A grande finalidade do Projecto Educativo do Colégio Valsassina é a de uma Educação globalizante, para a diferença e para a mudança. Como Eco-Escola toda a comunidade participa em torno do mesmo objectivo: um melhor ambiente! Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova veneração face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.
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terça-feira, junho 30, 2015
Discurso apresentado na cerimónia de apresentação e assinatura do Compromisso para o Crescimento Verde
O Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e
Energia, Jorge Moreira da Silva, apresentou a proposta de Compromisso para o
Crescimento Verde que resultou do debate realizado no âmbito da Coligação para
o Crescimento Verde, constituída por quase uma centena de organizações das
áreas empresarial, científica, financeira, assim como dos organismos públicos,
fundações e ONG.
O documento "Compromisso para o Crescimento
Verde" esteve em discussão pública, até janeiro de 2015. No Valsassina
considerámos que a possibilidade de envolver alunos num processo de discussão
pública não só é coerente com todo o trabalho desenvolvido, designadamente
através do projeto ecoValsassina, como é foi oportunidade para o exercício de
uma cidadania ativa.
A atividade teve a supervisão da ONG K-Evolution, tendo envolvido 51
alunos do 11º ano, das turmas de Ciências e Tecnologias e de Ciências
Sócio-Económicas. As disciplinas diretamente envolvidas foram: Biologia e
Geologia, Economia A e Filosofia.
No dia Mundial da Terra, 22 de abril, o Governo e 82 instituições de vários sectores de atividade assinaram o documento referente ao compromisso verde, numa cerimónia organizada pelo Ministério do Ambiente e presidida pelo Primeiro Ministro, no Palácio Foz, em Lisboa.
Realçando o contributo de alunos do Valsassina na discussão do documento, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Enerhia endereçou o convite ao Valsassina, para que um aluno apresentasse um discurso na cerimónia de assinatura do documento.
No dia Mundial da Terra, 22 de abril, o Governo e 82 instituições de vários sectores de atividade assinaram o documento referente ao compromisso verde, numa cerimónia organizada pelo Ministério do Ambiente e presidida pelo Primeiro Ministro, no Palácio Foz, em Lisboa.
Realçando o contributo de alunos do Valsassina na discussão do documento, o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Enerhia endereçou o convite ao Valsassina, para que um aluno apresentasse um discurso na cerimónia de assinatura do documento.
Quero, antes de mais, agradecer a
oportunidade que me foi dada de estar aqui presente. É para mim uma honra,
assim como para o Colégio Valsassina.
É inquestionável. O ser humano
alterou a Terra nos últimos 50 anos a uma velocidade sem precedentes. E esta tendência
compromete a manutenção de serviços básicos que o planeta oferece e que
sustentam a própria civilização humana. Estamos perante um momento crítico na
História da Terra, à medida que o mundo se torna cada vez mais interdependente
e frágil, numa época em que a humanidade deve definir o seu futuro, o qual nos
reserva, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas.
Um dos grandes desafios que
enfrentamos consiste na preservação do ambiente, sendo cada vez mais assumida a
necessidade de salvaguardar o futuro das próximas gerações, assente num modelo
de desenvolvimento sustentável. Assim, urge repensar os fundamentos éticos da
atual relação do Homem com a Natureza, a par do contributo que a educação deve
ter nessas transformações.
Está em causa o equilíbrio do
planeta, a nossa casa, e a sustentabilidade da humanidade. A crise climática
não é uma novidade, e tendo em conta o seu agravamento, a escassez de recursos
hídricos e a perda de biodiversidade, é imperativo agir perante um problema
que, sendo de todos, afetará em particular Portugal, pelas consequências destas
alterações nos recursos hídricos e no litoral. Como tal, é urgente combinar, na
área do ambiente e energia, o enorme potencial de recursos renováveis, e o
capital natural e ambiental de Portugal, nomeadamente no que diz respeito à
valorização da elevada biodiversidade do nosso país.
É neste contexto que Portugal deve
apostar na estratégia de crescimento verde, não só pela sua importância para a
sustentabilidade do nosso planeta, mas também pelos benefícios que podemos
retirar das novas oportunidades económicas e de geração de emprego que daí
advêm. Está em curso um fortíssimo aumento da procura de bens e serviços verdes
à escala global e Portugal tem recursos e infraestruturas para ser competitivo
face ao exterior e, simultaneamente, mais ecológico.
