográfica Magnum apresentam uma exposição itinerante com fotografias de 10 dos melhores fotógrafos do mundo. A exposição ilustra o impacto das alterações climáticas em comunidades de diferentes partes do globo, e as medidas que sociedades do norte, sul, este e oeste estão actualmente a tomar para reduzir as emissões de carbono. A exposição é parte integrante da nossa campanha ZeroCarbonCity que tem por objectivo aumentar o conhecimento do público em geral sobre o problema das alterações climática.

A exposição estará patente no Centro Colombo entre 1 e 18 de Fevereiro de 2007, de onde seguirá para outros centros da Sonae Sierra.

Vasco da Gama - Lisboa, 22 Feb-11 Mar
Algarveshopping - Albufeira, 15-25 Mar
Rio Sul Shopping - Seixal, 29 Mar-08 Apr
CascaiShopping - Cascais, 12-29 Apr
LoureShopping - Loures, 03-13 May
NorteShopping - Porto, 14 Jun-01 Jul
ArrábidaShopping - Gaia, 05-15 Jul
GuimarãesShopping - Guimarães, 06-16 Sep
MaiaShopping - Maia, 23 Aug-02 Sep

Não deixem de visitar esta exposição, as fotografias valem a pena, e o planeta agradece o esforço de todos...

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Combate às Alterações Climáticas leva à criação da Taxa de Carbono no Valsassina

As Alterações Climáticas são o maior desafio ambiental do séc. XXI

Todos nós contribuímos para o fenómeno do aquecimento global: com a energia que consumimos nas nossas casas; com as nossas opções de transporte em férias ou no dia-a-dia; com os resíduos que produzimos… Tal como nas nossas casas, nas empresas e nas escolas muitas actividades implicam a emissão para a atmosfera de gases que contribuem para o efeito de estufa, sendo o mais importante o dióxido de carbono (CO2).
A comunidade internacional está a responder a este desafio através de acordos internacionais, o mais importante dos quais é o Protocolo de Quioto, sob o qual os países industrializados se comprometeram a reduzir as suas emissões.
Mas acima de tudo, todos somos responsáveis e como tal não podemos ficar à espera que "os outros" encontrem a solução para este problema.


Como aliar o combate às Alterações Climáticas e a estratégia de gestão e sustentabilidade do Colégio Valsassina?
Pretendemos, no Colégio Valsassina, ter um contributo efectivo no combate às Alterações Climáticas. Uma forma de o conseguir é incluir, voluntariamente, a gestão das emissões de carbono na estratégia de sustentabilidade desenvolvida na nossa escola.

Como é possível?
Através de investimento em Projectos de Redução de Carbono, ou seja, através de mecanismos de Compensação de emissões.
A Compensação de Emissões aplica o espírito e as regras do Protocolo de Quioto à Gestão Voluntária de Carbono, ao permitir a redução das emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) com recurso ao investimento em projectos de energias renováveis ou eficiência energética em instalações fora das fronteiras da organização em causa.

Como fazer?
O Colégio Valsassina através do seu parceiro estratégico Ecoprogresso irá compensar as emissões. Numa primeira fase certas actividades serão “Carbonfree, Neutras em Carbono”, mas pretendemos num futuro próximo ser uma «Escola Carbonfree, Neutra em carbono».

Quem é a Ecoprogresso?
A Ecoprogresso é a primeira empresa portuguesa cujo core business se centra nas Alterações Climáticas e na Gestão das Emissões de Dióxido de Carbono. Os serviços oferecidos foram desenhados de modo a optimizar os ganhos da interacção e equilíbrio entre a economia, o ambiente e a sociedade.
O trabalho desenvolvido na Ecoprogresso enquadra-se em torno de dois grandes temas: Alterações Climáticas e Sustentabilidade

Que projectos contribuem para a redução de emissões de GEE?
Os projectos dos quais resultam os certificados oferecidos pela Ecoprogresso obedecem a um conjunto de requisitos adicionais ao Protocolo de Quioto que lhes conferem um contributo efectivo para o desenvolvimento sustentável das comunidades e países onde são implementados. Esta mais valia, granjeou aos projectos o reconhecimento de organizações internacionais como a WWF e a Climate Action Network (Confederação Europeia de Organizações de Defesa do Ambiente), da qual fazem parte algumas das principais ONGs portuguesas.
A Ecoprogresso estabeleceu uma parceria exclusiva com a I Care for MyClimate organização suíça que promove o investimento em projectos de redução de emissões com elevadas mais valias para o desenvolvimento sustentável das comunidades e países onde são implementados.
Os projectos de redução são projectos implementados ao abrigo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), instrumento de mercado desenvolvido no âmbito do Protocolo de Quioto, pelo que os certificados de compensação de emissões são baseados na emissão de Certified Emission Reduction (CER) devidamente validadas pelo Comité Executivo do MDL.

Quais são as primeiras iniciativas “Carbonfree, Neutras em carbono” do Valsassina?
  • Visita de estudo às Pegadas de Dinossauro da Serra D’Aire e às Grutas de Sto António. 7º ano. 9 e 16 de Fevereiro 2007
  • Saída de campo ao Parque Nacional da Peneda-Gerês. 10º e 11º. 27 a 30 de Abril 2007
Qual é a quantidade (estimada) de Dióxido de Carbono emitido nessas actividades?
  • Visita de estudo às Pegadas de Dinossauro da Serra D’Aire e às Grutas de Sto António
    • 1 tonelada de CO2e por visita
  • Saída de campo ao Parque Nacional da Peneda-Gerês
    • 4 toneladas de CO2e
Estas actividades serão Carbonfree, Neutras em Carbono


Qual é o mecanismo de compens
ação associado à visita às Pegadas e Grutas?
  • Projecto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo de pequena escala
  • Local: Estado de Karnataka, Índia
  • Tipo de Projecto: Projecto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo de pequena escala (Validação: DNV)
  • Localização: Estado de Karnataka, Índia
  • Tipo de Projecto e Activdades: Produção de electricidade e calor a partir de biomassa agrícola
  • Baseline: Rede de electricidade regional
  • Volume do projecto (Emissions reductions): 163 000 t CO2e
  • Data de implementação: Agosto de 2001
  • Período de crédito: 7 anos
  • Link com filme sobre o projecto (em inglês): http://www.myclimate.org/film/film_karnataka.php

O que é a «Taxa de Carbono»?

Para compensar as emissões de uma determinada actividade e após escolhido o projecto de redução Carbono a apoiar é calculado o valor a pagar por cada participante.
No caso da visita às Pegadas de Dinossauro e às Grutas de Sto António 1 € destina-se a compensar as emissões produzidas. Este valor, que poderá variar em função do tipo de compensação, é a «Taxa de Carbono».

Como se processa o “Ciclo Carbonfree” (neutro em carbono)?


Queremos desenvolver, de forma efectiva, uma gestão e estratégia de sustentabilidade e desta forma dar razão à expressão “PENSAR GLOBALMENTE, AGIR LOCALMENTE”. Contamos com todos (pais, alunos, professores, colaboradores, etc) para o conseguir…

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Café com Filosofia

O departamento de Filosofia do Colégio Valsassina vai organizar um CAFÉ COM FILOSOFIA, que contará com a presença do Prof. Dr Viriato Soromenho Marques.

Esta iniciativa irá realizar-se dia 18 de Janeiro, pelas 21 h, no Colégio Valsassina, e é aberta a todos os interessados.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

1ª Eliminatória das Olimpíadas do Ambiente 06/07


As XII Olimpíadas do Ambiente (OA) são um concurso de problemas e questões dirigido aos alunos do 7º ao 12º ano de escolaridade do ensino diurno e nocturno de escolas públicas, privadas ou do ensino cooperativo no território nacional, incluindo as regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
Esta iniciativa é coordenada por uma equipa multidisciplinar composta por elementos da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa, da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza e do Zoomarine - Mundo Aquático SA.

Objectivos fundamentais:
• incentivar o interesse pela temática ambiental;
• aprofundar o conhecimento sobre a situação ambiental portuguesa e mundial;
• estimular a capacidade oral e escrita;
• promover o contacto com situações experimentais concretas;
• desenvolver o espírito e curiosidade científica; e
• estimular a dinâmica de grupo e espírito de equipa, assim como a cooperação.

Áreas temáticas:
• Conservação da Natureza
• Recursos naturais
• Poluição
• Estilos de vida
• Ameaças globais
• Política ambiental
• Realidade portuguesa

Categorias
• Categoria A - do 7º ao 9º ano de escolaridade
• Categoria B - do 10º ao 12º ano de escolaridade


Fases do concurso

• 1ª Eliminatória - Teste escrito com questões de escolha múltipla e uma pergunta de desenvolvimento. São apurados para a segunda eliminatória os melhores alunos a nível nacional e também os melhores por escola.
• 2ª Eliminatória - Teste escrito com questões de escolha múltipla e duas perguntas de desenvolvimento. Esta eliminatória decorrerá nas escolas com alunos seleccionados. Para a Final Nacional, são apurados os melhores a nível nacional e os melhores por distrito/ilha.
• Final nacional - Ao longo de um fim-de-semana, os finalistas realizarão um teste escrito com questões de escolha múltipla, uma prova oral em grupo, participarão num conjunto de actividades práticas (feira de experiências laboratoriais e descoberta de uma zona protegida) e um colóquio/debate na sessão solene de entrega de prémios. Os vencedores poderão ser posteriormente contactados pelos Serviços de Educação da Fundação Calouste Gulbenkian para participar no London International Youth Science Forum.


No passado dia 11 de Janeiro, realizou-se a 1ª eliminatória, que envolveu no Colégio Valsassina 108 alunos (83 da categoria A e 25 da categoria B).

Os 10 melhores alunos em cada escalão são:

1ª Eliminatória – COLÉGIO VALSASSINA
Categoria A

  1. 8ºA - MARTA MAGALHÃES DA SILVA (39)
  2. 9ºC - JOÃO EDUARDO FERREIRA (38)
  3. 9ºC - JOSÉ MARIA VAZ PINTO (38)
  4. 8ºC - ANA CATARINA LEOCÁDIO NUNES (38)
  5. 9ºC - PEDRO QUADRADO DA FONSECA (37)
  6. 8ºD - RITA ROBALO (37)
  7. 8ºB - CATARINA SOARES MACEDO (36)
  8. 8ºD - JOSÉ RICARDO SEQUEIRA (36)
  9. 8ºD - JOANA SANTOS GUERREIRO (36)
  10. 8ºD - MARTA OLIVEIRA MONTEIRO (36)

Categoria B

  1. 10º1A - JOANA MAGALHÃES DA SILVA (41)
  2. 10º1A - ANA FILIPA DIAS LOURO (40)
  3. 11º1A - ANTÓNIO CARLOS LIMA GRILO (38)
  4. 11º1A - PEDRO MANUEL DA SILVA (37)
  5. 11º1B - FRANCISCO SOUSA (35)
  6. 10º1A - GONÇALO MIGUEL CORREIA PINTO (33)
  7. 11º1A - JOANA CATARINA DA SILVA (30)
  8. 10º1A - INÊS HENRIQUES SERRÃO (30)
  9. 11º1A - VERA SOFIA CARVALHO (29)
  10. 10º1A - JOÃO PEDRO PALMA (29)
Nota: os resultados obtidos referem-se apenas às questões de escolha múltipla (cotação máxima 50). As questões de desenvolvimento serão corrigidas apenas em casos de empate.

Para consultar os resultados de todos os alunos do Colégio Valsassina na 1ª eliminatória, consultar www.cvalsassina.pt

Para mais informações sobre as Olimpíadas do Ambiente consultar: http://www.esb.ucp.pt/olimpiadas/

domingo, janeiro 14, 2007

Ainda o ambiente... será que por muito tempo ?