Há, no entanto, para tal, certos
aspetos que necessitam de ser trabalhados, um dos quais particularmente
sensível e importante como é o da educação e comunicação com a população. Se
não conseguirmos alterar os hábitos dos cidadãos, muitas das medidas serão de
difícil aplicação, se não mesmo impossível. Ainda assim, acredito que é
possível alterar esta situação, com estratégias inovadoras e persuasivas que
consigam transmitir a importância que este assunto tem para as nossas vidas e,
mais do que tudo, para as das gerações futuras – a minha geração e as próximas.
Um dos grandes entraves à aplicação
desta política de crescimento verde é a desconfiança dos cidadãos. Por exemplo,
a política que entrou em vigor dia 15 de fevereiro, que obriga ao pagamento de
10 cêntimos pela utilização de um saco de plástico nos supermercados, não é
muito popular. A maior parte das pessoas sente-se enganada, sente que este é
apenas um estratagema para “encher os bolsos dos políticos”, sob o pretexto da
proteção do ambiente. É por esta razão que é imprescindível que exista também
um compromisso por parte do Governo, um compromisso de transparência na gestão
destas questões, em particular no que diz respeito à utilização das receitas
provenientes deste tipo de taxas ou impostos.
É também importante constatar que,
desde a década de 30 até hoje, têm sido o PIB e o PNB a constituir os objetivos
de crescimento das nações mundiais. Contudo, o PIB ou o PNB não medem necessariamente
aquilo que é importante para o desenvolvimento de um país; não separam as
atividades económicas que aumentam a riqueza de uma nação daquelas que destroem
recursos naturais, causam doenças ou catástrofes ambientais, nunca considerando
os seus custos devastadores.
Não será tempo de rever os
indicadores macroeconómicos, de modo a que sejam ajustados ambientalmente,
procurando internalizar no cálculo do PIB os custos do impacto ambiental e do
consumo de recursos gerados pelo crescimento económico?
Além disso, se procuramos caminhar para uma Economia Verde, não será importante pensar em construir um sistema fiscal de penalização de impactos sobre o ambiente e de incentivo à prestação de benefícios colectivos? Por outro lado, o reconhecimento dos sistemas climático e oceânico como Património Comum da Humanidade poderá servir para capturar factores que são para nós vitais e que a economia considera como "externalidades".
Entendo, assim, que a efetiva implementação de uma Economia Verde deve ser alicerçada nos seguintes princípios:
Além disso, se procuramos caminhar para uma Economia Verde, não será importante pensar em construir um sistema fiscal de penalização de impactos sobre o ambiente e de incentivo à prestação de benefícios colectivos? Por outro lado, o reconhecimento dos sistemas climático e oceânico como Património Comum da Humanidade poderá servir para capturar factores que são para nós vitais e que a economia considera como "externalidades".
Entendo, assim, que a efetiva implementação de uma Economia Verde deve ser alicerçada nos seguintes princípios:
·
envolver as populações na identificação das suas
necessidades e interesses comuns;
·
responsabilizar e comprometer as comunidades locais com
processos de mudança e de transformação social, tendo por base os seus
problemas;
·
assegurar que cada pessoa seja um agente de mudança
social a nível local, na perspetiva de uma sociedade interdependente e
globalizada.
Enquanto aluna do 11º ano, e também
como cidadã, considero que a escola pode e deve desempenhar um papel chave
neste processo. A escola é, de certa forma, um reflexo da sociedade, incluindo
os seus problemas e as suas potencialidades. Sendo este o lugar privilegiado
das aprendizagens, onde se devem adquirir valores e promover atitudes e
comportamentos pró-ambientais, torna-se urgente uma intervenção eficaz a este
nível. É impossível construir um desenvolvimento sustentável sem uma educação
para o desenvolvimento sustentável, em que cada um compreenda e exerça o seu
papel. É necessário que alunos e professores tenham espaço na escola e nos
currículos para tal. A educação para o desenvolvimento sustentável e para a
cidadania é decisiva para se ensinar os futuros líderes a conjugar o pensamento
económico e financeiro com as áreas ambientais, sociais e éticas.
Alguns dos objetivos implicados num
programa para uma Economia Verde podem parecer ambiciosos, e talvez o sejam.
Mas, como disse o filósofo Heráclito, “Grandes resultados requerem grandes
ambições”. E é esta a altura para se ser ambicioso, porque, daqui a 15 ou 20
anos, não haverá muito a fazer. É esta a altura para se agir. E só será uma
utopia se não ultrapassarmos questões culturais como o comodismo, o egoísmo, o
conforto de não se agir, se não pusermos de lado as nossas necessidades
pessoais em prol de um bem maior.
Termino com as palavras de D.
Quixote, um dos mais célebres utópicos
do nosso imaginário cultural: “Mudar o mundo não é uma loucura, nem uma utopia,
mas uma justiça”. É por uma questão de justiça que temos de agir localmente e
pensar globalmente.
Maria Carolina Gonçalves.
11º2
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quinta-feira, janeiro 15, 2015
Participação na discussão pública sobre o Documento "Compromisso para o Crescimento Verde"
O Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, apresentou a proposta de Compromisso para o Crescimento Verde que resultou do debate realizado no âmbito da Coligação para o Crescimento Verde, constituída por quase uma centena de organizações das áreas empresarial, científica, financeira, assim como dos organismos públicos, fundações e ONG.
O documento "Compromisso para o Crescimento Verde" esteve em discussão pública. No Valsassina considerámos que a possibilidade de envolver
alunos num processo de discussão pública não só é coerente com todo o trabalho
desenvolvido, designadamente através do projeto ecoValsassina, como é foi
oportunidade para o exercício de uma cidadania ativa.
A atividade teve a supervisão da ONG K-Evolution, tendo envolvido 51 alunos do 11º ano, das turmas de Ciências e Tecnologias e de Ciências Sócio-Económicas. As disciplinas directamente envolvidas foram: Biologia e Geologia, Economica A e Filosofia.
A atividade teve a supervisão da ONG K-Evolution, tendo envolvido 51 alunos do 11º ano, das turmas de Ciências e Tecnologias e de Ciências Sócio-Económicas. As disciplinas directamente envolvidas foram: Biologia e Geologia, Economica A e Filosofia.
Publicamos aqui, uma parte da
fundamentação elaborada e enviada, no dia 14.01.15, para o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia.
Reflexão
A Economia Verde é um conjunto
de processos produtivos (industriais, comerciais, agrícolas e de serviços) que,
ao ser aplicado num determinado país ou local, pode gerar um desenvolvimento
sustentável nos aspetos social e ambiental.
O principal objetivo da
Economia Verde é o de possibilitar o desenvolvimento económico,
compatibilizando-o com a igualdade social, erradicação da pobreza e melhoria do
bem-estar da população, reduzindo os impactos ambientais negativos e a escassez
ecológica. A aplicação deste tipo de economia permite uma maior
sustentabilidade dos ecossistemas, melhoria da qualidade do ar e da água e
maior eficiência no uso dos recursos, através da fomentação de atividades
económicas verdes, que visam a proteção do ambiente.
Em Portugal, a aplicação da Economia Verde não só fomentaria a geração de
empregos “verdes” e o progresso económico, como também combateria as causas do
aquecimento global (emissões de CO2), do consumo irracional de água potável e
os fatores que geram a deterioração dos ecossistemas. Para além destes
benefícios, levaria a uma diminuição da importação de combustíveis fósseis,
aumento da eficiência energética e hídrica e ainda um reforço no peso das
energias renováveis.
Tendo em conta o agravamento da crise climática, escassez de recursos
hídricos e perda de biodiversidade, é imperativo agir perante um problema que
sendo de todos, afetará em particular Portugal, pelas consequências das
alterações climáticas nos recursos hídricos e no litoral. Deste modo, é urgente
combinar, na área do ambiente e energia, o elevado potencial de recursos
renováveis (energia eólica, solar e hídrica) e capital natural e ambiental de
Portugal, nomeadamente no que diz respeito à valorização da elevada
biodiversidade. Atualmente, esta economia já representa, globalmente, 4 biliões
de euros, crescendo 4% ao ano. Portugal é a 15ª economia verde dentro do
ranking Global Green Economy Index 2014, elaborado pela consultora
internacional Dual Citizens, que analisou os investimentos verdes de 60 países
distribuídos por todos os continentes.
Deste modo, consideramos assim que a implementação de um sistema baseado
na economia verde é determinante para Portugal.
Após a nação ter concluído com sucesso o Programa de Assistência
Económica e Financeira monitorizado pela Troika, é essencial desenvolver uma
visão pós-troika de longo prazo. Essa estratégia embora contribua para a
conservação da responsabilidade orçamental, também compromete o lançamento de
um novo ciclo de reformas estruturais e de investimentos produtivos em áreas
estratégicas.
Portugal deve apostar na estratégia do crescimento verde, pois é
necessário combater a situação de crise climática, a perda de biodiversidade e
a degradação e escassez de recursos hídricos; deve superar os problemas
estruturais significativos na área de recursos naturais; e deve beneficiar com
as novas oportunidades económicas e de geração de emprego que advêm da política
de crescimento verde.
De acordo com o Ministério do Ambiente, Ordenamento de Território e
Energia os objetivos associados ao crescimento verde respondem completamente
aos desafios proposto à sociedade portuguesa, podendo contribuir para o
crescimento, emprego, redução da dependência do exterior, fiscalidade mais
inteligente e melhoria da qualidade de vida.