Estoirado chego ao quarto do hotel. Vou até à varanda. A marina serve de cenário a esta tarde Julho, ao pôr do Sol. Ao sentar-me na cadeira, olhando o mar, a minha cabeça voa para duas frases que me dão que pensar: a primeira: “A Europa dá-nos a possibilidade de viver sem olhar a preocupações” e a segunda: “Temos que ter um emprego, mas não devemos esquecer o nosso papel na sociedade civil”. Acordo e penso: como era bom que todo o mundo pudesse usufruir desta tranquilidade e desta paz, olhando o mar ao pôr do Sol... Sim. Eu sei que é uma utopia. Se há alguns países que a têm e não a aproveitam, outros gostariam de a ter e não a têm. Mas não é essa a regra ? Será que nós, habitantes dos ditos países desenvolvidos não temos nenhum papel neste desfasamento ou alguma cota parte de responsabilidade neste fosso?...
Mais uma vez associo estes pensamentos à falta de cuidado que temos com o nosso mundo, com o ambiente que nos rodeia.
Olho para o relógio. Hora de jantar. De volta ao quarto, ao passar diante da secretária reparo num pormenor. Talvez ridículo. Um caixote do lixo dividido em quatro partes, uma para cada tipo de lixo. Um pormenor. Mas nesta zona do país em que o turismo impera, mais que em qualquer outro local, é importante que seja dado o exemplo sobre o que fazer e que preocupações ter com o ambiente. E sendo que se trata de um hotel recebe milhares de pessoas diferentes por ano, desempenhando um papel importantíssimo na chamada de atenção a cada vez mais pessoas. Aqui está o papel da sociedade e na sociedade de educar os seus membros para políticas sustentáveis. Ainda há tempo para um banho. Nas toalhas vejo um cartão, bem apresentado, onde se chama atenção para o cuidado a ter com os excessivos gastos de água e de detergentes, e onde se solicita aos clientes que indiquem se voltarão, ou não, a utilizar as toalhas. Preocupação económica ? Talvez. Mas se essa preocupação servir para alertar pessoas para o ambiente será de louvar.
Alguns dias mais tarde numa esplanada sobre a praia, troveja, chove, um vento quente – que diz quem sabe vem do deserto africano – bate nas nossas faces. E oiço comentar: “Nunca me lembro de ver um tempo assim nesta altura do ano !”. E penso: pois... quando se fala em alterações climáticas, em preocupações ambientais ouve-se dizer “Isso é para os cientistas” ou “Lá estão eles a inventar!” ou ainda “Já não vou estar vivo”. Pelos vistos não será bem assim. Se o clima mudar e passar a manifestar-se desta forma poderão dar-se tremendos impactos na nossa economia graças à perda de turistas que procuram o tempo agradável e as paisagens tranquilas do nosso país, não pensando nos problemas naturais que daí poderão advir. Alguns estudos apontam para uma submersão parcial do litoral português, caso o clima siga a presente tendência...
Agora, a balouçar na rede, espero vivamente que possamos ir a tempo de impedir a pressão sobre o litoral. Todos os anos florescem edifícios novos com a propriedade de estarem a exercer cada vez mais pressão sobre as falésias e as praias do nosso Algarve, a de estarem situados muito perto das linhas de costa. Um hotel que se situa a 50 m da linha do mar quando este atinge a baixa mar... Espero também que as alterações climáticas não destruam as paisagens do nosso litoral. Se o Homem se juntar ao clima, provocará a destruição acelerada do nosso mundo. Da nossa grande casa. Se não destruímos a nossa casa, se nela não deitamos lixo para o chão e não libertamos poluentes porquês fazê-lo na nossa Terra ? Será ela tão grande que não se ressinta ?

Se nós actuarmos no nosso pequeno mundo que, ao contrário do que se pensa não é insignificante, e pensarmos no nosso planeta, fazemos com que se conserve o clima tal e qual como ele deve ser para que seja possível viver na Terra.
Olho mais uma vez o pôr do Sol desta vez por detrás dos pinheiros, e espero poder voltar a vê-lo muitas vezes...

António Grilo

sexta-feira, dezembro 29, 2006

Feliz Ano Novo 2007

2007: Ano Polar Internacional

As regiões polares são muitíssimo importantes no quadro das alterações climáticas e ambientais, pois funcionam como sistemas de refrigeração da Terra, em particular através das trocas de calor ao nível dos oceanos e atmosfera, que regulam o clima do nosso planeta.

Tendo em conta a importância do conhecimento das regiões polares, o Conselho Internacional para a Ciência (ICSU) declarou o período de 1 de Março de 2007 a 1 de Março de 2009, como Ano Polar Internacional (API).


São já mais de 40 as organizações governamentais e não-governamentais que apoiam ou subscrevem o API, sendo que a iniciativa conta com 32 comités nacionais ou pontos de contacto nacionais, estabelecidos até ao momento.

Considerando este quadro global, em 2004 um grupo que inclui investigadores de universidades portuguesas que desenvolvem actividade científica regularmente nas regiões polares, e representantes de empresas que têm contribuído para a divulgação do património científico-cultural polar, juntou-se para promover a adesão de Portugal às iniciativas do Ano Polar Internacional 2007-08. O primeiro passo que está a ser dado, é delinear a organização de um comité português para o API.

Efectivamente, Portugal pode, e deve, contribuir de modo mais significativo para a melhoria do conhecimento das regiões polares, participando activamente no estudo das alterações globais e das suas consequências nas sociedades humanas e na biodiversidade. Essa é uma responsabilidade de todos. Além da componente científica, é objectivo deste grupo de trabalho dar a conhecer ao público os problemas das regiões polares, bem como revelar as particularidades que tornam aquelas regiões do Planeta tão especiais e tão importante para o nosso futuro comum.

São objectivos gerais do API para Portugal:

- Desenvolver a investigação portuguesa nas regiões polares

- Estreitar e reforçar laços na colaboração científica de Portugal com outros países com programas de investigação nas regiões polares

- A assinatura do Tratado da Antárctida

- Realçar a importância das regiões polares e do seu estudo junto dos políticos, media, público em geral e no ensino (primário, básico, secundário e superior)

- Criação de um Portal Polar Português na Internet


Actividades em curso:

  • Pergunta a um cientista polar (Dezembro de 2006)
Alexandre Trindade, Geógrafo Físico e colaborador no Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa encontra-se numa campanha na Antárctida (Ilha Livingston) para estudar o solo permanentemente gelado, e responde a perguntas de estudantes de todos os níveis de ensino. Para mais informações veja pasta "Pergunta a um cientista".

  • Diário de Campanha na Antárctida
O dia-a-dia da campanha de Alexandre Trindade actualizado diariamente (ou quase) durante o mês de Dezembro de 2006 (http://blog.geographus.com/atrindade).

Próximos eventos:

  • Pergunta a um cientista polar (Janeiro e Fevereiro de 2006)
Mário Neves, Geógrafo Físico e colaborador no Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa encontra-se numa campanha na Antárctida (Ilha Livingston) para estudar o solo permanentemente gelado, e responde a perguntas de estudantes de todos os níveis de ensino. Para mais informações veja pasta "Pergunta a um cientista".

Para mais informações, consulta a página do ano polar internacional 2007-08, em http://www.ipy.org/


adaptado de http://anopolar.no.sapo.pt

quarta-feira, dezembro 13, 2006

O meu ecoponto ... onde está?




O Meu Ecoponto é um projecto desenvolvido pelo GEOTA e pela Sociedade Ponto Verde, e é apoiado por diversas entidades.

Actualmente, em Portugal, existem cerca de 25 000 Ecopontos e que esse número está constantemente a aumentar. Trata-se do sistema mais generalizado para a deposição selectiva de resíduos de embalagens, colocado à disposição do público.

Dadas as metas que o nosso país tem que cumprir para a reciclagem e valorização dos resíduos de embalagens, verifica-se a permanente necessidade de um aumento de eficácia dos processos de recolha que lhes estão associados.

Como a eficácia da recolha selectiva através dos ecopontos depende de vários factores, sendo o principal a participação do público, nasceu a ideia de aliar as novas tecnologias de informação, como a Internet, à participação e à avaliação, por parte dos utilizadores dos ecopontos, do funcionamento desses equipamentos.

A avaliação pelo público, utilizando as ferramentas disponibilizadas na página O Meu Ecoponto e noutros suportes, permitirá auxiliar os Sistemas Municipais/Autarquias a detectarem eventuais problemas e a melhorarem os processos de recolha, contribuindo assim para a eficácia global do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens - SIGRE

O projecto O Meu Ecoponto visa facilitar aos cidadãos formas diversas de Participação e Informação na Gestão de Resíduos de Embalagens.

Os objectivos são:
• Facilitar modos diversos de participação na qualidade do serviço prestado pelo sistema Ecoponto.
• Promover a sua melhoria e eficácia.

Público alvo:
• 10 milhões de cidadãos residentes em todo o território nacional

Recursos utilizados:
• Página WEB www.omeuecoponto.pt
• Acções multimédia de informação e comunicação
• Folhetos informativos e Questionários RSF
• Acções de monitorização ambiental, de formação, de informação e de sensibilização ambiental
• Uma rede de parceiros, organizações e pessoas interessadas
• Patrocínios institucionais, apoios financeiros e outros tipo de apoios
• Infra-estruturas, meios logísticos e serviços dedicados a este projecto
• Mais importante que tudo:

O TEU INTERESSE E BOA VONTADE

Meta a atingir:
• O empenhamento de todos os cidadãos nas Metas Nacionais de Reciclagem de Resíduos de Embalagens

Afinal, são os pequenos gestos ...

Eficiência energética - o que deves fazer na tua casa.

A Quercus lançou no dia 9 de Janeiro de 2004 um projecto inovador com o objectivo de promover a redução do consumo energético nas residências e a utilização de energias renováveis. Trata-se de um projecto que pretende, para além de sensibilizar o público, dar soluções concretas modificar comportamentos, na gestão, renovação ou aquisição de uma casa e/ou do seu recheio.

O projecto envolve o desenvolvimento de uma casa virtual da energia, onde o utilizador poderá testar diversas soluções para melhorar a eficiência energética da sua residência. A Quercus passará a responder a questões sobre eficiência energética em casa através de correio electrónico, e disponibiliza um site (www.ecocasa.org) com muita informação útil.

Sabias que:
Ao utilizar o forno, deve-se desligá-lo algum tempo antes de finalizar o cozinhado, pois o forno manterá a temperatura durante algum tempo.


Podes também fazer o download da Casa Virtual da Energia em http://www.ecocasa.org/CVE_site.php#download

A Casa Virtual da Energia (CVE) é uma ferramenta construída para promover a alteração de hábitos adquiridos por todos nós na forma como gerimos os consumos em nossa casa.
Esta ferramenta permite-nos simular os consumos de energia que fazemos nas nossas casas, bem como o comportamento térmico da habitação. Terá ainda simuladores para a aquisição de equipamentos de energias renováveis, nomeadamente de painéis solares térmicos e fotovoltaicos.

Com esta ferramenta o utilizador poderá:
* Simular os consumos de energia que faz na sua casa, o custo associado e as emissões de gases com efeito de estufa resultantes desse consumo.
* Comparar duas casas com características diferentes. Esta ferramenta é particularmente útil quando se pretende fazer alterações à casa e comparar com a situação que se tem presentemente, e analisar se a mudança é positiva.
* Simular a aquisição de equipamentos de energias renováveis, nomeadamente painéis solares térmicos, painéis solares fotovoltaicos e bombas de calor de subsolo (geotérmico).

Ao tornar uma casa mais eficiente ao nível do consumo de energia, poupas muito dinheiro e ao mesmo tempo, estás a combater as alterações climáticas, contribuindo assim para um melhor futuro.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Não fiques calado - denuncia infracções ambientais



O serviço de atendimento telefónico SOS Ambiente e Território808 200 520 é um número de telefone disponível 24 horas por dia durante todo o ano, através do qual poderá expor situações que possam violar a legislação ambiental e os instrumentos de ordenamento do território.

Se tiveres conhecimento de alguma situação que afecte o ambiente, não fiques parado, e faz-te ouvir: liga para o SOS ambiente e território ou então deixa a queixa em http://gnr.pt/portal/internet/sepna/12.denuncias/form_sepna.asp



PARTICIPAÇÃO AMBIENTAL/URBANÍSTICA

O Grupo Jurídico do GEOTA é constituído por advogados, assistentes universitários e estudantes de direito que, em regime de voluntariado, procuram utilizar os instrumentos jurídicos ao dispôr das Associações de Defesa do Ambiente para prevenir ou tentar solucionar danos ao ambiente e ao ordenamento do território.