Desta forma, será possível Portugal conciliar a redução do consumo de
recursos naturais – indispensável para o ambiente – não só com o crescimento
económico e social, mas também com a qualidade de vida.
(...)
Consideramos ainda que
estamos perante uma questão cultural, na qual entram em confronto os nossos
valores morais e a necessidade de mudar o paradigma atual associado a elevados
padrões de consumo, em prol de um bem maior.
Entendemos que a Economia Verde é uma mais-valia para o
país nos mais diversificados aspetos e que através desta é possível alterar a
presente situação económica do país, tornando-nos numa nação mais competitiva
do ponto de vista económico face ao exterior e, simultaneamente, mais ecológica.
No entanto, consideramos que há certos aspetos que necessitam de ser
trabalhados, um dos quais particularmente sensível e importante como é o da
educação e comunicação com a população. Se não conseguirmos alterar os hábitos
dos cidadãos, muitas das medidas serão de difícil aplicação, senão menos
impossível. Acreditamos que, no entanto, este quadro é passível de alteração
através da sensibilização e informação, com estratégias inovadoras e
persuasivas que consigam transmitir a importância que este assunto tem para
(não só) as nossas vidas e as das (mas também para as das) gerações futuras.
Pelo exposto, sustentamos
que a economia verde é determinante para Portugal e a sua efetiva implementação
deve ser alicerçada nos seguintes princípios:
1.
Envolver as populações na
identificação das suas necessidades e interesses comuns;
2.
Responsabilizar e
comprometer as comunidades locais com processos de mudança e de transformação
social tendo por base os seus problemas;
3.
Assegurar que cada pessoa
seja uma agente de mudança social a nível local na perspetiva de uma sociedade
interdependente e globalizada.
Agradecemos à ONG K-Evolution, em particular à Doutora Sofia Santos, o desafio e toda a atenção prestada durante este trabalho.
Agradecemos à ONG K-Evolution, em particular à Doutora Sofia Santos, o desafio e toda a atenção prestada durante este trabalho.
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domingo, junho 10, 2012
What the seas bring back to us...
On February 26th 2010, the journalist
Filomena Naves wrote a piece of news for “Diário de Notícias” which is related
to the discovery of an island created by the accumulation of plastic garbage in
Atlantic Ocean.
Floating plastics look like jellyfishes. Therefore,
some sea animals like turtles eat these chunks of garbage which causes them to
die of suffocation. On the other hand, plastics don´t fully disappear.
On February of 2012, in one of the Boa Vista island´s
exit in Cape Verde, a great accumulation of garbage was detected near the
shore, in where some more plastics as well as some non-biodegradable materials
were found.
Marine organisms play a crucial role in almost all
biogeochemical processes that sustain the biosphere, and provide a variety of products (goods) and
functions (services) which are essential to humankind’s well-being.
This image shows us a global problem, for many of the
residues found are not from Cape Verde.
Young
reporters for the environment. Valsassina School, Lisbon, Portugal.
Carolina Fonseca
(15 year-old) Pedro Leal (15 year-old), Diogo Silva (15 year-old), Mariana
Martinho (17 year-old),
Margarida Delgado (17 year-old)
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JRA
Drenagem ácida compromete exploração sustentável em Aljustrel
Ribeira de Águas Fortes, Aljustrel. 15 de
maio de 2012
A Vila de Aljustrel desenvolveu-se em torno de 5 explorações de
sulfuretos maciços polimetálicos, que tiveram um contributo positivo no
crescimento socioeconómico da área, sobretudo pela criação de emprego.
Mas apesar da sua importância esta exploração não está isenta de
problemas. Um dos impactes ambientais
evidentes neste local (comum nas minas de pirite) é um fenómeno conhecido por
drenagem ácida. Esta é gerada quando
minerais, que se encontram a grandes profundidades e que contêm sulfetos são
expostos a ambientes abertos e entram em contacto com oxigénio e água, gerando
sulfatos.
A formação de águas ácidas (frequentemente com pH inferior a 3), geralmente com
uma cor ocre ou muito avermelhada, afeta a rede hidrográfica da região. Há ainda o
risco de contaminação do solo e de perda de biodiversidade (poucos organismos suportam
condições extremas).
Assim, é urgente promover uma exploração
sustentada dos recursos naturais, minimizando os impactos diretos no ambiente durante
o processo extrativo.
Carolina
Fonseca, Francisco Paim, Henrique Avelar, Vasco Diogo.
Jovens
Repórteres para o Ambiente. Colégio Valsassina
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