O Grupo funciona desde 1994 com base nas participações dos sócios do GEOTA ou de qualquer cidadão. Caso conheças uma:

Infracção Ambiental, como por exemplo:
  • lançamento de efluentes sem tratamento;
  • queimas de resíduos a céu aberto;
  • depósitos de resíduos perigosos;
  • poluição atmosférica grave;
  • ... etc, etc...

Infracção Urbanística, como por exemplo:
  • construções que te pareçam ilegais;
  • destruição de património edificado;
  • ... etc, etc...
Faz uma participação, basta preencheres uma ficha online, em http://www.geota.pt.

As tuas informações são depois analisadas, e se necessário completadas, por forma a determinar se houve ou não infracção e qual a acção adequada a empreender pelo GEOTA, pela Administração ou pelos Tribunais, para a sua prevenção ou neutralização.

Anexa folhas extra e toda a informação que consideres relevante como: fotografias, videos, análises, relatórios e envie-as via postal para o endereço do GEOTA: Travessa do Moinho de Vento nº17- Cv Dta 1200-727 Lisboa, Portugal

O Grupo Jurídico informa-te sempre das principais decisões do processo e do seu resultado e esclarece-te qualquer dúvida que tenhas.



Lembra-te que estás "apenas" a contribuir para teres um melhor futuro.

Consumo de água em Portugal: a gastar assim...



Cada pessoa com acesso a água da rede pública em Portugal consome, em média, pelo menos 154 litros de água por dia, revela um estudo de dois professores universitários apresentado no passado dia 10 de Dezembro..

Se as contas forem feitas de acordo com toda a água produzida e lançada nas redes de distribuição, o valor por pessoa dispara para 560 litros diários por pessoa, mas este número inclui todo o tipo de consumos e não apenas o doméstico.

Por distritos, o maior consumo per capita ocorre no Porto (730 litros habitante/dia), enquanto o mais reduzido se regista em Portalegre (310).

No total, o volume de água para consumo produzido em Portugal atingiu os 950 hectómetros cúbicos no ano passado, mas dos quais apenas 600 foram facturados, o que revela que 36 por cento da produção não foi paga. Esta percentagem inclui as perdas e os fornecimentos gratuitos.

Em comparação, quando a barragem do Alqueva estiver à cota máxima, formando o maior lago artificial da Europa, a sua capacidade de 1450 hectómetros cúbicos daria para satisfazer as necessidades do país durante quatro anos e quatro meses.

adaptado de ecosfera.publico.pt

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Um Feliz Eco-Natal

Todos podemos aproveitar o Natal sem comprometer a sustentabilidade e o bem estar do nosso planeta.



Doze passos para um Natal mais Verde” é o mote da campanha que a associação Greenpeace lançou.

O primeiro envolve a oferta de pelo menos um par de lâmpadas que consome menos energia. “Equipar a casa apenas com estas lâmpadas é uma excelente resolução de Ano Novo e um bom investimento.”

Segundo passo: desligar e recusar os aparelhos electrónicos ditos sujos, ou seja, que incorporam elementos tratados mais tarde entre o lixo tóxico. “Os presentes deste ano não devem ser o lixo tóxico do próximo”, clama a Greenpeace, neste momento empenhada em acções de pressão para que a Apple torne os seus produtos mais limpos.
Por outro lado, deve-se reparar na embalagem e não apenas no que lá vem de dentro. Daí o terceiro passo: evitar produtos excessivamente empacotados, feitos com plástico PVC tóxico ou a partir de espécies de árvores ameaçadas como o mogno.

O Natal é a festa da família. Pais, filhos, netos, avós, tios viajam para se encontrarem. “Experimentem os transportes públicos ou organizem esquemas de boleias.” É o quarto passo.

Quanto aos cartões de Natal, só se forem enviados por ‘mail’ ou então produzidos a partir de papel reciclado. E, uma vez revelados os presentes, o destino obrigatório do papel de embrulho é a reciclagem, em Portugal, o caixote azul.

PLANTAR ÁRVORES

Os conselhos em relação ao pinheiro são os de sempre: se for mesmo necessário ter uma árvore natural em casa, é melhor plantar uma e enfeitá-la todos os anos. Caso sejam luminosos, os enfeites devem apagar-se logo que os convivas regressam a casa e quem os recebeu decidido que é hora de repouso.

Ainda no capítulo das decorações de Natal, deve-se dar preferência à naturais – pinhas, por exemplo – em vez das feitas de plástico e sempre reutilizáveis.

A Greenpeace recomenda igualmente moderação nas compras. Nada de exageros na aquisição de artigos, que necessariamente representam consumo de recursos naturais. E se é preciso comprá-los que seja localmente, evitando deslocações.

O décimo passo para um Natal mais verde pode causar espanto: “Partam a louça!” Ou seja, nada de pratos, copos e talheres de plástico. Caso os convidados sejam em número superior aos pratos é sempre possível pedir louça emprestada aos amigos.

O penúltimo não tem exactamente a ver com o ambiente, mas ajuda à paz. Consiste em pendurar muitas imitações de azevinho, porque, na tradição anglo-saxónica, espera-se que as pessoas se beijem quando estão debaixo dele.

Finalmente, o último passo é “cumprir as resoluções de Ano Novo” que contribuem para controlar a mudança climática.

HORA DE COMPRAR

REFLEXÃO

Pense bem antes de fazer compras. Pense no que vai oferecer, a quem e qual a utilidade do presente. Pior que gastar dinheiro é gastá-lo em inutilidades. Não é por dar muitas prendas que vão gostar mais de si...

DURABILIDADE

Privilegie produtos duráveis e que possam ser facilmente reparáveis. O padrão ‘usa e deita fora’ significa produção imparável de resíduos, a que é preciso dar destino e cujo tratamento é oneroso.

EDUCAÇÃO

Prefira artigos educativos – que estimulem a inteligência, a criatividade e o respeito pelos povos e pelo ambiente – principalmente se destinados a crianças e jovens. Os jogos violentos podem ser muito desejados, mas têm pouco de didáctico.

SEM PERIGO

Quando comprar as prendas de Natal verifique se leva artigos inócuos, que não contêm substâncias perigosas ou peças pequenas de mais e que podem ser engolidas pelas crianças.

EMBALAGEM

Tome algum tempo a verificar se os artigos que tenciona oferecer não estão embalados em excesso ou com embalagens complexas. São mais caros, misturam vários materiais e dificultam a reciclagem.

ANIMAIS

Se pensar em oferecer um animal de estimação verifique se tem condições para que ele viva bem. Opte pela adopção de um que precise de uma casa. Nunca compre animais selvagens ou em vias de extinção.

SOLIDARIEDADE

Muitas vezes temos em casa objectos que já não utilizamos mas estão em bom estado. Seleccione os que pode oferecer a vendas de Natal ou instituições.


Umas Festas Felizes são os votos do conselho eco-escolas do Colégio Valsassina

terça-feira, dezembro 05, 2006

Simples gestos por um melhor futuro ...

Na internet existem páginas onde, com um simples clique, podes ajudar o ambiente.
Aqui ficam alguns exemplos.

The rainforest site
http://www.therainforestsite.com/cgi-bin/WebObjects/CTDSites

Planta uma árvore no Brasil
http://www.tree4life.com/

Conservar Habitats
http://rainforest.care2.com/


Ecology Fund
http://www.ecologyfund.com/ecology/_ecology.html


Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco.
Edmund Burke

Não fiques parado, faz alguma coisa ...

sábado, dezembro 02, 2006

Participa na marcha virtual de combate ao aquecimento global

A mudança climática global, verificada no século XX e intensificada nas últimas décadas, constitui uma ameaça sobre o homem e a natureza.

As alterações climáticas (AC) podem ter causas naturais (variações lentas na luminosidade do Sol ou nos parâmetros que definem a órbita da Terra em torno do Sol) e/ou antropogénicas (devido principalmente às alterações na composição da atmosfera).

A composição da atmosfera tem sido alterada pela emissão directa de gases com efeito de estufa (GEE), assim como por perturbações nas características físicas, químicas e ecológicas do sistema terrestre, embora as estimativas das emissões relacionadas com estas perturbações (nomeadamente pela queima da biomassa) sejam mais difíceis de contabilizar que as emissões directas de gases para a atmosfera.

O efeito de estufa é um processo natural, sendo responsável pela elevação da temperatura na Terra que não seria possível na ausência de GEE (se não existisse efeito de estufa, a temperatura à superfície da Terra seria em média cerca de 34ºC mais fria do que é hoje). Os GEE, presentes na atmosfera, criam uma espécie de estufa, permitindo a entrada de radiação solar mas absorvendo parte da radiação infravermelha (calor) irradiada pela superfície terrestre.


Os GEE são gases que absorvem e emitem radiação infravermelha. Para que a temperatura média global na troposfera seja relativamente estável no tempo, é necessário que haja equilíbrio entre radiação solar incidente absorvida e radiação solar irradiada sob a forma de radiação infravermelha (calor).

Os GEE mais importantes são o CO2 (dióxido de carbono), CH4 (metano), N2O (óxido nitroso), HFCs (hidrofluorcarbonetos), PFCs (perfluorcarbonetos), SF6 (hexafluoreto de enxofre) e ozono (troposférico). A queima de combustíveis fósseis (como o carvão e o petróleo) (responsáveis por cerca de 75% das emissões antropogénicas de CO2 para a atmosfera), fogos florestais, alterações no uso do solo, transportes e deposição em aterro são algumas das fontes antropogénicas de GEE.

As florestas, solo e oceanos representam sumidouros de carbono na medida em que permitem a sua retenção. Apenas as florestas e o solo, este último em muito menor escala, têm capacidade de trocar o carbono activamente com a atmosfera, sendo por isso considerados os mais importantes. No entanto, a destruição das florestas naturais e a libertação de grandes quantidades de CO2 têm levado a que a fixação deste gás pelos sumidouros não seja suficiente para compensar o que é libertado, tendo-se vindo a intensificar a sua concentração na atmosfera. Desde 1750, a concentração atmosférica de CO2 aumentou 31% enquanto que a de CH4 aumentou em 151%.

A temperatura média global da atmosfera à superfície aumentou durante o século XX em 0.6ºC +/- 0.2ºC, tendo ocorrido a maior parte do aquecimento durante dois períodos: de 1910 a 1945 e de 1976 a 2000, representando a década de 1990 e o ano de 1998 a década e o ano mais quentes do século. Este aquecimento tem acompanhado a fusão de glaciares sobre os mares (tendo já provocado nos últimos 50 anos uma subida de 10 a 20 cm do NMM – nível médio do mar) e lagos. A cobertura de neve mundial regrediu 10% desde o fim dos anos 60 e a espessura do Ártico cerca de 40%.

A frequência de condições extremas no Inverno com mais tempestades e inundações nos países do Norte e períodos de seca com incêndios florestais nos países do Sul tem aumentado, tendo-se também verificado um aumento da severidade de cancros em choupos, facilitado pelo decréscimo de humidade na casca dos mesmos.

Está em marcha, nos EUA, uma campanha para combater as alterações climáticas. Em destaque está a realizar-se uma marcha virtual para o combate ao aquecimento global.
Também podes entrar nesta marcha, consulta o site, deixa o teu nome e convida os teus amigos a fazerem o mesmo:
http://www.stopglobalwarming.org/sgw_join.asp

quarta-feira, novembro 29, 2006

Relatório WWF 2006 - "O estado do planeta"

A degradação dos ecossistemas naturais está a acontecer a um nível sem precedentes na história...

É o que mostra o Relatório Planeta Vivo 2006, relatório bianual divulgado pela rede WWF. O documento analisa o estado da natureza e indica que, se as atuais projeções se concretizarem, a humanidade consumirá até 2050 duas vezes mais recursos do que o planeta pode gerar por ano.
O "Planeta Vivo 2006" reúne diferentes dados para compilar dois indicadores do bem estar da Terra. O primeiro é o índice Planeta Vivo, que avalia a biodiversidade, baseado nas tendências de mais de 3600 populações de 1300 espécies vertebradas no mundo. O segundo índice, a “pegada ecológica”, mede o impacto da humanidade sobre a biosfera (quantos hectares uma pessoa necessita para produzir o que consome por ano).

O documento, o sexto da série, confirma a tendência de perda de biodiversidade, já apontada nos levantamentos anteriores. Os números gerais indicam uma acentuada perda de recursos naturais. Em 33 anos (entre 1970 e 2003), houve redução de um terço das populações de espécies de vertebrados analisados.


Em simultâneo, a “pegada ecológica” da humanidade aumentou a ponto de ameaçar a capacidade de regeneração do planeta (biocapacidade). O ponto de equilíbrio entre o consumo e a regeneração dos recursos naturais do planeta seria equivalente a 1,8 hectares globais por ano por pessoa. Porém, o relatório mostra que já consumimos mais do que isso para manter os padrões atuais de vida.



É interessante verificar que a pegada ecológica média per capita de um português é muito semelhante à dos japoneses. Tal facto revela os fracos índices de eficiência energética e a má utilização dos recursos naturais no nosso país.


Os dados mostram ainda que o consumo é mais acentuado nos países desenvolvidos. Porém as maiores perdas (biodiversidade, biomas) encontram-se em áreas em desenvolvimento. Em 30 anos, 55% das populações de espécies tropicais desapareceram devido à conversão de habitats naturais em terrenos para agricultura ou para pastagens. No mesmo período, as populações de espécies de água doce analisadas sofreram redução de 30%.


É urgente fazer algo...

João Gomes

Compostagem


Nas últimas décadas, a gestão e tratamento dos resíduos sólidos urbanos (RSU) tem vindo a assumir uma importância crescente. A contaminação do solo, do ar, da água e a ocupação de grandes áreas são alguns dos pontos negativos do destino final mais vulgar de certos resíduos. Assim, é fundamental dar um destino correcto aos resíduos, que passa pela sua valorização: a produção de novos materiais (reciclagem); e de energia eléctrica são apenas alguns exemplos.

A compostagem é o processo de reciclagem da fracção fermentável (matéria orgânica) dos resíduos sólidos urbanos (RSU), e constitui uma forma de eliminar uma parte importante do problema dos RSU, dando um destino útil aos resíduos orgânicos.

Material a reciclar

É um processo natural de decomposição biológica. Evita a acumulação de RSU em aterro e devolve à terra os nutrientes de que necessita.
Este processo permite tratar os resíduos orgânicos domésticos (restos de comida e resíduos de jardim) bem como os resíduos provenientes da limpeza de jardins e parques públicos.
Desta forma transforma-se um problema numa solução.



Aspecto final do composto

A compostagem é uma actividade desenvolvida pelos alunos do 10º ano, na disciplina de Biologia e Geologia. Desta forma valorizamos uma parte dos resíduos orgânicos produzidos no Colégio Valsassina. Os alunos têm como desafio o estudo (descoberta) das bases biológicas deste processo, promovendo assim um ensino prático/experimental.


Sistema de Deposição Selectiva RSU - Colégio Valsassina

Educação para o Desenvolvimento Sustentável

A Assembleia Geral das Nações Unidas adoptou a resolução 57/254 que instituiu a Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável EDS (2005 a 2015).
O tema é suficientemente vasto e abrangente para permitir, com alguma imaginação, integrar actividades que já têm sido desenvolvidas no sentido de minimizar a degradação dos ecossistemas, contribuir para a melhoria da qualidade do ambiente a nível local e regional e contribuir para o bem estar do indivíduo (segurança, saúde, lazer, etc.)
No Relatório “O Nosso Futuro Comum” - (1987) considera-se que o Desenvolvimento Sustentável é uma “concepção de progresso que satisfaz as necessidades do presente, sem comprometer a possibilidade das futuras gerações satisfazerem as suas”, conceito que “...implica certos limites - não limites absolutos, mas sim limitações impostas pelo estado actual da tecnologia e da organização social relativamente aos recursos ambientais e pela capacidade da biosfera absorver os efeitos das actividades humanas”.
“... O Desenvolvimento Sustentável não é um estado de harmonia fixo, mas antes um processo de mudança em que a exploração de recursos, a orientação dos investimentos e desenvolvimento tecnológico além das transformações institucionais têm de dar resposta às necessidades tanto futuras como presentes”.
Na Declaração do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento (1992), estabelece - se que :
- princípio 1 “Os seres humanos estão no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentável. Eles têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia com a natureza”;
- princípio 4 - “Para se alcançar um desenvolvimento sustentável, a protecção do ambiente deve constituir uma parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada independentemente dele”.

A UNESCO (1999) estabelece que a EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO... é um processo de investigação / educação / acção permanente, centrado na interacção das dinâmicas:
- do meio abiótico;
- do mundo vivo não humanizado;
- das sociedades humanas.

Tal como foi reafirmado em Joanesburgo, qualquer Estratégia de Desenvolvimento Sustentável deverá ser suportada por três pilares indissociáveis – Sociedade - Ambiente – Economia.
Serão relevantes todos os planos/campanhas/actividades que tenham por objectivo sensibilizar, informar e conduzir à adopção de novos comportamentos no sentido de se alcançar o desenvolvimento sustentável, destinadas a públicos – alvo diversificados: os industriais e outros agentes económicos, visando uma correcta gestão dos recursos (p. ex. economia de energia e de matérias-primas, controlo e minimização dos factores de poluição, uso correcto de produtos químicos por parte dos agricultores, boa gestão do uso do solo, etc.); os consumidores, para preferirem produtos mais amigos do ambiente, para evitarem o desperdício de materiais e para utilizarem correctamente a energia.
Assim a partir de um painel de saberes, holísticos e transdisciplinares, a Educação para o Desenvolvimento Sustentável, promove a formação dos cidadãos e incentiva a sua participação na gestão ambiental.
Entre os valores fundamentais que deve promover a EDS contam-se pelo menos os seguintes:
• O respeito da dignidade e dos direitos humanos de todas as pessoas do mundo e o compromisso com a justiça social económica para todos
• O respeito dos direitos humanos das gerações futuras e o compromisso com a responsabilidade intergeracional
• O respeito e o cuidado pela grande comunidade da vida em toda a sua diversidade, o que inclui a protecção e o restabelecimento dos ecossistemas da terra
• O respeito da diversidade cultural e o compromisso de criar à escala local e mundial uma cultura de tolerância, de não-violência e de paz

Estamos a desenvolver, no Colégio Valsassina, uma rede de projectos através dos quais pretendemos ir de encontro a tais valores.
Projectos:
o Eco-Valsassina / Programa Eco-Escolas (desde 2003/04)
o Carbon Force (desde 2005/06)
o Eco-Eficiência: Uma visão Global (Concurso Ciência Viva VI – ID 1155) (desde Jan. 2006)
o Eco-Escolas e Critérios de Qualidade para escolas – Educação para o Desenvolvimento Sustentável (projecto piloto 2006/07 – apenas em 3 escolas/agrupamentos a nível nacional) (iniciado em Setembro 2006)
o Plantas e Bichos de Lisboa e Ver(de) Lisboa – Oferta Educativa C.M.L. – Div. Educação e Sensibilização Ambiental (desde 2003/04)
o Compostagem (desde 2003)

Enfim pretendemos, tornar os nossos alunos mais instruídos, mais conhecedores, mais informados, desenvolver o sentido moral, o sentido das suas responsabilidades, o sentido crítico e de os dotar da capacidade de continuar a aprender.
Se toda a gente possuísse estas capacidades e estas qualidades, os problemas do mundo não seriam resolvidos automaticamente, mas haveria os meios e a vontade de os resolver…

João Gomes

Bibliografia:
www.ABAE.pt
Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2005-2014). Contributos para a sua dinamização em Portugal. Comissão nacional da UNESCO

domingo, novembro 19, 2006

Sabes o valor da tua pegada ecológica ?

Alguma vez pensaste na quantidade de Natureza necessária para manter o teu estilo de vida? Já imaginaste avaliar o impacto no Planeta das tuas opções no dia-a-dia, daquilo que consomes e dos resíduos que geras?


Só existe uma Terra e todos dependemos dela para viver. Proteger o nosso modo de vida - e o das outras espécies - depende da certeza de que não gastamos mais do que a Natureza pode repor.

Mas qual é a quantidade de "Natureza" que usamos? O Questionário da Pegada Ecológica foi criado para sabermos isso. Permite calcular a parcela do Planeta que é necessária para mantermos o nosso actual estilo de vida. O objectivo deste instrumento é ajudar cada um de nós a tomar consciência do impacto ambiental que provoca no Planeta e encorajar-nos a tentar reduzir esse impacto negativo. Mais, podemos ainda fazer a diferença de outra forma, envolvendo neste processo os nossos amigos e familiares, e influenciando com estes resultados os poderes políticos.

Três passos para, em conjunto, tornarmos a sustentabilidade numa realidade:

Passo 1. Responde ao Questionário da Pegada Ecológica:
Em: http://www.m-almada.pt/pegada/index.php
Ou em: http://www.ecologicalfootprint.org/

A Pegada Ecológica calcula a área de terreno produtivo (terra e água) necessária para produzir os recursos que utiliza e assimilar os resíduos que produz.
Poderás então comparar a tua Pegada Ecológica com a capacidade produtiva do Planeta: para cada um dos 6 biliões de habitantes da Terra existe, em média, cerca de 1.9 hectares de terrenos biologicamente produtivos.

Passo 2. Vive Bem e Sustentavelmente

A partir do momento em que conheces a tua Pegada Ecológica, podes começar a explorar e a pôr em prática formas de melhorar a tua qualidade de vida e, simultaneamente, diminuir o teu impacto no ambiente. Comprometa-te a fazer a diferença com a tua própria vida.

Passo 3. Junta-te ao Esforço Global

Após completar o teu Questionário da Pegada Ecológica, partilha-o com os teus amigos, familiares e vizinhos. Pergunta à tua família, aos seus colegas no trabalho e aos teus vizinhos de que modo é que estão também dispostos a diminuir o seu impacto no Planeta.
Envolve os outros. Ouvir as suas preocupações e anseios sociais e ambientais é a forma mais poderosa de gerar alterações positivas.
Desafia também os governos e os agentes económicos a acompanharem e controlarem o uso de recursos naturais nas suas instituições e empresas. Esta é também uma boa contribuição para uma sociedade mais responsável e preocupada com a sustentabilidade.

O nosso lema é: Pensar a Terra, Agir no Valsassina…

Junta-te a nós…

Primeira reunião do Conselho Eco-Escolas

O Conselho Eco-Escola é a força motriz do Programa Eco-Escolas e deve assegurar a execução dos outros elementos deste programa (auditoria ambiental; plano de acção; monitorização e avaliação; trabalho curricular; Informação e envolvimento da escola e comunidade local; Eco-código).
Ao Conselho Eco-Escolas cabe-lhe implementar a auditoria ambiental, discutir o plano de acção, monitorizar e avaliar as actividades e, ainda, coordenar as formas de divulgação do Programa na escola e comunidade.
O Conselho inclui representantes dos alunos, dos professores, do pessoal não docente, e de entidades externas ao Colégio.



As reuniões do conselho são o palco ideal para o exercício da cidadania dos diferentes intervenientes que são, desta forma, envolvidos no processo de tomada de decisão. De realçar que todos os membros do Conselho têm igualdade de voto, e todas as decisões são sempre tomadas por maioria.
O conselho reúne, pelo menos, uma vez por período. A primeira reunião relativa ao ano lectivo 2006/07 realizou-se no passado dia 14 de Novembro.
Entre os assuntos discutidos são de destacar:
- a elaboração da Carta Ambiental do Colégio Valsassina. Está em período de discussão até ao final de período (consultar www.cvalsassina.pt)
- as actividades a realizar por temas e por níveis de ensino;
- a transversalidade das actividades;
- o trabalho a desenvolver no âmbito do tema do ano, “Alterações Climáticas”. Sendo de realçar o desenvolvimento do Projecto Carbon Force no Colégio.
- a candidatura do Colégio Valsassina, através do projecto Eco-Valsassina, à rede de escolas associadas da UNESCO.